segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Seguro só com Corretor de Seguros


Faça a escolha certa


As possibilidades de tipos de coberturas não têm limites. Faça uma que se adapte a você.

Veículos que podem abrir uma nova garagem no seu muro, seu cachorro que não vai com a cara do vizinho e parte para as vias de fato, aquela pedrada ou bolada na vidraça da casa e aqueles amigos que você nem conhece mas insistem em fazer uma visita na sua ausência e levar algumas lembranças... Quem mora na Região Metropolitana não está livre desses dissabores. Mas um seguro pode amenizar a dor de cabeça.

No caso de roubo, por exemplo, a cobertura vai depender das condições da contratação. É necessário ver na apólice quais são os limites de cobertura, e deve-se estipular os detalhes do que vai ser indenizado em caso de roubo e fazer constar por escrito no contrato , aconselha o advogado Antonio Penteado Mendonça. O furto qualificado - quando há arrombamento da residência para retirada de objetos - normalmente é coberto. Já o furto simples, quando um objeto simplesmente some e fica difícil provar que foi subtraído, não é coberto.

Quando o consumidor faz o pedido de seguro, a maioria das empresas analisa o imóvel e a sua localização antes de aprovar a apólice. Dependendo da localização do imóvel e das coberturas pretendidas a seguradora poderá efetuar uma inspeção antes de se manifestar sobre a aceitação e preço do seguro pretendido, afirma Carlos Eduardo Corrêa do Lago, diretor operacional da Bradesco Auto Residência.

Se a casa ou apartamento conta com itens de segurança como câmeras de vigilância, grades, cerca elétrica e cães de guarda, entre outros dispositivos, a aprovação é mais rápida. Fica mais fácil de contratar o seguro, e o preço da apólice fica mais baixo, ressalta Mendonça.

O seguro cobre o que estiver previsto na apólice, por isso é importante lê-la e esclarecer todas as dúvidas. Consultar um corretor é importante para contratar o seguro adequado ao perfil da moradia e não custa nada, pois o preço do seguro será o mesmo com ou sem a ajuda do corretor , ressalta Leôncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-SP). É muito comum erro de entendimento do que foi contratado. Tem gente que acha que fez seguro de vida, mas fez de acidentes pessoais. Se a pessoa falece, e a família procura o seguro, não vai receber nada, exemplifica.

O presidente do Sincor-SP alerta também para o consumidor comparar os pacotes entre algumas seguradoras para calcular qual vale mais à pena. Algumas empresas oferecem pacotes de cobertura, mas, dependendo da região em que vive, é recomendado contratar um ou dois itens e economizar dinheiro, pois uma cláusula acessória corresponde a 20% ou mais do preço da cobertura básica. Ao contratar, fique atento.

Pesquise as coberturas de diferentes empresas e, se possível, consulte um corretor para definir a ideal para seu perfil. Entre as coberturas disponíveis, estão contra danos elétricos, pagamento de aluguel se o imóvel não puder ser ocupado em caso de sinistro, impacto de veículos (inclusive avião), vendaval e queda de granizo e responsabilidade civil.

Benefícios como serviços de encanador, eletricista, guarda de animais domésticos, serviço de faxineira, transporte e chaveiro, entre outros também fazem parte dos contratos O Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo mantém o 0800-11-4999 para informações sobre corretores e seguradoras O telefone da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para consultas e esclarecimentos de dúvidas é 0800-021-8484.

FONTE: Jornal da Tarde

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Patricia Campos

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Seguro Fiança Locatícia

Já está vigorando a nova lei do Inquilinato - 01/02/2010



Seguro-fiança locatícia uma boa alternativa

Já está em vigor a nova Lei do Inquilinato, que prevê a possibilidade de o fiador deixar suas obrigações durante a vigência do contrato, o que deve fazer do seguro-fiança locatícia uma boa alternativa.

"O mercado foi pego de surpresa já que não esperava que a nova Lei do Inquilinato fosse aprovada de forma tão rápida", ressaltou o gerente do produto de fiança locatícia da Porto Seguro, Luiz Carlos Henrique, em entrevista ao jornal Brasil Econômico. A companhia detém quase 95% do mercado de seguro fiança locatícia, com R$ 150,7 milhões em prêmios no acumulado de janeiro a novembro deste ano, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Nos últimos cinco anos, a Porto Seguro conseguiu crescer 50% ao ano na modalidade.

De acordo com o novo texto, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 10 de dezembro do ano passado, o fiador que quiser deixar de ser o garantidor do imóvel terá de comunicar sua decisão ao proprietário para se fixar desobrigado do compromisso em 120 dias. Assim que for comunicado, o inquilino terá 30 dias para providenciar novo fiador. Se não conseguir um novo nome, o contrato será automaticamente transformado em locação sem fiança. Isso permite a desocupação do imóvel em apenas 15 dias após a notificação judicial.

Ainda segundo o Brasil Econômico, as mudanças despertaram o interesse de outras companhias. A Mapfre reformulou seu produto em 2009 e agora aposta no acordo com imobiliárias para atingir um maior número de clientes. "Já estamos conversando com algumas imobiliárias de grande porte, localizadas em alguns centros urbanos", contou ao jornal Glaucio Toyama, diretor de negócios financeiros da Mapfre.

