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Mostrando postagens de Abril, 2011

É melhor usar a previdência privada para investir ou para aposentadoria?

RESPOSTA DO PROFESSOR DA FGV WILLIAM EID JR - A grande vantagem da previdência é a tributária. Se você colocar lado a lado um plano PGBL ou VGBL e um fundo de renda fixa com os mesmos custos, a previdência vai render mais. Por quê? Porque há uma postergação do imposto a pagar. Você só vai pagar o imposto de renda quando resgatar sua aplicação, e todo o dinheiro que você pagaria para o governo durante o período de investimento, rende para você. Então é melhor deixar o dinheiro bastante tempo. E há ainda uma diferença entre o PGBL e o VGBL: no PGBL você pode abater até 12% da sua renda bruta fazendo depósitos no plano. Por exemplo, se você ganhou R$ 100 mil no último ano e depositou R$ 12 mil num PGBL, esse valor será abatido da sua renda bruta. E você só vai pagar o imposto de renda sobre eles quando sacar o investimento. No VGBL, você só posterga o pagamento do imposto de renda sobre os rendimentos. Então o PGBL é dirigido para as pessoas que declaram o imposto de renda pe…

Você está bem protegido com seu seguro de Vida em Grupo?

Você já parou para pensar nessas questões: o seguro de vida em grupo oferece proteção suficiente e adequada? Quais são as diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida em grupo?
No Brasil, o seguro de vida predominante é o coletivo, sendo a participação do seguro individual irrelevante no mix de faturamento do mercado (representa menos de 8% do faturamento do mercado de seguros de vida, enquanto nos mercados desenvolvidos representa mais de 50% do mix).

Essa predominância do seguro de Vida em Grupo data da década de 60. Tratava-se de um modelo de negócios muito mais aderente ao ambiente de inflação crescente da ocasião. Os outros vetores que impulsionaram o crescimento elevado do seguro de Vida em Grupo no Brasil foram os custos operacionais e de cobrança menores, menor investimento no canal de distribuição em relação ao Vida Individual, que exige investimentos muito maiores e, portanto, um prazo de retorno do investimento muito maior também.

Não pretendo…

Justiça ainda não atingiu consenso sobre o direito do segurador de não renovar seguro

A Resolução 117/04 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) definiu e o Código Civil confirmou, no artigo 774, que “a recondução tácita do contrato pelo mesmo prazo, mediante expressa cláusula contratual, não poderá operar mais de uma vez”. Mas a resolução traz uma ressalva no parágrafo único do artigo 30 em relação ao direito do segurador de não renovar o seguro de vida, desde que comunique essa decisão ao segurado 60 dias antes do final da vigência da apólice.“Ainda que se aplique o Código de Defesa do Consumidor à relação contratual securitária, deve prevalecer a autonomia do direito de contratar, cuja ideia é não perpetuar o contrato”, afirma a advogada Glaura Cristina G. de Carvalho e Silva, do escritório Chalfin, Goldberg & Vainboim. Para ela, não se pode confundir “o direito à renovação automática” com o “direito à renovação perpétua”.
Algumas decisões de tribunais corroboram esse entendimento. Esse é o caso de uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas G…

Riscos declináveis.

Como explicar para os clientes que seus riscos não são mais aceitáveis?Foram mais de quinze anos para que a abertura do mercado de seguros se concretizasse. Conquistada esta vitória, o que se vê agora é uma discrepância e recusa de inúmeros riscos que estão prejudicando diretamente o segurado, que antes contava com coberturas e proteção.
Humberto Marques, diretor executivo da Bradesco Seguros, comenta que após a abertura do mercado as seguradoras avaliaram suas carteiras, definindo e identificando nichos de negócios. “Buscando, assim, as resseguradoras a partir de avaliações internas de espaços e tarifas”. Wady Cury, diretor técnico da Mapfre, informa ainda que os contratos de resseguro trouxeram uma nova tarefa às seguradoras, “elas passam a ser gestoras de contratos e é natural que a resseguradora interaja na aceitação do risco”.
Neste novo cenário, o corretor tem um papel fundamental na colocação do risco. “A grande questão é como transformar riscos declináveis em aceitáv…

Corrida para acertar contas com o Leão

IMPOSTO DE RENDA Mais de 1 milhão de mineiros não entregaram declaração e contadores já registram movimento maior de contribuintes. Preço do serviço sobe - Marta VieiraA tres dias do prazo final de entrega da Declaração do Imposto de Renda 2011 - ano base 2010, exatamente 1.091.791 contribuintes mineiros retardatários vão se embolar no rolo compressor da entrega do documento pela internet até as 23h59m59s desta sexta-feira. Do universo de 2,4 milhões de pessoas obrigados a prestar contas ao Leão em Minas Gerais, conforme estimativa da Receita Federal, faltam 45,5% para regularizar a sua situação. A conta significa que nada menos de 272,9 mil declarações por dia terão de chegar ao sistema de recepção virtual do órgão nesta reta final, de acordo com balanço divulgado às 17h40 de ontem. Do universo total de declarações que o Leão espera, 1.308.209 mineiros entregaram o documento, ou seja, 54,5%, percentual inferior à média nacional de 59% dos brasileiros que prestou contas à R…

O valor da família

A melhor coisa que pode haver é pertencer a uma família. Chegar em casa sem clarinadas e simplesmente ser acolhido com naturalidade, pertencer-se um ao outro. Na família, devemos ser aceitos, respeitados pelo que somos, amados, mesmo sabendo que temos falhas e cometemos erros.Na família, podemos encontrar a força de um relacionamento que é determinada pela disposição dos seus membros em compartilharem seus sentimentos e de permanecerem abertos um para o outro.Deus, criou a família porque Deus é família.
Que Deus continue derramando bençãos e graças em sua família.
Patricia Campos
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Japão: perdas com terremotos têm custos estimados em até US$ 34 bi.

