domingo, 16 de fevereiro de 2014

Oportunidades para coberturas de doenças graves e cuidados de longo prazo


Segundo o Relatório de Pesquisa com Consumidores Latino- Americanos da Swiss Re, existe um mercado potencial para seguros de vida de até 90% da população de alguns países latino-americanos. O relatório constata que a grande lacuna entre a percepção da necessidade de cobertura para cuidados de longo prazo e a penetração real dos seguros, de apenas 4%, implica a existência de uma imensa oportunidade para as seguradoras da região.

A baixa penetração dos seguros no Brasil e a percepção existente no México da necessidade de melhor cobertura para doenças graves são consideradas oportunidades de crescimento específicas.

A pesquisa da Swiss Re, que analisou as respostas de 5.001 pessoas, com idade entre 21 e 70 anos, em seis países da América Latina (Brasil, México, Chile, Colômbia, Peru e Porto Rico), constatou que, muitas vezes, a cobertura de seguros poderia ser customizada de forma mais adequada para atender às necessidades dos consumidores.
Ao serem perguntados sobre o que os motivava a adquirir determinados tipos de seguro de vida, os participantes citaram como fatores mais significativos, a necessidade de cobertura médica para doenças graves (38%), a viabilidade financeira dos cuidados de longo prazo (37%) e o temor de uma queda inesperada no padrão de vida (30%).

As principais oportunidades para as seguradoras podem ser derivadas dessas preocupações. Apesar dos cuidados de longo prazo serem citados como uma área de preocupação importante, apenas 4% dos entrevistados acreditavam contar com essa cobertura. De forma similar, o temor de ser acometido por uma doença grave é a principal preocupação do público, mas apenas 21% dos consumidores acreditam ter cobertura adequada.

“Existe uma discrepância considerável entre o que as pessoas temem e a proteção que elas têm atualmente”, comentou Margo Black, Head de Resseguros da Swiss Re para a América Latina Sul. “Não há dúvidas de que a cobertura para cuidados de longo prazo é um dos campos mais promissores para as seguradoras.”

Os participantes citaram a Internet e canais tradicionais de distribuição – como agentes e corretores – como as fontes de informação mais comumente utilizadas para obter informações sobre produtos e cobertura de seguros.

“Embora ainda não tenha se estabelecido como canal preferencial para a distribuição de produtos de seguro de vida, a Internet se transformou na fonte mais significativa de informações”, acrescenta Black. “Isso representa uma oportunidade para que as seguradoras conquistem novos clientes e desenvolvam os existentes de uma forma simples e econômica.”

Tendências de cobertura

Quase a metade dos participantes da pesquisa (45%) afirmou possuir atualmente uma apólice tradicional de seguro de vida. A pesquisa também constatou que aqueles que mais precisam de cobertura apresentam maior probabilidade de possuí-la. Por exemplo, 53% dos adultos com idade dentre 35 e 54 anos e com filhos possuem uma apólice de seguro de vida. As correlações mostram que as pessoas que já possuem apólices apresentam maior probabilidade de adquirir cobertura adicional e que a quantidade de apólices possuídas aumenta com a idade e a renda. De forma geral, os homens têm maior probabilidade de possuir apólices bem como de adquirir cobertura adicional. Os níveis de penetração variam significativamente com o patrimônio. Os níveis de penetração das três apólices de seguro comuns variam de 23% a 30% entre aqueles na faixa de patrimônio mais elevado e caem para 8% a 10% entre as pessoas de renda mais baixa. ”Existe um potencial significativo de crescimento entre as pessoas de renda mais baixa por meio do desenvolvimento de um programa eficiente de microsseguro com produtos financeiramente acessíveis”, explica Alejandro Padilla, Head de Resseguros da Swiss Re para a América Latina Norte. “A emergência da Internet como canal de distribuição pode ser particularmente útil para essa parcela da população”.

Barreiras de entrada

Da mesma forma que em outros mercados, como a Europa, existe uma percepção generalizada na América Latina de que os produtos de seguro são proibitivamente dispendiosos. A percepção de preços não acessíveis é a principal barreira para adquirir proteção mas, surpreendentemente, muitos consumidores afirmaram que estariam dispostos a pagar um prêmio mensal consideravelmente maior por cobertura de seguro de vida desde que o produto tivesse termos e condições simples.

Essa constatação é uma convocação para que as seguradoras tornem seus produtos mais acessíveis, simplificando seu desenho e criando produtos que possam ser entendidos mais facilmente pelos potenciais compradores. Ela também sugere que os consumidores estarão mais dispostos a adotar produtos que tenham processos de venda e procedimentos de subscrição simplificados.

