segunda-feira, 10 de maio de 2010

Planeja investir em previdência privada? Quanto antes, melhor

Aquele velho bordão de que tempo é dinheiro é completamente verdadeiro quando o assunto é aposentadoria. Investimento em previdência é sempre um tema que já deveria ter sido tratado ontem, advertem os especialistas. É possível garantir uma renda mensal de R$ 2 mil após os 65 anos investindo R$ 346,76 por mês em um plano de previdência privada, ou por R$ 2.155,78 neste mesmo investimento, é o que mostram os números. No primeiro caso, trata-se de alguém que começa a poupar aos 20 anos e que poderá diluir o investimento em 45 anos. O segundo diz respeito a alguém que começa mais tarde, aos 50 anos.

"Se a pessoa começa a investir muito tarde, chega um momento em que os recursos necessários ficam fora da realidade", avisa o planejador financeiro e palestrante da Expomoney, Augusto Sabóia.

Segundo ele, a depender dos objetivos, do tempo e do tipo de aposentadoria, é possível iniciar um investimento a partir de R$ 100,00. "É claro que alguém com uma renda de R$ 30 mil por mês vai ter que investir muito mais do que isso para manter o padrão de vida", adverte.

No ano passado,o déficit da previdência social ultrapassou os US$ 40bilhões. Ou seja, o Governo Federal precisou disponibilizar um valor correspondente a seis vezes a soma de todas as riquezas do Paraguai. "Não dá mais para deixarmos o nosso futuro nas mãos do governo", acredita Sabóia. Pior, não há sinais de mudanças no ar. "A aposentadoria pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) resolve a vida de quem ganha até três salários mínimos. A partir daí, é preciso buscar alternativas".

A contadora Carla Andréia Vilas Boas está buscando informações sobre o quanto vai precisar investir para garantir o padrão de vida. Está com 31 anos e quer garantir um complemento de renda. "Eu já fiz algumas sondagens e pretendo começar logo, mas ainda não sei qual é a melhor opção para o meu perfil".

Como investir: Apesar da importância do investimento, existem alguns cuidados na hora de fazer a escolha. Afinal, o que se espera, ao final de muitos anos de investimento, é uma aposentadoria tranquila - e não uma decepção.

O primeiro ponto para o qual se deve atentar é a promessa de retorno para o investimento.

Por mais bonitas que sejam projeções dando conta de retornos de 10%, às vezes até 12% ao ano, este cenário não deve se confirmar nas próximas décadas. "Eu particularmente considero uma irresponsabilidade falar em 6%. Prefiro trabalhar com uma rentabilidade de 4%", analisa o doutor em economia e autor do livro Tranquilidade financeira - saiba como investir no seu futuro, Humberto Veiga.

O especialista acredita que o Brasil está caminhando para um quadro de estabilidade financeira, em que o investidor vai encontrar remunerações menores pelas aplicações.

"O que dá vantagens é a atitude de começar a investir o mais cedo possível", explica.

Mas isso não exclui a possibilidade de quem já tem mais idade fazer um bom investimento.

"Quem está começando atrasado precisa investir mais ou trabalhar por um pouco mais de tempo", acredita Veiga.

Um fator que pode passar despercebido para muita gente, mas que acaba tendo um efeito importante no longo prazo, é a taxa de administração.

A lógica neste caso é de que qualquer redução possível pode fazer uma grande diferença no longo prazo. Normalmente, as instituições cobram a partir de 1% e a sugestão para o investidor é que tente chegar o mais perto possível da taxa.

"Na hora de pensar na aposentadoria, o cidadão precisa ser o mais pessimista possível em relação ao cenário e agressivo ao negociar as condições", aconselha Veiga. Afinal, quando se fala em 20, 30 ou até 40 anos qualquer ponto percentual pode fazer uma grande diferença.

