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Mostrando postagens de Outubro 5, 2010

Profissional autônomo pode fazer seguro para garantir renda mensal

Itaú Unibanco lança produto no mercado brasileiro que paga diárias de até R$ 800 em caso de acidente ou doença Roberta ScrivanoPara o profissional autônomo, deixar de trabalhar um dia é sinônimo de salário menor no fim do mês. A causa da ausência não importa. O ganha pão só depende dele. De olho nesse mercado, o Itaú Unibanco é o primeiro dos grandes bancos brasileiros a lançar um seguro de "renda protegida". Com contribuições mínimas de R$ 30,00 os profissionais liberais têm como garantia, além do comum seguro de vida, diárias de R$ 800 (no máximo, de acordo com o plano acertado no contrato). O pagamento só ocorre em caso de acidente ou doença ocorrida com o segurado. "Desenvolvemos esse produto justamente para proteger ou manter a estabilidade financeira do segurado, pagando diárias de acordo com o valor contratado", diz Luiz Butori, diretor de Pessoa Física da Itaú Seguros. Interesse. A empresária gaúcha Nilce Maria Bettoni Nobre, de 48 anos, foi uma …

Seguro Garantia alcançará R$ 1,5 bi de prêmios emitidos até 2014, aposta especialista

A realização de grandes eventos no Brasil nos próximos anos faz com que o mercado de seguros volte suas atenções a uma modalidade específica: o seguro Garantia. Além da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016, outras oportunidades como o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e as obras do Pré-sal contribuem ainda mais para a expectativa de forte demanda deste produto. "A informação de que o seguro Garantia terá um grande desenvolvimento nos próximos anos tornou-se uma unanimidade", garante Adilson Neri Pereira, diretor da Pereira Advocacia, especializado neste tipo de cobertura. Segundo o advogado, a participação dos seguros Garantia em 2009 foi de R$ 692.706,00. Já em 2005, essa representatividade foi apenas de R$ 163.981,00. "Caso se mantenha o mesmo ritmo, em 2014 pode chegar a R$ 1,5 bilhões de prêmios emitidos", ressalta. Esse seguro tem a finalidade de garantir que sejam cumpridas as obrigações assumidas por empresas contratadas para executar uma o…

Entidades sem fins lucrativos procuram por seguro D&O

Não são só os executivos de empresas privadas que estão contratando apólices de D&O para se protegerem de processos decorrentes por erros de gestão. O produto começa a ganhar terreno também entre as entidades sem fins lucrativos. A Liberty International Underwrite (LIU), empresa do Grupo Liberty Seguros, que se dedica a riscos especiais, emitiu nos últimos meses mais de 20 apólices para ONGs e empresas ligadas ao Terceiro Setor, a maioria voltada a projetos culturais que levam apoio governamental. As apólices destinam-se a proteger conselheiros e gestores destas entidades. ?O Código Tributário, o Código de Defesa do Consumidor e o novo Código Civil apontam para a responsabilização de executivos por seus atos de gestão e isso não se limita às empresas privadas. No caso das entidades sem fins lucrativos, a possibilidade de o conselheiro vir a responder com seu patrimônio pessoal no caso de condenação é o mais comum?, explica Renato Rodrigues, diretor de D&O da LIU, d…

Brasileiros acreditam que serão sustentados pela família na velhice, revela pesquisa

Levantamento revela o surgimento de uma geração que ainda se sente jovem e saudável aos 70 e 80 anos, mas não planeja sua velhice do ponto de vista econômico e social.
A pesquisa internacional de saúde Bupa Health Pulse 2010 revela o surgimento de uma geração que ainda se sente jovem e saudável aos 70 e 80 anos, mas que não se preocupa em planejar a velhice. Realizada pelo instituto de pesquisa independente Ipsos Mori,o levantamento envolveu 12.262 entrevistados em 12 países, incluindo o Brasil, entre 10 de junho e 14 de julho de 2010. A pesquisa alerta que é fundamental avaliar o impacto da velhice sobre a demanda de assistência social e médica.

Nos 12 países pesquisados, 72% dos entrevistados com 65 anos ou mais disseram que não se sentem velhos e quase o mesmo número (67%) diz sentir-se ainda saudável.

