terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Seguradoras brasileiras já podem oferecer o Seguro de Crédito à Exportação a exportadores estrangeiros

Decreto sancionado pelo Presidente da República altera as regras da modalidade de seguro



Conforme consta no próprio texto da norma que trata do tema, o Seguro de Crédito à Exportação (SCE) tem a finalidade de garantir as operações de crédito à exportação contra os riscos comerciais, políticos e extraordinários que possam afetá-las.

Em 30 de novembro de 2016, o Presidente Michel Temer sancionou o Decreto 8.925, alterando o Decreto 3.937/2001 e permitindo que as seguradoras brasileiras cubram as vendas a prazo de bens ou serviços exportados a partir de outros países. Isso é válido desde que essas exportações estejam “associadas a exportações brasileiras de bens e serviços ou que contenham componentes produzidos ou serviços prestados por empresas brasileiras, com o compartilhamento correspondente de risco com agências de crédito à exportação estrangeiras, seguradoras, resseguradoras, instituições financeiras e organismos internacionais”.

Se em outros países e, particularmente, na Europa, onde foi criado, o Seguro de Crédito à Exportação já funcionava nos moldes agora permitidos no Brasil, antes, por aqui, as seguradoras só podiam fazer a cobertura do crédito referente aos bens e serviços exportados a partir do País.

Cabe ressaltar, porém, que o decreto não é válido a bens e serviços de indústrias do setor de defesa; produtos agrícolas e pecuários, ou seus derivados, cujos produtores sejam, no momento da contratação com a instituição financeira, beneficiários de cotas tarifárias para mercados preferenciais.

Em entrevista à Rádio CNseg, a vice-presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Cristina Salazar, considerou positiva a medida e destacou a importância dessa modalidade de seguro, não só pela proteção que fornece ao exportador em relação ao crédito, mas também pela possibilidade de os vendedores conhecerem melhor seus compradores estrangeiros, já que as seguradoras fazem uma minuciosa análise dos mesmos antes de conceder a linha de crédito.

Fonte: CNSeg
http://www.segs.com.br/seguros/49054-seguradoras-brasileiras-ja-podem-oferecer-o-seguro-de-credito-a-exportacao-a-exportadores-estrangeiros.html


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Patricia Campos
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Brasileiros estão menos preparados financeiramente para a velhice que congoleses

Estudo do Banco Mundial coloca o Brasil em 132ª posição em um total de 143 países avaliados

Estudo do Banco Mundial aponta que apenas 4% dos brasileiros poupam recursos para a velhice. 



Entre os 143 países avaliados, o Brasil está na 132ª posição, perdendo até para o Congo, Maláui e Togo, com PIB per capta 15 vezes menor. Já na Tailândia, com PIB per capta semelhando ao do Brasil, a taxa de poupança para a velhice é de cerca de 60%.

Entre as razões apontadas por especialistas para esse baixo índice de poupança dos brasileiros para a velhice está a memória do período de elevada inflação que durou até os anos 1990. “Há 20 anos, mal era possível planejar para o fim do mês”, afirmou Paulo Valle, vice-presidente da FenaPrevi.

Mas por mais que os especialistas destaquem a importância da educação financeira para o hábito da poupança, também afirmam que isso só não basta, ressaltando a importância de ações diretas sobre o comportamento. O economista-chefe do time de pesquisa em finanças e setor privado do Banco Mundial, Leora Klapper, cita os exemplos de Gana e Bangladesh, onde os salários dos trabalhadores são entregues sempre com um lembrete para que poupem. Em Gana, 55% têm o hábito de poupar e 13% economizam para a velhice. Em Bangladesh, são 24% e 6%, respectivamente.

Políticas públicas também têm um importante papel de incentivo à poupança, segundo a professora da escola de negócios da Universidade da Pensilvânia, Olivia Mitchell. “Isenções fiscais, por exemplo, podem incentivar investimentos em alguns tipos de previdência, mas ainda assim boa parte da população só poupará se houver adesão automática”, diz ela.

E se os brasileiros não estão preparados para a aposentadoria, também não estão para os casos de emergência. Segundo o estudo, 44% deles – mais de 70 milhões acima dos 15 anos – consideram impossível levantar cerca de R$ 2.500 numa necessidade extrema, necessitando, nesse caso, recorrer a amigos e parentes.

Segundo os pesquisadores do Ipea Marcos Antonio Coutinho da Silveira e Ajax Reynaldo Bello Moreira, um dos fatores que impedem a acumulação de poupança é o baixo acesso ao crédito. “Sem empréstimos para suavizar o consumo, as pessoas consomem toda a renda”, afirmam. Mas, mesmo entre os 10% mais ricos da população, 46% das famílias têm poupança financeira zero. A não inclusão bancária e falta de confiança no sistema financeiro também foram apontados por entrevistados como razões para não investirem.

Fonte: CNSeg
https://www.cqcs.com.br/noticia/brasileiros-estao-menos-preparados-financeiramente-para-velhice-que-congoleses/?utm_source=news-10-01-17&utm_medium=email&utm_campaign=cqcs&utm_source=Newsletter+CQCS&utm_campaign=fd3cf0830f-EMAIL_CAMPAIGN_2017_01_10&utm_medium=email&utm_term=0_a1ad0190c1-fd3cf0830f-15202293

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Atitudes de Fé



Se nada mudar, invente, e quando mudar, entenda. 

Se ficar difícil, enfrente, e quando ficar fácil, agradeça. 

Se a tristeza rondar, alegre-se, e quando ficar alegre, contagie. 

E quando recomeçar, acredite, você pode tudo. 

Tudo é possível pelo amor, e pela fé que você tem em Deus!

Fonte: Padre Marcelo Rossi


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