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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

Seguro vai garantir conclusão das obras na nova Lei de Licitações

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O seguro garantia deve ganhar um novo significado no Brasil. Isso porque, ainda sem data para ser votada na Câmara dos Deputados, a nova Lei de Licitações – que já foi aprovada no Senado Federal em dezembro de 2016 – trará muitas mudanças significativas para o setor, caso aprovada. A nova lei deverá garantir a conclusão das obras, pois terão um seguro de até 30% do valor total, e ainda que a empresa executora abandone o canteiro, a verba estará disponível para que haja a conclusão. O texto determina que todas as empresas selecionadas em licitações para a execução de obras orçadas acima de um determinado limite apresentam apólices de seguros com cobertura contra riscos de inadimplência do contrato e de falta de pagamento dos trabalhadores da obra/serviço ou dos fornecedores de materiais. A figura do seguro garantia será obrigatória para as contratações acima de R$100 milhões, no valor de pelo menos 30% da obra. Assim, se a empresa construtora não concluir a obra, a seguradora será obriga…

Não há limite para substituição da fiança bancária por seguro garantia

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Dinheiro depositado em juízo só pode ser substituído por fiança bancária quando o devedor comprova a existência de prejuízo efetivo. No entanto, a substituição da fiança bancária pelo seguro garantia é permitida sempre, visto que são garantias equivalentes, segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.
A 2ª Turma da corte julgou recentemente um caso de execução fiscal que o município de São Paulo moveu contra um banco para receber crédito correspondente ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) incidente entre os anos de 1999 e 2004. Em garantia, o banco ofertou inicialmente títulos da dívida pública, que depois foram substituídos por fiança bancária. Após pedir nova substituição por seguro garantia, o banco teve seu pedido indeferido em primeiro grau. Ao julgar o caso, o Tribunal de Justiça de São Paulo considerou que, não havendo amparo legal para a nova substituição da garantia, seu indeferimento deveria ser mantido. No STJ, o ministro Herman Benjamin interpre…

Seguradoras brasileiras já podem oferecer o Seguro de Crédito à Exportação a exportadores estrangeiros

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Decreto sancionado pelo Presidente da República altera as regras da modalidade de seguro


Conforme consta no próprio texto da norma que trata do tema, o Seguro de Crédito à Exportação (SCE) tem a finalidade de garantir as operações de crédito à exportação contra os riscos comerciais, políticos e extraordinários que possam afetá-las.
Em 30 de novembro de 2016, o Presidente Michel Temer sancionou o Decreto 8.925, alterando o Decreto 3.937/2001 e permitindo que as seguradoras brasileiras cubram as vendas a prazo de bens ou serviços exportados a partir de outros países. Isso é válido desde que essas exportações estejam “associadas a exportações brasileiras de bens e serviços ou que contenham componentes produzidos ou serviços prestados por empresas brasileiras, com o compartilhamento correspondente de risco com agências de crédito à exportação estrangeiras, seguradoras, resseguradoras, instituições financeiras e organismos internacionais”.
Se em outros países e, particularmente, na Europa, on…

Brasileiros estão menos preparados financeiramente para a velhice que congoleses

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Estudo do Banco Mundial coloca o Brasil em 132ª posição em um total de 143 países avaliados
Estudo do Banco Mundial aponta que apenas 4% dos brasileiros poupam recursos para a velhice. 


Entre os 143 países avaliados, o Brasil está na 132ª posição, perdendo até para o Congo, Maláui e Togo, com PIB per capta 15 vezes menor. Já na Tailândia, com PIB per capta semelhando ao do Brasil, a taxa de poupança para a velhice é de cerca de 60%.
Entre as razões apontadas por especialistas para esse baixo índice de poupança dos brasileiros para a velhice está a memória do período de elevada inflação que durou até os anos 1990. “Há 20 anos, mal era possível planejar para o fim do mês”, afirmou Paulo Valle, vice-presidente da FenaPrevi.
Mas por mais que os especialistas destaquem a importância da educação financeira para o hábito da poupança, também afirmam que isso só não basta, ressaltando a importância de ações diretas sobre o comportamento. O economista-chefe do time de pesquisa em finanças e setor p…

Atitudes de Fé

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Se nada mudar, invente, e quando mudar, entenda. 
Se ficar difícil, enfrente, e quando ficar fácil, agradeça. 
Se a tristeza rondar, alegre-se, e quando ficar alegre, contagie. 
E quando recomeçar, acredite, você pode tudo. 
Tudo é possível pelo amor, e pela fé que você tem em Deus!
Fonte: Padre Marcelo Rossi

Att. Patricia Campos Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477 E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br Site: www.patriciacamposcorretora.com.br
Blog: www.patriciacamposcorretora.blogspot.com

Saiba como evitar roubos e furtos em casa de veraneio

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Segundo os dados apresentados pelo Diretor Executivo de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri, durante as férias aumentam em 10% o número de roubos e furtos em casas de veraneio. Seja na praia ou no campo, fique atento aos cuidados que devem ser tomados para evitar esses incidentes.