Contudo, um desafio significativo para as seguradoras é a porcentagem considerável da população que simplesmente não considera a possibilidade de adquirir uma apólice de seguro. ”As seguradoras só têm a ganhar com campanhas de conscientização da importância da cobertura de seguro adequada ou até mesmo parcial”, afirma Padilla. “A conscientização dos consumidores é essencial, principalmente quando se considera que a intenção de comprar um produto de seguros é maior na América Latina do que na Europa e no Reino Unido.”

Tendências no Brasil

Em nível nacional, o Brasil tem uma lacuna considerável na proteção de seguro de vida. Contudo, a pesquisa constatou que os brasileiros são os menos preocupados sobre sua situação financeira se vierem a perder sua cobertura. No Brasil, a lacuna de cobertura é de US$ 25 trilhões (US$ 47.239 per capita); 44% dos pesquisados no país não têm cobertura básica de vida e saúde e apenas 21% afirmaram estar razoavelmente posicionados, com seguros adequados.

“Constatamos que embora sintam-se vulneráveis aos riscos de saúde, muitos brasileiros têm proteção de seguros insuficiente”, afirma Black. “Com uma grande parcela da população ciente dos riscos potenciais e o grau de deficiência de cobertura de seguros, esse é um ponto de partida promissor para uma discussão sobre as necessidades e possíveis soluções para o futuro.”

Fonte: Revista Apólice

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Patricia Campos
 
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Seguro usado por escritórios está na pauta da Susep


O seguro de responsabilidade civil usado por escritórios de advocacia está na pauta da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os chamados seguros de RC D & O — voltado a diretores e administradores de sociedades — são formas de garantir que erros ou omissões de profissionais liberais que causem danos a terceiros não inviabilizem o negócio devido a condenações judiciais. Uma minuta de circular que estabelece diretrizes gerais aplicáveis ao seguro foi colocada em consulta pública. Os interessados poderão encaminhar, em até 30 dias, seus comentários e sugestões, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço diret.rj@susep.gov.br — deve ser utilizado o formulário disponível no site da Susep.

União de forças

Depois de dez anos de parceria, os escritórios Arystóbulo Freitas Sociedade de Advogados e Dias Carneiro se fundiram. O plano, há muito discutido entre os advogados, foi colocado em prática no ano passado, quando os sócios do Dias Carneiro levaram adiante o objetivo de fazer uma banca full service. A primeira fase do plano foi cumprida no meio de 2013, com a chegada de cinco sócios: Joel Thomaz Bastos, Bruno Kurzweil de Oliveira, Eduardo Turkienicz, Antonio Amendola, André Ribeiro e suas equipes, com cerca de 30 advogados. Agora, na união com Arystóbulo Freitas, chegam 27 advogados. O escritório passa a se chamar Dias Carneiro, Arystóbulo, Flores, Sanches e Thomaz Bastos Advogados.

Leis e indústria

O advogado Marco Antonio Innocenti é o novo membro do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Conjur-Fiesp). Innocenti irá integrar o órgão técnico e estratégico da Fiesp, coordenado pelo presidente Sydney Sanches, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, que promove debates e apresenta conclusões sobre projetos de lei já existentes ou que devam ser sugeridos, além de questões jurídicas e legislativas que envolvam interesse do país.

Crescimento anunciado

Em 2013, o número de advogados associados do Marins Bertoldi Advogados Associados saltou de 21 para 34. O número de sócios foi de sete para nove. Agora, a banca inaugurou uma nova sede, com capacidade para instalar mais 30 posições de trabalho no Centro Cívico, em Curitiba.

Negócio de saúde

O escritório Navarro Advogados assessorou a Rede D’Or na venda de três de seus 23 hospitais para o fundo imobiliário canadense Northwest. No total, quatro hospitais foram vendidos, por R$ 725 milhões, ao fundo imobiliário especializado na área da saúde. A operação foi do tipo Sale & Lease Back, na qual a vendedora terá o direito de 25 anos de aluguel das quatro unidades, renováveis por três vezes de mais 25 anos.

Aniversário e aumento

O Portela & Lima Advogados completa em 2014 oito anos de atuação no mercado. Fundado pelos sócios Humberto Rossetti Portela e Júlio Carvalho de Paula Lima, a banca montou uma que hoje tem 45 profissionais, dentre advogados, estagiários e auxiliares. Atualmente, estão em andamento no escritório cerca de 3 mil processos, de clientes dos segmentos de construção civil e engenharia, comércio varejista, setor energético, mineração, indústria e shopping centers.

