segunda-feira, 28 de junho de 2010

Limite de garantia emitida pode chegar a R$ 300 bi em 2010

Limite de garantia emitida pode chegar a R$ 300 bi em 2010

O mercado de Seguros Garantia é um dos mais promissores ramos dos próximos anos. Em 2009, o setor emitiu R$ 100 bilhões, valor que pode duplicar e até triplicar neste ano alcançando a casa dos R$ 300 bilhões. "O Brasil é um canteiro de obras e é considerado a bola da vez. Com o PAC, Olimpíadas, Copa e projetos de energias renováveis e de petróleo, esperamos arrecadar o dobro do valor obtido no seguro garantia em 2009 e quem sabe até triplicar o limite emitido no exercício de 2010", avaliou Edson Toguchi, Edson Toguchi, superintendente de Produtos Financeiros e Responsabilidades da Allianz Seguros durante o 5º Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, organizado no dia 22 de junho pela Allianz Seguros no hotel Intercontinental, em São Paulo.

No ano passado, os prêmios da carteira somaram R$ 696 milhões, incremento de quase 40% na comparação com o exercício imediatamente anterior, segundo dados da Susep. No Brasil, o seguro garantia representa 0,03% do PIB. Em outros países da América Latina esse percentual é maior: o México é de 0,04% e no Panamá é de 0,28%. Depois do ingresso do Brasil no acordo de Basileia, este ramo ganhou ainda mais força no País. Isso porque as fianças bancárias ficaram caras, os bancos restringiram a sua atuação e deixaram o espaço aberto para as seguradoras. A possibilidade de negociação no momento de um sinistro também viabiliza este seguro. Atualmente, 22 seguradoras e 18 resseguradoras operam neste ramo. Diante das prósperas demandas de infraestrutura, mais players podem iniciar operações no Brasil. "O Brasil é o primeiro, se não o segundo principal país em obras no mundo", corroborou Toguchi.

Até o Governo quer sua fatia do bolo. Sob a justificativa de falta de capacidade para garantir as grandes obras - rumores começaram com a crise econômica mundial, quer criar a Empresa Brasileira de Seguros (EBS). O objetivo da estatal é trabalhar em parceria com o setor e não ser mais uma concorrente. No entanto, o tema ainda gera muitas discussões no mercado. Para o superintendente da Allianz, por conta do número elevado de grandes projetos, há acúmulos de riscos. "Há restrição de crédito para algumas empresas e temos poucas grandes construtoras", explicou. "Juntando as seguradoras que operam com garantia, a capacidade de contratos automáticos já é superior a R$ 2 bilhões".

Tânia Amaral, superintendente de Riscos Financeiros da Munich Re do Brasil e debatedora do Fórum, tem a mesma opinião. Na visão da especialista, apesar do seguro garantia ainda carecer de evoluir em termos de produto e de regiões exploradas, é um segmento bem desenvolvido tecnicamente. "Os projetos são imensos e com apólices de valores muito altos. Isso gera acumulação de riscos nas construtoras e empreiteiras, que querem estar em tudo", analisou.

De acordo com ela, das 20 empresas com maiores exposições de risco do mundo na Munich Re, dez são brasileiras. "Os contratantes exigem valores altos e querem passar todo o risco para o seguro garantia, exigindo produtos que não são ofertados em nenhum lugar do mundo".

Porém, Tânia lembrou que o mercado brasileiro de garantia, embora seja recente, já conta com produtos desenvolvidos conforme as necessidades locais. Para Toguchi, o cenário não só mostra que o setor está preparado para as grandes obras, como também permitirá que a Copa 2014 e as Olimpíadas sejam realizadas de forma satisfatória. "O mercado está bem preparado e tem disposição para pagar o prêmio adequado", concluiu.

Fonte: Aline Bronzati - Revista Apólice

Att.