Em razão dos sinistros mais comuns, seja no litoral ou no campo, a Allianz elaborou uma série de dicas que auxiliam o segurado a evitar roubos e furtos durante a viagem.
MÉTODOS DOS LADRÕES · É comum que os assaltantes utilizem “olheiros” para saber detalhes da casa ou da rotina dos moradores. Para não serem notados, esses “olheiros” geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de pessoas, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto e se tem o costume de conversar na calçada.
• O assaltantes chegam, geralmente de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados. • Durante os assaltos a residências, os ladrões costu…

Susep lista as 50 empresas que estão sob regime especial

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Dados oficiais da Susep indicam que 50 empresas do mercado supervisionado ainda estão em regime de falência, liquidação extrajudicial ou ordinária.
Segundo o site da autarquia, constam da lista de empresas em liquidação extrajudicial as seguintes seguradoras: Federal Vida e Previdência e Federal de Seguros; Confiança, São Paulo, Internacional de Seguros, Edel, Preferencial, Vida Clube de Seguros, Cruzeiro do Sul, Nobre, Santos, AVS, Mutual e Nova York.
Também estão nessa lista as entidades de previdência complementar aberta Prevbras – Sociedade Nacional de Previdência Privada e o Montepio MFM, além das sociedades de capitalização Valor, Interunion e Urano.
Já as empresas em liquidação ordinária são a Companhia Central de Seguros e a Montevan Previdencia Privada.
Além disso, estão em falência as seguradoras GNPP, BCS, Martinelli, Interbrazil, Companhia Interestadual de Seguros, Catarinense, Sulina, Segurança, Carioca, Maxlife, Planalto, SDB, Caixa Geral, Ajax, Monarca, APS, Absoluta, Âncor…

Pesquisa lista os 10 maiores riscos para as empresas em 2017

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Envolvendo mais de 700 executivos de diferentes países, estudo aponta que preocupações com as condições econômicas e ameaças cibernéticas lideram a lista


Mudanças frequentes na liderança política nacional, o rápido desenvolvimento da revolução digital, o terrorismo global e o aumento dos custos na saúde são alguns dos riscos mais temidos pelas empresas em 2017. A constatação é da quinta edição do relatório “Perspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2017”, elaborado pela consultoria global Protiviti, em parceria com a Universidade Estadual da Carolina do Norte.
O estudo avaliou as preocupações mais latentes de 735 executivos de diversos segmentos da indústria nos Estados Unidos, Europa e Ásia-Pacífico, classificando os riscos em três dimensões: macroeconômicos, estratégicos e operacionais.
De acordo com a pesquisa, 72% dos entrevistados indicaram que as incertezas associadas às condições econômicas terão um impacto significativo sobre as empresas em 2017 e em maior medida do…

Corte nos juros é positivo, mas ainda insuficiente para o mercado imobiliário

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Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, elogiou o anúncio do Copom de cortar 0,75% da taxa Selic. Porém, o impacto da medida para o setor imobiliário é pequeno.
A redução de 0,75% da taxa Selic, de 13,75% para 13% ao ano, apesar de extremamente positiva para o País, não altera as condições atuais de produção imobiliária, que está desaquecida há dois anos consecutivos. "É muito positivo esse corte na taxa de juros, porque reafirma a preocupação do Banco Central em reativar a economia e estimular a geração de empregos. Mas, particularmente para o mercado imobiliário, a medida é insuficiente", avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.
A desaceleração da inflação e a queda dos juros são medidas necessárias, conforme Amary, mas ainda seguem isoladas para o setor. "Sozinhas, elas não funcionam para a indústria imobiliária, cuja atividade é de longo prazo e dependente do custo do crédito. Somente com dinheiro 'barato' os empresários conseguirão lançar novas unidades…