Comissão de aproxiamação

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Renato Nalini, nomeou o presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp), José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro, como membro da Comissão Mista de Assuntos Institucionais entre o TJ-SP e a Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo. A comissão será integrada ainda pelo desembargador Roberto Nussinkis Mac Cracken, como presidente; o desembargador James Alberto Siano; o advogado Braz Martins Neto; o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa; o desembargador João Negrini Filho; o desembargador Oscild de Lima Júnior e o presidente da Associação dos Advogados de São Paulo (Aasp) Sérgio Rosenthal.

Recomendados pelos empresários

Sócios de Lobo & de Rizzo Advogados foram citados na lista LACCA Approved, da The Latin American Corporate Counsel Association, pertencente ao grupo britânico Law Business Reseach. Em votação feita pelos membros da associação, composta de diretores jurídicos de grandes empresas da América Latina, foram recomendados os advogados Sérgio Bruna, em antitruste; Cristiane Mamprin e Valdo de Rizzo, na área bancária; Fabrizio de Oliveira Sasdelli, em mercado de capitais; e José Orlando Lobo e Rodrigo Guerra, em fusões e aquisições.

Tiro esportivo

O advogado Maurício de Figueiredo Corrêa da Veiga foi escolhido para ser o representante da OAB no Superior Tribunal de Justiça Desportiva da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo. A indicação foi feita por meio de ofício assinado pelo presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho. Corrêa da Veiga atua nas áreas desportiva e trabalhista.
Consumidor em foco

A Proteste vai inaugurar a nova sede própria em São Paulo, no próximo dia 19, às 10h30, com uma palestra de Ivo Mechels, diretor de relações institucionais e imprensa da Test-Achats, sobre os impactos da recessão econômica europeia na defesa dos direitos do consumidor. Na ocasião, haverá também a premiação dos autores dos três melhores trabalhos do concurso de monografias sobre as relações de consumo no sistema financeiro.

EVENTOS

O escritório Queiroz e Andrade Sociedade de Advogados promoverá, no dia 25 de fevereiro, a palestra “Cumulação de Cargos Públicos para Militares da Saúde — O que muda com a PEC 293?”, voltada para oficiais militares médicos e demais áreas da Saúde. O evento, gratuito, será ministrado pelo advogado Marcelo Queiroz, especialista em Direito Público e Administrativo. As vagas são limitadas. Informações pelo telefone (21) 2262-6260.

O Tauil & Chequer Advogados promove, na próxima semana, seminário “Petróleo & Seguros 3 Oportunidades, Produtos e Riscos”. O evento será no dia 18, das 15h às 19h, no auditório do IRB Brasil, no Centro do Rio de Janeiro. Durante o evento, serão debatidos temas como as oportunidades e riscos da indústria, o mercado internacional de seguros na área de petróleo e gás e o gerenciamento de crises no setor. O advogado Dennys Zimmerman, sócio do Tauil & Chequer, falará sobre questões controvertidas em sinistros de petróleo e gás.

Luiz Navarro, consultor sênior da área de anticorrupção do Veirano Advogados, será um dos palestrantes do 1º Curso de Compliance — A Nova Lei Anticorrupção e seus Efeitos Práticos. Promovido e organizado pela ESG Corp, o evento acontecerá em 20 de fevereiro, em São Paulo.

Rosângela Delgado e Marco Antonio Gonçalves, também do Veirano Advogados, estão entre os convidados do 1º Seminário de Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. O evento, promovido e organizado pela ESG Corp, acontecerá em 13 de fevereiro, na sede da OAB do Rio de Janeiro. Rosângela Delgado falará sobre modelos de gestão jurídica e Marco Antonio Gonçalves apresentará palestra sobre marketing jurídico.

PELAS SOCIEDADES

A sócia Mariana Gouthier é a nova managing partner do escritório Couto Silva Advogados. Mariana, especialista em Direito Societário, Fusões e Aquisições e Mercado de Capitais, integra há sete meses a equipe comandada por Alexandre Couto Silva. O cargo é o mais alto de um sócio-sênior de um escritório, equivalente a um CEO. Ela ficará encarregada da gestão do escritório, operações do dia a dia e definição de estratégias. Além disso, o managing partner continua exercendo sua prática e atendendo clientes do escritório.

Após sete anos liderando as áreas tributária e de seguros de Tostes e Associados Advogados, André Luiz Andrade dos Santos é agora sócio do Cascione, Pulino, Boulos & Santos. O escritório tem sede em São Paulo e filial no Rio de Janeiro e conta com aproximadamente 40 advogados, prestando atendimento full service a seus clientes. A mudança, diz Santos, foi motivada “pelo desejo de aceitar um convite para um novo desafio em um escritório em franco crescimento”.