Patricia Campos

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ANS quer mediar conflito entre plano e paciente

Agência promete apurar denúncia do consumidor com mais rapidez, para que operadora autorize procedimento

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pretende colocar em prática, em agosto, um novo mecanismo de mediação de conflitos entre operadoras de planos de saúde e consumidores que tiverem pedidos de cobertura negados.

Com o uso da Notificação de Investigação Preliminar (NIP), a agência promete apurar denúncias dos pacientes com mais rapidez, permitindo que as administradoras revertam suas decisões e autorizem procedimentos médicos - evitando punições e criando uma alternativa às ações judiciais que garantem atendimentos por meio de liminares.

Pelo novo modelo, as operadoras denunciadas à ANS por negar pedidos de cobertura de exames, tratamentos e cirurgias que deveriam atender serão notificadas e terão até cinco dias para decidir se revertem a decisão ou mantêm a negativa. Os processos administrativos, então, passam a ser abertos apenas se não houver acordo e a agência confirmar a irregularidade.

No projeto-piloto realizado pela agência desde outubro 2008, 56% das reclamações de pacientes foram resolvidas e as denúncias, arquivadas. O novo modelo passa por consulta pública até o fim do mês no site ans.gov.br para receber sugestões e contribuições da sociedade.

Atualmente, as multas aplicadas pela ANS são consideradas uma forma de evitar que casos semelhantes se repitam, mas não beneficiam o cliente lesado. "Sabendo que o órgão de fiscalização deixa de ser um mero aplicador de multas e passa a mediar conflitos, o consumidor passa a recorrer à ANS como mais uma instância de defesa", diz Solange Mendes, diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa as operadoras.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) crê que a NIP pode contribuir para reduzir o número de ações judiciais por negativas de cobertura, mas estima que apenas casos mais simples sejam revertidos. "Provavelmente, só os casos mais absurdos serão resolvidos, como procedimentos que estão no rol obrigatório e são negados", afirma a advogada Daniela Trettel. "A ANS tem uma série de posições desfavoráveis aos consumidores e, em geral, não entra em discussões referentes a cláusulas abusivas, por exemplo."

Há o temor de que operadoras passem a usar a NIP como um modo de adiar processos administrativos. Por isso, Daniela defende a aplicação de multas mesmo quando a negativa for revertida. A Fenasaúde diz que a ANS pode impedir a prática. "Se as empresas passarem a negar sistematicamente a cobertura por má-fé e acabarem autorizando o procedimento quando questionadas pela ANS, então a agência pode multá-la e até aplicar uma punição mais severa."

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Critica de Daniela Trettel

Se a empresa puder dizer não ao consumidor e autorizar o procedimento sem punição, o mecanismo perderá a eficácia.

Fonte: Bruno Boghossian / RIO - O Estado de S. Paulo

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Expectativa de crescimento de 100% do Seguro Garantia



Na esteira do crescimento econômico brasileiro, o setor de seguro garantia bate recordes de desempenho. Em 2007, foram emitidos R$342,5 milhões em prêmios. Em 2009, foram R$696 milhões e a expectativa para este ano é de que haja um incremento de 100%. Este foi o tema abordado por Edson Toguchi, superintendente de Produtos Financeiros e Responsabilidades da Allianz Seguros, durante o 5º Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, organizado pela Allianz Seguros em São Paulo.

Toguchi destacou que o Brasil vive um dos melhores momentos econômicos de sua história, com elevados investimentos em infraestrutura, sobretudo graças ao PAC, aos grandes projetos de energia limpa, à construção civil, à Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. “De janeiro a abril, foram emitidos R$226,7 milhões em prêmios. A expectativa é de que as 22 seguradoras e 18 resseguradoras que neste segmento do mercado brasileiro faturem até R$ 900 milhões em 2010”, afirmou

A Allianz também vem registrando crescimento acima da média. No ano passado, enquanto o mercado cresceu 40%, a seguradora obteve um aumento de 73% neste setor. “Já estamos negociando o seguro garantia para a reforma de estádios, ampliação e construção de aeroportos e projetos de transportes”, afirmou Toguchi.

