terça-feira, 28 de agosto de 2018

Conheça o novo CONSÓRCIO DE PESADOS


O Porto Seguro Consórcio encontrou no mercado uma nova oportunidade de negócio: o Consórcio de Máquinas e Veículos Pesados.
O segmento em expansão prevê contemplar veículos como caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, tratores, além de implementos rodoviários e agrícolas, como carrocerias com créditos de R$ 150 mil a R$ 300 mil.



Não pague juros exorbitantes nos financiamentos.

Com o Consórcio de Veículos e Maquinários Pesados você paga 14% de taxa de administração, tem o prazo de 120 meses para pagar, em grupos compostos por até 360 pessoas/empresas, com lances livres e fixos (podendo utilizar até 30% do valor de sua cota para o lance).

Entre em contato conosco e comece a programar a renovação de sua frota e/ou de seus maquinários.


Patricia Campos

Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477
E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br
Site: www.patriciacamposcorretora.com.br
Blog: patriciacamposcorretora.blogspot.com

segunda-feira, 16 de julho de 2018

ANS está inviabilizando a saúde privada no Brasil

Inicio este, questionando: como pode haver agência que regulamenta, controla e fiscaliza o Contrato privado entre Operadoras de Saúde e o Consumidor e não há tanta competência para regular, controlar e fiscalizar o atendimento médico-hospitalar do SUS e a população pagadora de impostos (diretos e indiretos)?

Desde 1998 é "vendido" à população brasileira que as Operadoras de Saúde abusaram em seus contratos com o consumidor, negando procedimentos (que não estavam em contrato), reajustando abusivamente (usando índices inflacionários constantes em contrato) e cancelando unilateralmente o contrato.

Para "salvar" a população foi aprovada a Lei 9656/98 e criada a ANS.

Inicialmente seria a "garantia" dos consumidores contra a "voracidade" de "empresários inescrupulosos" que negavam atendimentos médico-hospitalares (de procedimentos não previstos em Contrato) e reajustavam com índices exorbitantes (sendo que a inflação na época vinha galopante).

Lançaram um Rol de procedimentos médico-hospitalares e criaram a expectativa de controle aos reajustes abusivos e a garantia de que os Contratos Individuais não poderiam ser cancelados pelas operadoras dos planos de saúde.

Rapidamente ganharam a adesão e aprovação da população brasileira que caiu no "conto do vigário" das falsas promessas de um projeto nefasto que pretendia, a longo prazo, nivelar a população no péssimo e descontrolado atendimento do SUS ao mesmo tempo que tornava refém as operadoras que se mantivessem no mercado.

Em 20 anos da criação da Lei 9656/98 a ANS:

* Tirou a estabilidade de reajustes conforme índices inflacionários, pré-estabelecidos em Contrato, e passaram a impor índices próprios da ANS (para planos individuais) e conforme a sinistralidade (para planos empresariais).

* Inviabilizaram a venda de planos individuais ampliando, indiscriminadamente, a lista do Rol de Procedimentos (que hoje esterelizam casais responsáveis e, no futuro, poderá ter que cobrir abortos intencionais de pessoas irresponsáveis além das malfadadas cirurgias destrutivas de mudança de sexo até para menores - conforme projetos de leis a serem aprovados).

* Obrigou (com a conivência, complacência e respaldo do STF) as Operadoras de Saúde privada a pagar ao SUS pelos atendimentos realizados pelos seus usuários. Usuários estes que são obrigados a pagar em duplicidade (SUS e Plano de Saúde) para ter direito a um atendimento de saúde com qualidade visto as péssimas condições de atendimento do sistema público de saúde.

Poderia enumerar diversos males provocados pela ANS que tira dos cidadãos brasileiros, ano a ano, as condições para manter ou adquirir um plano de saúde privado e sufoca as operadoras com altos custos advindos de amplos direitos que, muitas vezes, beneficiam um número ínfimo de usuários...

Estas ações deliberadas só nos fazem pensar que as "facilidades" criadas (e ampliadas ano a ano) foram para produzir campo fértil de obtenção de vantagens indevidas dos empresários pela quadrilha que dominou os poderes e as instituições do Estado Brasileiro.

