terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Saiba como evitar roubos e furtos em casa de veraneio

Segundo os dados apresentados pelo Diretor Executivo de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri, durante as férias aumentam em 10% o número de roubos e furtos em casas de veraneio. Seja na praia ou no campo, fique atento aos cuidados que devem ser tomados para evitar esses incidentes.



Em razão dos sinistros mais comuns, seja no litoral ou no campo, a Allianz elaborou uma série de dicas que auxiliam o segurado a evitar roubos e furtos durante a viagem.

MÉTODOS DOS LADRÕES · É comum que os assaltantes utilizem “olheiros” para saber detalhes da casa ou da rotina dos moradores. Para não serem notados, esses “olheiros” geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de pessoas, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto e se tem o costume de conversar na calçada.

• O assaltantes chegam, geralmente de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados.
• Durante os assaltos a residências, os ladrões costumam render os moradores na chegada ou saída da residência.  Após recolherem os pertences de maior valor, utilizam o veículo da família para fuga. 
• Os itens mais desejados por eles são: eletrodomésticos, armas, DVDs, vídeo games, cheques, dinheiro e celulares.

AO CHEGAR DE VIAGEM 

• Busque tirar os pertences dentro da garagem e nunca na rua, evitando que pessoas estranhas saibam o que você trouxe. 
• No carro, não deixe bolsas, celular ou outros objetos sobre os bancos. 
• Mantenha o alarme do carro sempre acionado. 
• Evite deixar o carro e vidros abertos, mesmo que o afastamento seja por pouco tempo e de pequena distância.

NA CASA DE VERANEIO 

• Mantenha a casa fechada e não deixe objetos em locais de fácil acesso. 
• Caso você esteja em grupo, evite ficar conversando na porta, isso pode chamar a atenção de suspeitos. 
• Quando precisar sair da casa, se possível, deixe alguém na residência ou comunique sua ausência a um vizinho de confiança. 
• Não deixe as janelas abertas. Isso dificulta a ação dos “olheiros”. 
• Não deixe itens de valor dentro da casa. Durante o período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas. 
• Ao chegar no destino, tenha atenção redobrada e entre rapidamente. Se perceber algum movimento suspeito, não entre. Dê algumas voltas e ligue para a Policia Militar no telefone 190. 
• Caso precise sair, deixe as portas e janelas bem fechadas. Se for possível, reforce as portas com fechaduras auxiliares. 
• Durante a noite, deixe uma luz externa ligada. Se notar a presença de pessoas suspeitas, ligue imediatamente para o telefone 190. 
• E o mais importante é ter a consciência de não reagir, em hipótese alguma a um assalto.

Fonte: CQCS | Juliana Leite  
https://www.cqcs.com.br/noticia/saiba-como-evitar-roubos-e-furtos-em-casa-de-veraneio/?utm_source=news-11-01-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=252178f239-EMAIL_CAMPAIGN_2017_01_11&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-252178f239-15202293



Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477

Susep lista as 50 empresas que estão sob regime especial



Dados oficiais da Susep indicam que 50 empresas do mercado supervisionado ainda estão em regime de falência, liquidação extrajudicial ou ordinária.

Segundo o site da autarquia, constam da lista de empresas em liquidação extrajudicial as seguintes seguradoras: Federal Vida e Previdência e Federal de Seguros; Confiança, São Paulo, Internacional de Seguros, Edel, Preferencial, Vida Clube de Seguros, Cruzeiro do Sul, Nobre, Santos, AVS, Mutual e Nova York.

Também estão nessa lista as entidades de previdência complementar aberta Prevbras – Sociedade Nacional de Previdência Privada e o Montepio MFM, além das sociedades de capitalização Valor, Interunion e Urano.

Já as empresas em liquidação ordinária são a Companhia Central de Seguros e a Montevan Previdencia Privada.