As indenizações para segurados que tiveram perdas patrimoniais, incluindo lucro cessante pela paralisação da operação, devido ao terremoto no Japão em 11 de março, já são estimadas em US$ 26 bilhões pelos especialistas internacionais. Essas estimativas incluem seguros de residências, linhas industriais e comerciais locais e internacionais, contratos facultativos, embarcações e aviação.[3]
Agregando os valores que deverão ser pagos em seguro de vida e apólices de saúde, o total a ser pago pelas seguradoras pode alcançar US$ 34 bilhões, segundo a RMS, empresa especializada em catástrofes. Se a quantia se confirmar, esse será o evento mais caro da índústria de seguros nos últimos cinco anos, informou o economista chefe da pesquisa da RMS, Robert Muir-Wood, em nota distribuída à imprensa. Segundo a RMS, as indenizações para danos causados em residências e cooperativas representarão 60% do valor estimado. Algo entre 30 e 35% do desembolso das seguradoras será para pagar danos a…

Taxas de seguro permanecem estáveis no primeiro trimestre

Mesmo com um nível recorde de perdas catastróficas no primeiro trimestre, os aumentos das taxas de seguro ficaram limitados às exposições afetadas pelas perdas. A conclusão é do estudo "Spring 2011 Insurance Market Update" da Marsh. Em determinadas regiões do mundo e de ramos de negócios não afetados por perdas recentes, houve pouca mudança nas condições de mercado nos primeiros três meses do ano. De acordo com o estudo, a capacidade de seguros global continua abundante, especialmente para novos negócios. Apesar de não ter havido impacto nas taxas neste período, o relatório mostra que as empresas com exposições a catástrofes, especialmente aquelas situadas em regiões afetadas por eventos recentes devem experimentar aumentos nas taxas no período de renovação das apólices. Mesmo não havendo mudança imediata no mercado, muitos orçamentos de seguradoras e resseguradores para perdas catastróficas em 2011 já foram substancialmente tomados, ou mesmo ultrapassados, devid…

ANS vai atualizar coberturas obrigatórias

A ANS já está trabalhando para atualizar o rol de coberturas dos planos de saúde, que devem passar a valer a partir de janeiro de 2012. Para isso, a agência colocou as novas regras em audiência pública, até 14 de maio, em seu portal.
A lista de inclusões engloba 50 novos procedimentos e eventos. São 36 tipos de cirurgias por videolaparoscopia (menos invasivas), entre as quais redução de estômago, retirada de vesícula e adenóide; injeção intravítrea, marcação pré-cirúrgica guiada por ressonância magnética e nova indicação para o uso de pet scan. Além disso, há novas diretrizes para consultas com nutricionista e sessões de terapia ocupacional.

Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), em 2009 foram feitas 45 mil cirurgias, 25% delas por meio do vídeo. No ano passado, foram 60 mil operações, 35% por vídeo.

A maior evolução da cirurgia bariátrica é sua realização por vídeo. Na técnica convencional, a SBCBM explica que é feito um corte de 20 cm no…

ANS discute plano de saúde para demitidos.

Agência recebe sugestões para regulamentar lei que garante a extensão da cobertura assistencial
A regulamentação da lei que garante a manutenção da cobertura assistencial de saúde a aposentados e demitidos sem justa causa nas mesmas condições do período de vigência do contrato de trabalho é tema da consulta pública aberta pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O processo, iniciado na terça-feira, segue até o dia 18 de maio.

O objetivo é esclarecer pontos considerados "omissos" ou "controvertidos" em resoluções anteriores e nos artigos que garantem a manutenção do benefício na Lei 9.656/98, que regula os planos e seguros privados de assistência à saúde. Um dos pontos que a resolução estabelece é a portabilidade de carências para os demitidos e aposentados.

"A lei garante o direito de manutenção como beneficiário nas mesmas condições. Não é permanecer no mesmo plano, mas nas mesmas condições assistenciais", explicou a gerente-geral de Es…

ANS: é proibida cobrança de valores adicionais por consultas cobertas pelos planos.

Manifestação da agência reguladora ocorre depois que médicos do DF passaram a cobrar uma sobretaxa de até R$ 60 por consulta dos clientes de planos de saúde
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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou que as operadoras de seguros e planos de saúde devem oferecer alternativa de atendimento quando o prestador de serviço credenciado cobrar valor adicional do usuário. A manifestação da agência reguladora ocorre depois que médicos do Distrito Federal passaram a cobrar uma sobretaxa de até R$ 60 por consulta dos clientes de planos de saúde.
"É vedada a cobrança de valores adicionais por consultas ou qualquer outra prestação de serviço que tenha cobertura obrigatória pelo plano contratado. Caso algum prestador de serviço de saúde anuncie a cobrança de valores adicionais para o beneficiário, a operadora deve ser comunicada e oferecer alternativa de atendimento sem qualquer ônus", diz o comunicad…