Já os reajustes anuais (acima da inflação oficial) foram para reduzir a capilaridade de alcance da população brasileira ao atendimento digno de saúde privada.

A quem interessa inviabilizar os planos de saúde privado do mercado brasileiro?

Precisamos agir rápido para salvar os poucos que ainda têm condições de continuar pagando pelo Plano de Saúde e para viabilizar que outras pessoas possam ter condições de adquirir.

É necessário que os pré-candidatos à Presidência da República e para as cadeiras do Congresso Nacional se posicionem com projetos (reais, possíveis e isentos de ideologias) que interrompam a direção tomada pela ANS baseada na Lei 9656/98.

Por Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477
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quarta-feira, 7 de março de 2018

A você Mulher Abençoada e Querida por Deus

Neste dia especial, 8 de Março - Dia Internacional das Mulheres, venho lembrar-lhe o quanto ser Mulher é importante para o Projeto de Criação de Deus.

Deus Confiou a Família, base da sociedade, à Mulher pela sua sapiência, doçura e sabedoria.

Confiou os Filhos, base das Famílias, pelo seu senso de Justiça, de amor, de compromisso e responsabilidade.

Confiou os Maridos, base de uma casa forte e segura, para guiá-los pela razão, pela cumplicidade e pela doação de si para o bem da Família e de sua Pátria.


Confiou os pais e avós na certeza do respeito e do carinho àqueles que foram e são a pedra fundamental do futuro.

Uma Mulher tem o poder de construir um ser humano forte, capaz, íntegro e próspero com a mesma intensidade que tem de destruir àqueles que o cercam.

O poder das Mulheres, concedido por Deus, é tão avassalador que ela é sempre o alvo de covardes e criminosos que atentam contra o maravilhoso Projeto de Criação.

A você Mulher, Abençoada e Querida por Deus, que resiste a tudo e a todo mal para cumprir o que Ele te confiou dedico o vídeo abaixo para que lembre sempre que Deus nos amou tanto que enviou sEu Filho Jesus Cristo para nos defender e nos provar o quanto somos livres para cumprir a nossa parte no lindo Projeto de sua Criação!




Desejo-lhe um dia cheio de bençãos e muito amor!!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Os planos de saúde não são o diabo

Os planos de saúde privados não são os culpados por tudo. 

Mas precisam de uma legislação mais afinada com a realidade.