Além disso, estão em falência as seguradoras GNPP, BCS, Martinelli, Interbrazil, Companhia Interestadual de Seguros, Catarinense, Sulina, Segurança, Carioca, Maxlife, Planalto, SDB, Caixa Geral, Ajax, Monarca, APS, Absoluta, Âncora, Saoex, Castello Costa e Patrimonial.

Também estão sob o regime de falência as entidades de previdência privada Corrfa, Empresarial, Geplan, Embrasil, Montiene e Montese, além da Megacap Capitalização.

A Susep informa ainda que não há qualquer empresa sob o regime de direção fiscal, sejam seguradoras, entidades de previdência complementar aberta ou sociedades de capitalização.

Fonte: CQCS
http://www.segs.com.br/seguros/49218-usep-lista-as-50-empresas-que-estao-sob-regime-especial.html


Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477

Pesquisa lista os 10 maiores riscos para as empresas em 2017

Envolvendo mais de 700 executivos de diferentes países, estudo aponta que preocupações com as condições econômicas e ameaças cibernéticas lideram a lista



Mudanças frequentes na liderança política nacional, o rápido desenvolvimento da revolução digital, o terrorismo global e o aumento dos custos na saúde são alguns dos riscos mais temidos pelas empresas em 2017. A constatação é da quinta edição do relatório “Perspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2017”, elaborado pela consultoria global Protiviti, em parceria com a Universidade Estadual da Carolina do Norte.
O estudo avaliou as preocupações mais latentes de 735 executivos de diversos segmentos da indústria nos Estados Unidos, Europa e Ásia-Pacífico, classificando os riscos em três dimensões: macroeconômicos, estratégicos e operacionais.
De acordo com a pesquisa, 72% dos entrevistados indicaram que as incertezas associadas às condições econômicas terão um impacto significativo sobre as empresas em 2017 e em maior medida do que nos anos anteriores. Muitos desses riscos apontados são relevantes para o mercado brasileiro.
“Estes 10 principais riscos são bastante aplicáveis à realidade das empresas que atuam no Brasil, e são úteis para o planejamento estratégico 2017 baseado em riscos, e podem trazer impactos para o negócio como um todo”, afirmou Maurício Reggio, sócio-diretor da operação brasileira da Protiviti, consultoria global especializada em Gestão de Riscos, Auditoria Interna, Compliance, Gestão da Ética, Prevenção à Fraude e Gestão da Segurança.
Abaixo, a lista com os 10 maiores riscos identificados para os negócios em 2017, incluindo informações úteis para o contexto no Brasil.

1) Condições econômicas no mercado doméstico e internacional – apresentou o maior aumento em relação a 2016 e foi considerado o principal risco para 2017. No Brasil, a instabilidade econômica decorrente de questões políticas também coloca este risco como prioritário por conta de fatores como a perda do grau de investimento, descontrole da inflação, recessão econômica, aumento do desemprego, restrição no mercado de crédito, queda na produção industrial e aumento da inadimplência, entre outros indicadores.

2) Mudanças e escrutínios regulatórios - Termos como compliance, corrupção, lavagem de dinheiro, cartel, multa, prisão e acordo de leniência se tornaram lugar comum com o noticiário. A atuação firme dos órgãos reguladores, fiscalizadores, investigativos e as mudanças legais e regulatórias, associadas à uma nova realidade de mercado ampliaram a demanda por Programas Efetivos de Compliance. Este risco teve um aumento na percepção de criticidade versus 2016.

3) Ameaças cibernéticas - O Ano de 2016 foi marcado por ataques cibernéticos, roubo de propriedade intelectual, violação de bases de usuários de grandes serviços de pesquisa e incremento de ataques ao serviço de informação de centros médicos e hospitalares. Para o ano de 2017 o cenário tem perspectiva de se manter, mas com algumas mudanças de foco pelos grupos que visam utilizar as ameaças cibernéticas para gerar ganho rápido e fácil de capital.