No Brasil, 46% dos entrevistados não se preocupam em envelhecer. Além disso, 17% dos entrevistados encaram com bons olhos a terceira idade, o maior índice registrado no mun…

ANS quer desburocratizar exigências para pequenas operadoras

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A consolidação no setor de saúde suplementar, principalmente nos planos individuais e familiares, é vista com apreensão pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Para estimular novos participantes no setor, o órgão estuda diferentes formas, que vão desde impedir a unimilitância - que obriga o profissional trabalhar apenas com uma determinada operadora - até estímulos para novos produtos e concorrentes. Isso inclui a participação de aporte estrangeiro, já existente em algumas operadoras de capital aberto. De acordo com o diretor presidente da ANS, Maurício Ceschin, passa, inclusive, pela desburocratização das operadoras de menor porte. "Já estamos estudando para que o grau de exigência, não de garantias, seja escalonado em função do tamanho das operadoras", afirmou ele durante conversa com jornalistas ontem, no lançamento da agenda regulatória do setor para 2011.Sobre a concorrência ser externa, ele garantiu que não há hoje restrição para capital estrange…

Comentário Patricia Campos

Comentário Matéria: ANS quer desburocratizar exigências para pequenas operadoras
A ANS, como sempre, toma decisões para proteger os beneficiários de planos de saúde.Como usuária e, principalmente, como intermediária entre as operações de aquisição de Plano de Saúde sei que as operadoras não têm controle nas agendas de médicos, laboratórios e hospitais.Me pergunto qual será a ação efetiva que a ANS irá implantar, junto com as operadoras, para que os prestadores da saúde cumpram a imposição dos prazos propostos.A intenção da ANS é, sem dúvidas, a melhora no atendimento aos usuários.Entretanto, a prática será um caminho difícil caso a ANS não desenvolva um trabalho direcionado aos prestadores da saúde (médicos, laboratórios e hospitais) que são os responsáveis diretos pelas agendas e, consequentemente, pelas marcações.
Att.
Patricia Campos
Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477 E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br
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Atraso no pagamento de seguro não anula automaticamente o contrato

O simples atraso no pagamento não autoriza que a seguradora anule automaticamente o contrato, sem que o segurado seja notificado da suspensão da proteção enquanto estiver em atraso. A decisão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em recurso da Itaú Seguros S/A.
O julgamento consolida posicionamento do Tribunal que exige a constituição da mora pela seguradora por meio da interpelação do segurado.
No caso específico, o contrato de seguro foi renovado de forma automática com o pagamento do primeiro boleto, em 29 de outubro de 2001. O acidente ocorreu em 15 de dezembro. Para a Itaú Seguros, o atraso da parcela vencida em 28 de novembro teria anulado automaticamente o contrato.
O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) reconheceu a obrigação de indenizar da seguradora porque se trataria de atraso aleatório de uma parcela. Para o TJPR, a Itaú se recusou a receber o pagamento por não ter enviado ao segurado a apólice e os boletos bancários, conforme previa expressame…

O QUE DEUS NÃO VAI PERGUNTAR

Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.Deus não vai perguntar o que você fez para…

Quando o herdeiro é menor, não há prescrição em 2 anos

O direito de herdeiros menores de 16 anos para propor ação com pedido de créditos trabalhistas não prescreve após dois anos da morte do empregado, nos termos do artigo 7º da Constituição Federal. Nessas situações, aplica-se o artigo 198, inciso I, do Código Civil, segundo o qual não ocorre prescrição contra os incapazes.
Com base nisso, a 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu o direito de dois filhos menores de trabalhador que morreu em acidente de trânsito, ainda que representados pela mãe, para ajuizar reclamação trabalhista após dois anos do falecimento do pai. Nestes casos, o prazo prescricional corresponde à data em que o menor completar 16 anos.

Ao analisar o caso, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região entendeu que o direito dos herdeiros menores de idade para ajuizar a reclamação trabalhista não estava prescrito. Embora eles tenham ultrapassado o prazo máximo de dois anos após o fim do contrato para propor a ação, contrariando o dis…

Sindicato fecha Cooperativa de Proteção Veicular

Sem cadastro na Superintendência de Seguros Privados e habilitação para atuar como seguradora, a APROTAJU (Associação de Proteção dos Taxistas) iniciou suas atividades no mercado sergipano timidamente até ganhar fôlego suficiente para se transformar na COOPERCAR. A cooperativa fazia publicidade através de panfletagem e vendia serviços de proteção contra roubo, furto, e colisão 24 horas.
Após tomar conhecimento dessa comercialização ilegal, o Sindicato dos Corretores de Sergipe fez uma denúncia ao Ministério Público que, seguindo o Código de Defesa do Consumidor, instaurou um processo administrativo para o fechamento da Cooperativa.
O advogado do Sindicato de Sergipe, Winston Neil em entrevista disse que os representantes da Cooperativa compareceram a sentença no dia 30/08 e um dos argumentos utilizados foi de que essas cooperativas funcionavam em todo o país e os serviços prestados não eram de seguro. ‘Referente a este posicionamento eles perderam a causa por que o que ca…