Tânia Amaral, superintendente de Riscos Financeiros da Munich Re do Brasil e debatedora do Fórum, ressaltou que o seguro garantia tem muito potencial de penetração e terreno para crescer no País. “No Brasil, o setor representa 0,03% do PIB, índice abaixo da média da América Latina. Há muitos segmentos e regiões do País em que esta modalidade não é bem difundida”, acrescentou. Entre as preocupações do setor, Tânia Amaral ressaltou a concentração de riscos. “As principais empresas estão em todos os grandes projetos e querem entrar em todos que estão aparecendo. Isto gera um desconforto para o mercado”, acrescenta.

Fonte: Seguro em Pauta

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Previdência: planos individuais têm crescimento de 33,56% e captação de R$ 3,1 bilhões

O mercado de previdência privada aberta teve captação de R$ 3,6 bilhões em abril, receita 34,61% a mais que a totalizada no mesmo mês do ano anterior, quando o volume de depósitos no sistema foi de R$ 2,7 bilhões.


Novamente, o VGBL – produto indicado para quem não declara imposto de renda ou o faz pelo formulário simplificado – liderou o mercado, ao apresentar captação de R$ 2,9 bilhões no mês, uma expansão de 34,36% em comparação aos R$ 2,2 bilhões arrecadados no mesmo período de 2009. O VGBL é um seguro de vida com caráter previdenciário por possuir cobertura por sobrevivência.

O PGBL – produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda – por sua vez obteve arrecadação de R$ 430,8 milhões no período, alta de 87,79% na comparação com o mesmo mês de 2009 quando a captação foi de R$ 229,3 milhões.

Os chamados Planos Tradicionais — que garantem atualização monetária, taxa de juros mais até 6% ao ano — apresentaram queda de 7,13% no período com captação de R$ 259,4 bilhões. Os demais produtos de previdência (FAPI, PRGP e VGRP) responderam pela arrecadação de R$ 1,1 milhão, queda de 14,49% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quanto foi captado R$ 1,3 milhão. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que reúne 65 seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no País.

Na avaliação mensal, os planos individuais arrecadaram R$ 3,1 bilhões e registraram alta de 33,56% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Os planos empresariais por sua vez cresceram 116% no período com captação de R$ 430,1 milhões. Já os planos para menores, voltados principalmente para investidores interessados em formar poupança de longo prazo para os filhos e netos, arrecadaram R$ 110,4 milhões em abril de 2010.

As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar – apresentaram saldo de R$ 186,7 bilhões em abril de 2010, o que representou uma alta de 23,42% na comparação com o mesmo mês de 2009, quando as reservas do setor totalizaram R$ 151,3 bilhões.

As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo, 34,33%, passando de R$ 77,5 bilhões para R$ 104,1 bilhões entre abril de 2009 e 2010. O PGBL cresceu 20% em abril de 2010 e as reservas do produto passaram de R$ 41,7 bilhões para R$ 50,1 bilhões entre 2009 e 2010. As reservas de planos tradicionais passaram de R$ 31,5 bilhões para R$ 31,9 bilhões, crescimento de 1,40%.

Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de depósitos no sistema de previdência complementar, com 55,75% do total, seguidos pelos PGBL, com 26,86% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 17,11% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI - completam a equação, com 0,27%.

Em relação à carteira de investimentos – que corresponde aos ativos que garantem as provisões técnicas – o mercado de previdência complementar cresceu 24,75% em abril de 2010 na comparação com o mesmo mês do ano de 2009. Com isso, a carteira do setor corresponde ao saldo de R$ 194 bilhões em abril.