Fonte: DONALDSON GOMES - A Tarde | BA

GARANTA SEU PADRÃO DE VIDA NA APOSENTADORIA

Quem faz as contas, logo percebe que vai ser difícil manter o padrão de vida na aposentadoria contando apenas com a previdência pública. Para evitar esse problema e garantir um futuro é que existem os Planos de Previdência da Porto Seguro. Eles garantem uma renda complementar que permite que você mantenha o seu padrão de vida e realize os seus projetos. E para a Porto Seguro, tão importante quanto garantir o dia de amanhã é ajudar você a viver bem hoje com os benefícios do Bem Viver

Previdência Complementar
A previdência é uma ferramenta que permite o planejamento passo a passo da sua aposentadoria. Isso dá a você a tranqüilidade e flexibilidade de optar desde o valor da contribuição até quando e como deseja receber a sua renda complementar.

Informações resumidas retiradas do site Porto Seguro

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Att.

Patricia Campos

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O que é melhor para poupar, PGBL, VGBL, CDBs ou fundos?

Tenho um excedente mensal de R$ 1.500,00. Sei que a previdência privada tem vantagens tributárias, porém, parece que as taxas cobradas são altas em relação aos CDBs e fundos. Qual a diferença em porcentagem e onde ficaria interessante este tipo de aplicação? J.R.

Gisele Colombo de Andrade, CFP: Precisamos voltar alguns passos antes de responder: você tem algum objetivo específico para sua reserva?

É extremamente importante conseguir guardar recursos para o futuro e gastar menos do que se ganha, mas para fazer uma alocação eficiente de seu patrimônio precisamos pensar de uma forma um pouco mais estratégica. Sempre que ouvimos falar que um investimento traz benefício fiscal, ficamos tentados a aportar nossos recursos, pois já pagamos tantos impostos...

Se você pensa em assegurar seu padrão de vida na aposentadoria, sem depender do sistema público de previdência, o investimento desde já num plano privado poderá trazer esse conforto. Essa é a primeira razão de ser desses produtos.

Como um investimento de longo prazo, também pode ser muito interessante utilizar os instrumentos de previdência privada, pois o governo, visando incentivar esse tipo de produto, definiu que não há incidência do imposto de renda semestral sobre o valor investido (o chamado come-cotas). Esse fato gera um rendimento adicional, já que o valor que poderia ter sido recolhido de imposto continua trabalhando a seu favor.

Além disso, há uma tabela de tributação especial para a previdência privada, que é opcional, onde a maior alíquota de imposto de renda é de 35% e vai regredindo ao longo do tempo, chegando a 10% a partir do décimo ano de investimento, a menor alíquota disponível para produtos de investimento no mercado brasileiro hoje.

Resolvido o planejamento de longo prazo, vamos ao tático: há produtos com taxas de carregamento (que incidem sobre aportes e/ou resgates) e taxas de administração muito diversas no mercado, aí vale uma pesquisa entre as instituições.

Além disso, você precisa conhecer as duas modalidades existentes. O PGBL permite a dedução de até 12% da renda bruta anual, ou seja, você difere o pagamento do imposto. Mas a incidência do IR se dá sobre o saldo total acumulado no momento do resgate. Já o VGBL é indicado para quem não tem deduções na renda (recebe rendimentos isentos ou não tributáveis). E a tributação no resgate incidirá somente sobre os rendimentos da aplicação.

Os fundos de investimento são ferramentas mais flexíveis, embora a tributação também favoreça a permanência dos recursos por prazos mais longos. Também vale, nesses casos, a comparação entre as taxas de administração cobradas pelas instituições. Assim como os CDBs e outros instrumentos de renda fixa, a tributação inicia-se em 22,5% sobre os rendimentos, regredindo semestralmente em 2,5% até chegar à mínima de 15% a partir de 2 anos.

CDBs e operações compromissadas, bastante tradicionais no mercado, também podem se ajustar às suas necessidades de curto prazo, sendo remunerados em relação ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário, taxa de referência entre bancos), indexados a índices de inflação ou mesmo prefixados. Embora não haja taxa de administração nessas ferramentas, a negociação será feita considerando os prazos, as condições de resgate (liquidez) e o relacionamento que você mantém com seu banco.