Tem gente que sataniza os planos de saúde privados colocando neles a culpa por todas as mazelas do sistema de saúde nacional. Das filas no SUS aos desempregados que perderam seus planos, as operadoras dos planos de saúde privados, para eles, são os vilões da história porque querem ganhar dinheiro com saúde, o que seria um crime.
Minha primeira reticência começa aí. Que profissional que trabalha com saúde não ganha dinheiro exercendo sua profissão? Indo além, será que o melhor dos mundos não seria as Santas Casas serem superavitárias? Se o fossem, não dependeriam do SUS para exercer a misericórdia e oferecer atendimento digno aos milhões de brasileiros que dependem delas.
Não tenho procuração para defender os planos de saúde privados e concordo que as diferenças entre eles são grandes e que uns operam melhor do que outros. O que não quer dizer que sejam todos bandidos ou responsáveis pelas mazelas que condenam milhões de pessoas a um atendimento chinfrim porque o governo não tem mais dinheiro para investir em saúde.
Os planos de saúde privados não são heróis. Não é essa sua função. O que eles prometem e na maioria das vezes entregam é o cumprimento de seus contratos, arcando direta ou indiretamente com os custos dos procedimentos médico-hospitalares de seus consumidores, desde que estejam cobertos.
Mas se os planos de saúde privados não são heróis, também não são demônios, nem estão aí para assombrar a vida de quem tem um problema de saúde e necessita deles. Na imensa maioria das vezes, os clientes são atendidos dentro de rotinas operacionais fáceis e sem nenhuma complicação, bastando a apresentação da carteira do plano para a realização de uma série de procedimentos.
Existem situações em que o segurado é obrigado a solicitar a autorização prévia para a realização dos procedimentos indicados, mas mesmo estas autorizações normalmente são dadas de forma rápida, sem maiores burocracias.
O exemplo da judicialização crescente do tema não é argumento válido para mostrar a má-fé ou a intenção da operadora do plano em não atender o cliente. É evidente que as operadoras não são iguais e isso pode levar a diferenças importantes nos serviços prestados, variando bastante de plano para plano.
É verdade que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) está buscando soluções viáveis para permitir que os segurados de operadoras sem escala ou condições mínimas para atendê-los dentro dos requisitos exigidos possam migrar para outras operadoras capazes de garantir-lhes o atendimento para o qual pagam. Um grande número de operadoras pequenas não tem condição de fazer frente ao quadro e a única solução é sua saída do mercado, seja pela interrupção das atividades, seja porque é absorvida por outra empresa maior e mais capitalizada.
Esta situação é consequência da Lei dos Planos de Saúde, que impede o surgimento de produtos mais afinados com a realidade.
Além disso, a crise por que o Brasil passa afastou milhões de pessoas dos planos de saúde privados. O impacto da perda de receita fragilizou mais de uma operadora, pela perda de escala, para fazer frente aos seus compromissos. Simplesmente suas despesas passaram a ser maiores do que suas receitas e ninguém consegue viver muito tempo gastando mais do que ganha.
A importância da contribuição das operadoras de planos de saúde pode ser aferida pelo número impressionante de 1,5 bilhões de procedimentos autorizados anualmente. Não só porque significam bilhões de reais pagos aos prestadores de serviços, mas porque praticamente desoneram o SUS do atendimento de 50 milhões de brasileiros que integram o sistema.
Com a retomada do crescimento, alguns milhões de pessoas devem voltar a ser clientes dos planos de saúde privados. É bom, mas é pouco para melhorar o atendimento médico-hospitalar. Os planos privados respondem por mais de 60% dos recursos investidos em saúde. Uma legislação com menos ideologia e mais pragmatismo poderia permitir que mais gente fosse atendida por eles.
Fonte: Antônio Penteado Mendonça - O Estadão

Att.

Patricia Campos
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Blog: www.patriciacamposcorretora.blogspot.com

Seguro DPVAT: calendário de 2018 já está disponível

Quitação do seguro é condição obrigatória para a emissão do licenciamento anual


O calendário de pagamento do DPVAT 2018 já está disponível e conta com novidades para os proprietários de veículos. Para efetuar o pagamento, confira a particularidade de cada Estado brasileiro neste link: https://www.seguradoralider.com.br/Pages/Saiba-como-pagar.aspx E atenção: os motoristas do Rio de  Janeiro e de Minas Gerais deverão emitir a guia referente ao DPVAT diretamente pelo site da Seguradora Líder e realizar o pagamento, separado do IPVA, nos bancos credenciados.
O pagamento do prêmio do Seguro DPVAT, administrado pela Seguradora Líder, deve ser feito no vencimento da cota única ou na 1ª parcela do IPVA. No caso de veículos isentos do IPVA, o vencimento do prêmio à vista se dará juntamente com o emplacamento ou no licenciamento anual. Vale lembrar que a quitação do Seguro DPVAT é necessária para a obtenção do CRLV, documento de comprovação do licenciamento anual do veículo e de porte obrigatório, de acordo com a RESOLUÇÃO CONTRAN nº 664/86.
Em 2018, o prêmio do Seguro DPVAT não poderá ser parcelado para nenhuma categoria de veículo. Com a nova redução do prêmio no próximo ano, o valor mínimo de R$ 70,00 por parcela, previsto na Resolução CNSP 332/2015, não será atingido.

Valores de Indenização do Seguro DPVAT

O Seguro DPVAT é um seguro de caráter social que ampara e protege todas as vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração da culpa. 
O Seguro garante três tipos de indenizações: 
  1. Morte, com indenização de R$ 13.500,00; 
  2. Invalidez Permanente, com indenização de até R$ 13.500,00; e 
  3. Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares (DAMS) em até R$ 2.700,00.




Fonte: https://www.cqcs.com.br/noticia/seguro-dpvat-calendario-de-2018-ja-esta-disponivel/

Att.

Patricia Campos
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O Porto Seguro Consórcio encontrou no mercado uma nova oportunidade de negócio: o C onsórcio de Máquinas e Veículos Pesados. O segme...