Membro da Comissão de Crédito e Garantia da Fenseg, o executivo Edson Frizzarim está convencido de que o mercado de seguros (leia-se fiança locatícia) sairá beneficiado com a estreia da nova Lei do Inquilinato, ocorrido nesta semana. Para ele, a perspectiva de que 3 milhões de imóveis, hoje fechados, voltem ao mercado de locações aumenta o escopo de seguros consideravelmente, tendo em vista que o setor hoje conta com aproximadamente 200 mil apólices de seguro fiança vigentes.

Contudo, o especialista admite que um quadro mais claro do mercado dependerá da efetiva aplicação da nova lei, tornando-se possível avaliar também os custos envolvidos nos seguros. De qualquer forma, “o seguro sempre será uma opção interessante, considerando-se que dá cobertura a qualquer prazo de inadimplência dos aluguéis, bem como possibilita o ressarcimento de danos ao imóvel, contas de água, luz, IPTU, condomínios e multas por quebra contratual”.

Sobre uma eventual flutuação de receita gerada pela autorização de troca de fiadores, Frizzarim lembra que “o seguro fiança oferece garantia pelo prazo da locação sem possibilidade de alteração no decorrer do contrato, mantendo esta responsabilidade constante e inalterada, o que é um atrativo aos locadores, pois eles contam com a segurança de conhecer a garantia do início ao fim”. "Este é um dos principais fatores que alavancam a crescente preferência por esta modalidade de garantia", assinalou ele.

Fontes: Seguro em Pauta
Viver Seguro


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sábado, 30 de janeiro de 2010

Seguro Residencial


Jornal da Tarde | Imóvel | SP

Custa bem menos do que você imagina

O custo do seguro de uma residência é de, em média, 0,1% do valor de mercado do imóvel

O imóvel da família é, normalmente, seu bem mais valioso. E é possível evitar prejuízos inesperados com acidentes, forças da natureza ou dos amigos do alheio com um seguro residencial, que é mais barato do que muita gente imagina. Para se ter uma ideia, ele custa cerca de 0,1% do valor do bem, enquanto o de automóvel varia de 5% a 15% (um carro de R$ 30 mil pode ter um seguro de R$ 3 mil anuais, e uma casa de R$ 250 mil, de apenas R$ 250).

Mas especialistas alertam que é preciso entender as condições do contrato para saber o quê é coberto ou não pela apólice para não ter surpresas desagradáveis na hora de usar o seguro. Outro cuidado é definir que tipo de cobertura é realmente necessária para sua casa, e não gastar dinheiro à toa.

O primeiro cuidado é saber quais as garantias se quer comprar para não pagar por algo que não vai usar , explica Antonio Penteado Mendonça, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), especialista em seguros e colunista do Estadão. Hoje, todo seguro residencial tem de ter cobertura básica de incêndio, queda de raio e explosão de gás de uso doméstico.

Definida a cobertura pretendida, o ideal é pesquisar entre várias empresas tanto o preço quanto os serviços oferecidos no pacote - uma vez que a maioria das seguradoras e bancos oferece assistência como encanador, chaveiro, conserto de computador, desentupimento, instalação de acessórios para casa, entre outros.

Valéria Cunha, assistente de direção do Procon de São Paulo recomenda: Cada pessoa deve ponderar a necessidade ou não de assegurar o seu patrimônio contratando um seguro residencial, mas, qualquer que seja o caso, é importante fazer uma aquisição consciente, ou seja, verificar se a instituição está autorizada a trabalhar com seguro na Susep (Superintendência de Seguros Privados, do Ministério da Fazenda), ler com atenção a apólice e comparar preços dos pacotes parecidos em diversas empresas para ver qual vale mais à pena .

A quantidade de serviços oferecidos influencia muito no preço final, por isso, é preciso analisar quais realmente serão usados para escolher o mais adequado.

De acordo com Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-SP), o mercado de seguros residenciais vem aumentando gradativamente, mas muitas pessoas só contratam depois de passarem por algum problema como roubo ou incêndio. A estimativa, informa Arruda, é que apenas 12% das residências no Brasil tenham seguro residencial. Isso acontece porque as propagandas falam muito em cobertura contra incêndio, raio e explosão, que são itens da cobertura básica. As pessoas acham que a casa delas nunca vai pegar fogo e simplesmente não fazem seguro residencial.

Além da cobertura básica, o consumidor pode optar por pagar cláusulas acessórias (coberturas que incluem outros tipos de ocorrência, como vendaval, ciclone, batida de veículo, queda de avião e responsabilidade civil - danos causados a terceiros pelo dono do imóvel ou por pessoas que estão sob sua responsabilidade).

Para quem tem empregado doméstico, dependendo da modalidade contratada, o seguro residencial pode cobrir eventuais acidentes de trabalho. O seguro residencial pode ser uma forma de evitar prejuízos e economizar nos pequenos reparos na casa, como consertos de encanamento ou rede elétrica , diz Arruda.


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