4) Inovações disruptivas e novas tecnologias – subiu para a categoria dos cinco principais riscos em 2017. No Brasil, presenciamos a evolução das fintechs. Aplicativos como Uber, Zaz car e Bla Bla car ganharam força no capitalismo colaborativo. O Airbnb ameaça diretamente as redes hoteleiras e o Home Refill entra no mercado de e-commerce. No segmento B2B, outra iniciativa do Uber, o Cargo X, promete revolucionar o transporte de cargas. No varejo, a Amazon acaba de lançar a Amazon Go com conceitos disruptivos, de loja sem checkout.

5) Segurança da informação – A gestão de segurança da informação é cada vez mais parte da preocupação de todos os setores da economia mundial e brasileira. Pesquisas indicam que quando se trata de controle sobre informação, os maiores ofensores e geradores de incidentes são de origem interna, como funcionários, parceiros e fornecedores. Os hackers representam uma média de 30% a 40% dos eventos. Os números fazem com que as empresas adotem posturas preventivas de segurança e classificação da informação, ampliando a notificação de casos antes ocultos.

6) Capacidade de atrair talentos – Este risco se mantém como alto pela quinta pesquisa consecutiva. A mudança no mercado de trabalho, com envelhecimento da população, o aumento da complexidade dos mercados, consumidores mais ativos e demandantes faz com que as organizações necessitem investir mais para desenvolver e reter talentos apropriados a essa nova dinâmica. No Brasil, a falta de mão de obra qualificada no Brasil agrava este risco localmente.

7) Volatilidade nos mercados financeiros e moedas globais – Também apresentou um grande aumento em relação a 2016, principalmente por conta das incertezas do Brexit, dos sinais de enfraquecimento da economia chinesa e da oscilação do preço das commodities. Apesar de uma economia mais fechada, o Brasil está exposto a este risco por ser um grande exportador de commodities para o mercado chinês. Nos EUA, o governo Donald Trump pode levar a um aumento da taxa de juros pelo FED, gerando uma saída de capital de mercados emergentes como o Brasil e consequente desvalorização do Real frente ao dólar e aumento da inflação, provocando lentidão na queda da taxa SELIC.

8) A cultura da organização talvez não encoraje a identificação e escalonamento pontuais das questões de risco – A cultura de gestão de riscos ainda é restrita no ambiente de negócios do Brasil. Treinamentos sobre gestão de riscos e identificação de vulnerabilidades para os colaboradores, incentivos para reporte tempestivo de potenciais problemas e política do tipo “Erga as mãos” (Raise your hands) para reporte e escalonamento ainda são pouco comuns. Para mitigar este risco, as empresas devem adotar um modelo de gestão de riscos eficaz.

9) Resistência às mudanças no modelo de negócio – Em um ambiente de negócios cada vez mais fluido, existe grande preocupação das empresas em não serem flexíveis o suficiente para questionar e mudar seu modelo de atuação. Casos clássicos de obsolescência de empresas já foram presenciados, em setores como filme fotográfico, locação de fitas VHS e de DVD.

10) Manter a fidelidade e reter clientes – a pesquisa mundial apontou relevância deste risco principalmente por conta da evolução e mudança de hábito do consumidor e mudanças demográficas. No Brasil, é relevante a mudança de hábitos do consumidor, principalmente por conta do cenário econômico atual, havendo uma natural migração para bens de consumo mais baratos e maior desapego a marcas. Marcas sólidas enfrentam desafios para manter seu market share em um ambiente hostil de queda de venda.

“Apesar de ter ficado em 11º lugar na pesquisa global, o risco de incertezas acerca das lideranças políticas em mercados nacionais e internacionais deve ser considerado como prioritário no Brasil.” complementa Rodrigo Castro, Líder da Prática de Riscos da Protiviti.

Fonte: Cnseg
http://www.segs.com.br/seguros/49246-pesquisa-lista-os-10-maiores-riscos-para-as-empresas-em-2017.html


Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477