O VGBL obteve alta de 34,46% do total de recursos, passando de R$ 77,2 bilhões para R$ 103,8 bilhões. Já o PGBL cresceu 20,39% no período. A carteira do produto passou de R$ 41,9 bilhões para R$ 50,4 bilhões entre 2009 e 2010.

Os Planos Tradicionais apresentaram saldo de R$ 39,2 bilhões, alta de 9,33%. Os demais produtos (FAPI, PRGP e VGRP) tiveram saldo de R$ 502,7 milhões.

No acumulado de janeiro a abril, o mercado de previdência privada aberta registrou captação de R$ 13,7 bilhões, alta de 29,62%, na comparação com os R$ 10,5 bilhões arrecadados no mesmo período do ano anterior. Os planos individuais acumularam R$ 11,4 bilhões, ante os R$ 8,4 bilhões do mesmo período do ano anterior. Os planos empresariais, por sua vez, tiveram captação de R$ 1,8 milhão, alta de 31,72%. Os planos para menores arrecadaram R$ 444,4 milhões.

O VGBL acumulou R$ 10,8 bilhões, evolução de 37,49% no período. Já o PGBL totalizou R$ 1,7 bilhão, crescimento de 13,20%. Os Planos Tradicionais por sua vez tiveram queda de 2,02% e somaram R$ 1,14 bilhão.[3]

Os dados da Fenaprevi informam que há 11,4 milhões de contratos de planos previdenciários. Atualmente, cerca de 102 mil pessoas são beneficiadas pelas coberturas de pecúlio, pensão e aposentadoria.

Fonte: F e n a s e g

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Mercado de seguros movimenta 3,4% do PIB brasileiro em 2009

Composto por 115 seguradoras, o mercado nacional de seguros movimentou mais de R$ 107 bilhões em 2009, número que corresponde a 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Cerca de 50% deste total retornou à sociedade em indenizações de seguros gerais, cifra que coloca o Brasil na 17ª posição mundial deste segmento.

No caso dos seguros relacionados à saúde humana, 83% do valor arrecada do voltou para a sociedade."Esses números são reflexos da retomada da economia mundial, mas também mostram claramente que a sociedade está cada vez mais consciente do papel positivo que os seguros têm. Eles são o que nós chamamos de bem necessário", analisa o presidente do Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg SP), Mauro Batista.

As modalidades de seguros são cada vez mais compreendidas como instrumentos de proteção e reparação indispensáveis. A implantação do seguro na sociedade está relacionada com o mutualismo (interação que traz benefício para ambas as partes envolvidas) e previdência (capacidade de manter reserva). "As carteiras estão se diversificando para atender as novas necessidades das pessoas, e neste aspecto os seguros praticados em outros mercados servem de modelo", comenta Mauro Batista.

Fonte: Redação - Agência IN

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Entrevista: Jair Carvalheira, presidente da Comissão de Transportes da FenSeg

Os números de receita e sinistralidade mostram que o ano promete ser favorável para o seguro de transporte. O presidente da Comissão de Transportes da FenSeg, Jair Carvalheira, confirma o prognóstico positivo.


Qual a perspectiva das vendas para o primeiro semestre e para o ano?

O seguro de transportes está diretamente atrelado ao desenvolvimento da economia e, por conseguinte, à movimentação do comércio internacional e interno, e assim temos os transportes ocorrendo nos diversos modais. Observamos pelos dados da Susep que o prêmio do mercado no primeiro trimestre registrou um crescimento na casa de 11% em relação ao ano anterior e, a julgar da estabilidade da economia nos meses de abril e maio, acredito que teremos o primeiro semestre com resultado positivo, demonstrando uma superação da crise do ano anterior, pois, normalmente, o primeiro trimestre é mais fraco, em razão das vendas menores em janeiro e, em fevereiro, por ser um mês mais curto e resultar em redução no número de viagens. Nossa expectativa é que, no segundo semestre, continue bem e como de costume aumente os negócios, garantindo o crescimento continue.