Muito importante é aprofundar seu questionamento sobre os riscos que você quer ou pode correr. A performance dos seus investimentos também estará muito relacionada ao perfil escolhido. Eu também consideraria aportar parte em produtos para seus projetos de curto prazo (com conservadorismo) e outra parte para os de longo prazo (pensando em assumir mais riscos), pois essas alternativas não são excludentes. E aí temos mais pontos para incluir no seu planejamento.

Gisele Colombo de Andrade é Planejadora Financeira Pessoal e possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

E-mail: giselecolandrade@hotmail.com

As respostas refletem as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico ou do IBCPF. O jornal e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações. Perguntas devem ser encaminhadas para: consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br

Fonte: Valor Econômico

Diferenças entre o PGBL e o VGBL

Confira as características de cada um dos planos:

PGBL VGBL
Ideal para quem utiliza o formulário completo no ato da declaração do Imposto de Renda.
Ideal para quem utiliza o formulário simples no ato da declaração do Imposto de Renda ou é isento.
Os recursos são investidos integralmente no FIF (Fundo de Investimento Financeiro). Os recursos são investidos integralmente no FIE (Fundo de Investimento Especialmente Constituído).
Não há garantia mínima de rentabilidade, e sim o repasse de 100% do rendimento obtido. Não há garantia mínima de rentabilidade, e sim o repasse de 100% do rendimento obtido.
É possível optar pelo investimento em apenas 01 tipo de fundo mais adequado a seu perfil de investidor: Soberano, Renda Fixa, Composto, Multimercado RV25 e Multimercado R45 ou ainda optar pelo investimento em até 04 fundos simultaneamente: Renda Fixa, Composto, Multimercado RV25 e Multimercado RV45 (Multifundos). É possível optar pelo investimento em apenas 01 tipo de fundo mais adequado a seu perfil de investidor: Soberano, Renda Fixa, Composto, Multimercado RV25 e Multimercado R45 ou ainda optar pelo investimento em até 04 fundos simultaneamente: Renda Fixa, Composto, Multimercado RV25 e Multimercado RV45 (Multifundos).
Incentivo fiscal no período de acumulação: você pode deduzir do Imposto de Renda até 12% da sua renda bruta anual.

MODALIDADES DE INVESTIMENTO - PREVIDÊNCIA INDIVIDUAL

SUGESTÕES DE INVESTIMENTOS DE ACORDO COM O PERFIL DO CLIENTE

Modalidade de Investimentos e perfil do cliente

COMPOSIÇÃO DOS FUNDOS

  • Soberano Renda Fixa = 100% em títulos públicos e federais
  • Renda Fixa = 100% em títulos públicos federais ou até 80% em títulos de empresas privadas
  • Composto Multimercado = 100% em títulos públicos federais e até 49% em ações
  • Multimercado RV25 = Mínimo 20% e máximo 30% em ações, com média de 25%
  • Multimercado RV45 = Mínimo 40% e máximo 49% em ações, com média de 45%

É possível optar pelo investimento em apenas 01 tipo de fundo mais adequado a seu perfil de investidor: Soberano, Renda Fixa, Composto, Multimercado RV25 e Multimercado RV45 ou ainda optar pelo investimento em até 04 fundos simultaneamente: Renda Fixa, Composto, Multimercado RV25 e Multimercado RV45 (Multifundos).

Confira as condições de nossos planos
PGBL

Regulamentos (Composto, Renda Fixa, Soberano, RV25 e RV45) - atual
Regulamentos Multifundos - atual
Coberturas de Riscos - atual


Informações resumidas retiradas do site Porto Seguro

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Vale à pena

Vale a pena a tentativa e não o receio...

Vale a pena confiar e nunca ter medo...

Vale a pena encarar e não fugir da realidade, por mais difícil que ela seja...

Ainda que eu fracasse,

vale a pena lutar...

Vale a pena discordar do melhor amigo e não apoiá-lo em suas atitudes erradas...

Vale a pena corrigi-lo...

Vale a pena encarar-me no espelho e ver se estou certo ou errado...

Vale a pena procurar ser o melhor...

Vale a pena perseverar, porque desta forma sua meta é alcançada.

Vale a pena ter fé em Deus, porque Ele é nosso Deus e jamais nos abandona!!!

Enfim,

vale à pena viver a vida, com Jesus e da melhor maneira possível.


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As diferentes garantias

Caução, seguro-fiança ou fiador?
Veja quais são as características de cada um deles.

Assinar o contrato e firmar o compromisso de aluguel fazem parte da etapa inicial da relação entre inquilino e locador. E uma das partes mais importantes do documento é a forma de garantia de locação. As mais usadas são: fiador, seguro-fiança e caução. A escolha vai depender da preferência das partes ou do sistema de trabalho da imobiliária.

Estima-se que 50% das locações residenciais na capital são garantidas por fiança de 15% a 20% utiliza seguro-fiança , explica Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato da Habitação de São Paulo (SP). O restante usa garantia caução ou não tem garantia nenhuma , acrescenta. Elas são muito importantes em todos os casos, mas é importante lembrar que cerca de 70% dos imóveis residenciais alugados em São Paulo pertencem a pessoas que têm no aluguel uma renda mensal que pode ficar comprometida quando falta o pagamento do inquilino.

No sistema de fiador, é preciso encontrar uma pessoa disposta a cumprir esse papel no contrato de aluguel. Hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar alguém que queira ou que possa ser fiador porque é preciso mostrar uma lista de bens e comprovar renda, que gera um constrangimento , afirma o diretor do Secovi. Outra característica é a demora para conclusão do negócio até a análise completa do perfil do fiador, que demora alguns dias. Para o locador a garantia é boa, mas se o inquilino não pagar o aluguel há uma demora para concretização do acerto das contas com o fiador. O locador vai ter de entrar em ação judicial, que costuma ser demorada até chegar a cobrar do fiador e a demora pode ser se dois ou três anos , afirma Bushatsky.

O seguro-fiança é oferecido por seguradoras e consiste no pagamento mensal de um prêmio para cobrir as despesas em caso de falta de pagamento do inquilino. É uma modalidade de garantia em que o locador do imóvel recebe a indenização rapidamente em caso de atraso nos pagamentos do inquilino. Basta o dono do imóvel ou imobiliária notificar a falta do pagamento para que o ressarcimento seja feito em poucos dias.

O pagamento do seguro pode ficar a cargo do inquilino ou do locador, depende do contrato, mas quando essa informação não está explícita no contrato o ele deve ser feito pelo inquilino. Uma desvantagem é o valor do seguro-fiança, que pode custar o valor de um aluguel a um aluguel e meio por ano. Como o valor é alto, as seguradores têm oferecido o pagamento em até 10 parcelas , afirma Bushatsky.

O depósito em dinheiro feito em garantia do aluguel é o chamado sistema caução. Nele, o inquilino deposita um valor em dinheiro ao qual o locador terá acesso em caso de falta de pagamento. Por lei, o valor é limitado a três vezes as despesas mensais (aluguel+condomínio+IPTU).

O tempo de resgate do valor pelo dono é de cerca de sete meses por conta da nova lei do inquilinato. Já no sistema sem garantia definida, quando o inquilino deixa de pagar, o locador pode pedir uma liminar com pedido de despejo por falta de pagamento.

O processo leva em torno de dois meses contando com a distribuição do processo no Fórum, a visita do oficial de Justiça até a decisão de despejo, quando o imóvel é recuperado e pode ser colocado para locação novamente.