Que fatores podem impulsionar ou inibir as vendas no plano macroeconômico?

Como citei na questão anterior, o seguro de transportes está diretamente relacionado à economia. Portanto, o crescimento na linha automotiva, as construções, as exportações e o câmbio estável são fatores que ajudam o crescimento nos negócios de transportes. Por outro lado, se ocorrer uma instabilidade econômica, com certeza o impacto será imediato nos seguros de transportes.

Em relação à sinistralidade, como anda seu comportamento?

Observamos também que houve uma redução na sinistralidade do mercado no primeiro trimestre de 2010, que foi 57,9% contra 65,1% registrado em 2009. No montante de sinistro, também houve uma redução na casa de 17%. Esperamos que a sinistralidade do primeiro semestre continue na casa de 58%. Se no decorrer do ano o prêmio se mantiver 11% maior que em 2009 e a sinistralidade comportada, é possível que resultado final fique bem melhor que 2009, que fechou em 62%, e termine em torno de 57%.

Vale lembrar que, dada a concorrência acirrada em 2009, verificamos que houve uma redução no prêmio 5,5%, ao passo que a sinistralidade foi de 61,95%, contra 61,17% de 2008, o que obrigou as seguradoras reverem seus preços, o que possivelmente contribuiu para o aumento de 11% registrado no primeiro trimestre.

Fonte: Fenaseg

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Floresça

No principio da vida todos são iniciados como sementes…

Quando o primeiro broto surge, o Mundo é apresentado a ele e muitas vezes os brotos se perguntam:

"Como brotei?"

Outros nem sequer se dão conta.

Vivencie o broto do momento…

Flua nesse brotar…

Cultive com amor o seu território, não deixe as ervas daninhas, construídas de sua própria ilusão, interferirem no seu crescimento…

Vivencie este crescimento…

Assim você será uma bonita árvore cheia de sabedoria e amor a oferecer…

Sinta a necessidade do coração e vá em frente escalando a Misericórdia Divina.

Acredite você vai conseguir…

Brote! Cresça!

Sinta se você está crescendo no caminho certo, identifique, faça o movimento verdadeiro para que sua árvore não míngüe.

Florescer na vida é florescer no hoje, no agora e no amanhã!

Floresça na sua vida, simplesmente floresça no colo de Jesus!!

E, detalhe, ensine os outros a florescer.


E que no caminho de Jesus, e com Jesus, sua vida Floresça cada dia mais e mais.

Paz e Bem!


Patricia Campos

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Motos com seguro são uma raridade

O eletricista de automóveis Antonio Rodrigues de Oliveira comprou uma moto Suzuki Intruder 125 zero quilômetro há pouco mais de um mês. Ela vale quase R$ 5 mil e ele está pagando mais R$ 636 de seguro, o que equivale a aproximadamente 13% do valor do bem. No caso do seguro de automóvel, o proprietário paga um porcentual que varia de 5% a 8%.

Esse custo maior para o motociclista faz com que Oliveira seja uma exceção entre os proprietários de motos. Mesmo estando mais sujeitas a acidentes e roubos do que os carros, apenas 2% das motocicletas que circulam no país estão cobertas por seguro. Ramiro Fernandes Dias, diretor executivo do Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso do Sul, arrisca dizer que por aqui o índice pode ser até menor, cerca de 1,5%.

Suzuki Intruder 125: poucas empresas fazem seguro para baixa cilindrada

Oliveira conta que teve outras motos antes, mas como eram mais velhas, nunca havia feito seguro. Porém desta vez, mesmo usando a sua Suzuki Intruder só para lazer, ele decidiu não arriscar. O seguro não pesa no bolso. O que pesa muito mais é o prejuízo que vou ter se o ladrão levar , completa.

Restrição

Segundo Ramiro Dias, muitas empresas nem aceitam fazer o seguro de motos com menos de 250 cc por causa da política de aceitação de risco. E se o veículo for usado para trabalho, então, é praticamente impossível encontrar uma seguradora que aceite esse cliente. O motoqueiro que tem a moto para lazer conduz de forma diferente daquele que trabalha com o veículo. Esse pratica uma direção mais agressiva .

E o impasse parece sem solução. O custo do seguro é alto porque tem poucos veículos segurados e as seguradoras não veem possibilidade de aumentar o número de clientes porque o volume de sinistros é muito grande. Dias cita um dado do Seguro DPVAT: as motos são cerca de 25% da frota brasileira, mas estão envolvidas em 59% dos acidentes.

A definição do custo de um seguro também leva em consideração o perfil do condutor. E nesse ponto a motocicleta, mais uma vez, não aparece em uma situação confortável. De acordo com a Abraciclo, a entidade que reúne os fabricantes, o consumidor de motos têm entre 21 e 35 anos (40%) e é homem (75%). E esse perfil, para as seguradoras, é considerado de maior risco.

Susto

Proprietários de motos maiores e que usam o veículo para lazer conseguem fazer o seguro pagando uma quantia mais acessível em comparação com o valor do bem. O major aposentado do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná Celso Acir Zarugner, 55 anos, tem uma Yamaha Drag Star XVS 650, ano 2008, que vale R$ 20.338. O seguro sai para ele por R$ 830, cerca de 4% do valor do bem.

Mas antes de se render a esse tipo de proteção, Zarugner passou por uma experiência desagradável. Ele conta que no fim do ano passado estava em sua Suzuki Burgman 400 quando foi atingido por um carro, sem seguro, que avançou uma preferencial. A moto também não estava segurada. Motos com menos de 500 cc têm o seguro muito caro, proporcionalmente ao valor , diz ele.

Depois do acidente, o major aposentado vendeu aquela moto e comprou a Drag Star, de maior cilindrada, e fez o seguro. Foi a primeira vez que ele decidiu investir na proteção. Ele conta que usa sua Yamaha todos os dias porque é mais econômica do que o carro e mais prática para enfrentar o trânsito e também para estacionar.

Zarugner garante que vale a pena fazer o seguro, principalmente porque o conserto dessas motos grandes é muito caro. Com roubo, não me preocupo tanto porque não são motos visadas. Também não me preocupo muito com acidentes porque não uso a moto para o trabalho , explica o major aposentado.

Fonte: Jornal de Londrina - PR

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Brasil e Japão fecham acordo previdenciário que beneficia 340 mil trabalhadores

Brasil e Japão acabam de fechar acordo na área de Previdência Social, para que imigrantes usem o tempo de serviço no exterior para o cálculo das aposentadores nos dois países.


Em vigor a partir de 2011, o acordo deve beneficiar 250 mil brasileiros que vivem no Japão e 90 mil japoneses que trabalham no Brasil, segundo informações da Agência Brasil.

Acordos previdenciários semelhantes já foram firmados com dez países, entre eles, Argentina, Cabo Verde, Itália e Portugal. A negociação com o Japão, no entanto, levou seis anos para ser finalizada.

“Os japoneses são muito detalhistas, por isso o acordo demorou a sair”, declarou a chefe do Setor de Comunidades da Embaixada do Brasil em Tóquio, Patrícia Cortes.

Regras

Em função da lei japonesa, os estrangeiros podem pedir o reembolso de uma parte das contribuições feitas ao sistema previdenciário ao deixar o país definitivamente. Pelo acordo, porém, a aposentadoria só será possível se os trabalhadores não resgatarem esse valor.

No Japão, o período mínimo de contribuição para se aposentar é de 25 anos, mas os maiores benefícios são pagos àqueles que contribuem mais de 40 anos. No Brasil, a contribuição mínima é de 35 anos para homens e 30 anos para mulheres.

Fonte: Evelin Ribeiro - InfoMoney

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