Fonte: Jornal da Tarde | Imóvel | SP

SEGURO FIANÇA LOCATÍCIA PORTO SEGURO

O Porto Seguro Aluguel é o seguro de fiança locatícia feito na medida certa para facilitar a vida de proprietários de imóveis, imobiliárias e inquilinos, substituindo com vantagens o fiador. Garante ao proprietário do imóvel um serviço diferenciado para o recebimento do aluguel e encargos vencidos, em caso de não pagamento pelo inquilino.

Para o inquilino, é o fim do constrangimento pela procura de um fiador, além de uma série de vantagens, como descontos na mudança. O seguro dispõe também do Porto Seguro Serviços: atendimentos com mão-de-obra gratuita, visando à manutenção do imóvel em caso de pequenos reparos ou consertos.

COBERTURAS DO SEGURO ALUGUEL

Com o Seguro Fiança Locatícia da Porto Seguro você conta com as seguintes coberturas:
Cobertura Básica
  • Garantia de pagamento do Aluguel e multa moratória: cobertura até 30 vezes o valor do aluguel.
Coberturas Adicionais
  • Condomínio: até 30 vezes a verba declarada na apólice.
  • IPTU: até 30 vezes a verba declarada na apólice.
  • Água: até 06 vezes o valor declarado na apólice.
  • Luz: até 06 vezes o valor declarado na apólice.
  • Gás Canalizado: até 06 vezes o valor declarado na apólice.
  • Danos ao Imóvel: até 06 vezes o valor do aluguel.
  • Pintura Interna/Externa: até 02 vezes o valor do aluguel.
  • Multa por Rescisão: até 03 vezes o valor do aluguel.

* Coberturas válidas para aluguel mais encargos mensais de até R$50.000,00.

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Vítimas de acidente de trânsito têm direito ao seguro obrigatório

Objetivo do DPVA é indenizar vítimas de acidentes. Prazo para dar entrada no pedido de indenização é de três anos.

Acidentes de trânsito acontecem a todo momento, mas algumas pessoas não sabem como e quando usar o seguro obrigatório ou DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre).

O objetivo do seguro DPVAT é indenizar vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio (automotores) e circulam por terra ou por asfalto (via terrestre).

Na cidade de São Paulo, há 49 seguradoras que o acidentado pode procurar. Veja onde encontrar.

Em caso de acidente, as situações indenizadas são: morte ou invalidez permanente e, sob a forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar.

Deve-se entender que o DPVAT é direcionado para os danos pessoais, ou seja, não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto de veículos.

De acordo com o presidente da Comissão de Trânsito da OAB, Ciro Vidal, todo ferido tem direito de receber o DPVAT. “Se o acidente realmente foi provocado em razão de um problema na via terrestre, no uso da via pública, o DPVAT cobre.”

Contudo, isso nem sempre acontece. Osvaldo Almeida, representante de vendas de 47 anos, aguarda pelo dinheiro do seguro desde setembro de 2008. Na época, Almeida sofreu um acidente de moto, ficou internado 15 dias em um hospital particular e depois foi transferido para o sistema “home care” por mais três meses.

No mesmo dia do acidente, foi feito o boletim de ocorrência e, um mês após a batida, o representante comercial deu entrada no seguro do DPVAT. Entretanto, até hoje Almeida espera o reembolso do seguro. De acordo com o perito do IML, que autoriza o débito do seguro, ele só poderá receber o seguro quando tiver alta definitiva.

O prazo para dar entrada no pedido de indenização do seguro obrigatório é de três anos, a contar da data em que ocorreu o acidente. Os documentos necessários são: RG, boletim de ocorrência e comprovante de despesas médicas. No caso de morte, é preciso apresentar o atestado de óbito.

Indenização por morte

“Se houver morte, a família vai receber o valor aproximado de R$ 13 mil pelo óbito”, explica Vidal. A indenização é direcionada aos herdeiros da vítima.

De acordo com a lei 11.482/07, o valor da indenização é dividido em cotas iguais entre o cônjuge ou companheiro e os herdeiros. Conforme a quantidade de herdeiros, a cota é fracionada em partes iguais.

Se o acidente ocorreu antes de 29 de dezembro de 2006, o cônjuge ou o companheiro recebe primeiro a indenização e, na falta destes, os filhos ou os pais, avós, irmãos, tios ou sobrinhos, nesta ordem.

Indenização por invalidez permanente

O DPVA cobre a seguinte situação: invalidez permanente total ou parcial decorrente de acidente envolvendo veículos automotores ou cargas transportadas pelos veículos.

E o que é invalidez permanente? É a perda ou redução das funções de um membro ou órgão, em decorrência de acidente. A impossibilidade de reabilitação deve ser atestada em laudo pericial.

A indenização pode chegar até R$ 13,5 mil por ferido, dependendo da sequela. A pessoa beneficiada é a própria vítima.

Reembolso de despesas médico-hospitalares

O reembolso de despesas serve para arcar com o tratamento de lesões provocadas por veículos. O valor é de até R$ 2,7 mil por vítima, variando conforme a soma das despesas cobertas e comprovadas.

Para a médica Júlia Greve, fisiatra do Hospital das Clínicas, o dinheiro do DPVAT pode ser importante no tratamento. "Mas não é suficiente. Acho que se a gente não tiver uma campanha de esclarecimento e a própria população se conscientizar que acidente é uma coisa evitável, é uma coisa muito grave”.

Caso a pessoa tenha menos de 16 anos, a indenização será paga ao representante legal ou ao tutor. Se o acidentado tiver entre 16 e 18 anos, a indenização será paga ao menor desde que assistido por representante legal ou tutor. A apresentação de alvará judicial também é necessária.

Fonte: G1

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Convênio vai aceitar parceiro gay

Norma da ANS garante adesão de companheiros do mesmo sexo nos planos de saúde. Medida já vale.

O que antes pairava como uma grande dúvida entre as empresas, passou a ser um direito reconhecido. A partir de agora, todos os planos de saúde do país são obrigados a aceitar a adesão de casais homossexuais.

Com a medida, o companheiro do mesmo sexo de uma união estável também tem as mesmas coberturas previstas pela assistência médica, como consultas, internações, exames e tratamentos. A garantia está prevista numa súmula normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União. Com essa divulgação, a mudança já está em vigor.

A ANS informou que tomou essa iniciativa para dar mais clareza às empresas do setor. Na avaliação do órgão, muitas operadoras ainda tinham dúvidas sobre o assunto, inclusive se o parceiro homossexual tinha cobertura assegurada.

Por meio de assessoria de imprensa, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abrange), Arlindo de Almeida, disse que a súmula da agência serviu apenas como um esclarecimento às empresas e ao público beneficiado. Ele acredita na possibilidade de um aumento na procura dos planos de saúde por esse público.

Para aceitar casais nessa condição, algumas operadoras já se preparam para se adequar à regra da ANS. A SulAmèrica destacou que aceitará a inscrição de companheiro do mesmo sexo mediante uma declaração pública de união estável, registrada em cartório. Procuradas, a Amil e a Unimed Paulistana não se manifestaram.

Fonte: Diário de S. Paulo

Comentário:

O fato é que a ANS simplesmente normatizou o que os juízes já estavam concedendo nas ações judiciais.

Trabalhamos com Plano de Saúde Empresarial e Individual.

Abaixo apresentamos folder da SAMP que informa, resumidamente, sua rede de atendimento, separada por plano comercializado, abrangência de cidades do interior de Minas, especialidades do Centro Médico Samp e exemplos de co-participações para pequenas empresas.

Na hora da renovação do Plano Médico de sua empresa, consulte-nos.

Consulte-nos também para implantação deste importante benefício para os funcionários e diretores de sua empresa.

E, se for realizar a contratação de um plano Individual, também estamos à sua disposição.




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ANS está inviabilizando a saúde privada no Brasil

Inicio este, questionando: como pode haver agência que regulamenta, controla e fiscaliza o Contrato privado entre Operadoras de Saúde e o C...