O escritório Stocche Forbes tem agora como sócio Marcos Castro, que terá a responsabilidade de expandir a atuação do escritório no Rio de Janeiro, tanto em áreas já trabalhadas pela banca como em novos setores. Castro une-se ao Stocche Forbes após atuar como Gerente Geral Jurídico da OSX desde 2010 e anteriormente como sócio do escritório de advocacia Lobo & Ibeas, onde desenvolveu trabalhos relevantes como as reestruturações das empresas Net, Varig e Casa&Vídeo e projetos nas áreas de Mineração, Fusões e Aquisições e Project Finance para clientes como Cleveland-Cliffs, Mitsubishi Corporation, Sumitomo Corporation, Glencore, Grupo EBX e Anglo-American.

Leonardo Braz de Carvalho é o novo sócio do escritório Portela & Lima Advogados. O profissional foi incorporado à equipe para contribuir na condução de cerca de 3 mil processos judiciais envolvendo construtoras, empresas do setor varejista, educacional e outros segmentos em expansão. Com 15 anos de mercado, Carvalho já passou pelo Siqueira Castro Advogados.

Fonte: ConJur


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Patricia Campos
 
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Seguro de transporte e sua realidade no mercado brasileiro


Para fazer um balanço referente ao desempenho da carteira de transporte, o CQCS entrevistou uma das maiores seguradoras que oferece essa modalidade, a Berkley Brasil. Durante a entrevista, o superintendente de Transportes da Berkley Brasil, Sidney Cesare Junior, trouxe algumas das principais ações da seguradora, além das expectativas para 2014 e das prospecções da modalidade no mercado. Confira:

CQCS – Como o senhor avalia o desempenho da carteira em 2013? Sidney Cesare – O último ano foi excelente para a carteira de transportes da Berkley Brasil. Figuramos entre os melhores índices de sinistralidade do mercado (fonte SUSEP) e houve um desenvolvimento considerável nos produtos de transporte nacional e internacional voltados a embarcadores, nosso foco de negócios.

CQCS – Qual a sua real percepção frente à aceitação e procura pelo seguro de transporte pelos segurados? S.C – Conforme a legislação, toda empresa que produz ou tem responsabilidade pela distribuição de mercadorias, obrigatoriamente, deve contratar seguro para garantir perdas/danos a estes bens. Logo, a oferta e procura é em larga escala.

CQCS – Com base nos resultados do último ano, quais as expectativas de crescimento deste ramo em 2014? S.C – A competitividade do mercado e as tendências econômicas desfavoráveis levam a crer que haverá crescimento similar a 2013.

CQCS – Quais são as principais regiões que comercializam esta modalidade? S.C – Sudeste e Sul. Todavia, pela dimensão e os problemas de infraestrutura logística do país, atualmente o consumo deste produto é necessário em âmbito nacional.

CQCS – Quais as novidades da Carteira para este ano? S.C – Uma delas é a implantação de um projeto 100% eletrônico, onde toda a emissão de documentos da carteira será enviada eletronicamente, não haverá mais documentos impressos. Outra novidade diz respeito ao sistema de apólice avulsa para viagens internacionais, que permite ao corretor fazer a cotação, emissão de apólice, boleto e certificado por meio do Portal do Corretor Berkley. O nosso intuito é melhorar ainda mais a qualidade e agilidade nos serviços prestados e difundir iniciativas de cunho ambiental.

CQCS – Para encerrar, deixe uma mensagem sobre a importância da contratação deste seguro. S.C – A economia e consequente progresso do país está diretamente relacionada à distribuição e consumo de mercadorias, ou seja, à contratação do seguro de transportes é fundamental para prevenção, garantia e desenvolvimento de qualquer indústria.

Fonte: CQCS | Irani Nogueira

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Susep e ANS unem-se em defesa do consumidor

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) assinaram termo de cooperação técnica, com o intuito de instituir e disciplinar o intercâmbio de informações entre ambas autarquias, bem como a transferência mútua de tecnologia aplicada à supervisão das duas alçadas. O acordo, que tem como foco principal a proteção dos direitos dos consumidores, também prevê eventual coordenação nas ações de monitoramento de operadoras de saúde ligadas a grupos seguradores.

O intercâmbio de informações tem por objetivo prover as partes de dados, esclarecimentos e técnicas que permitam um melhor acompanhamento do desempenho operacional, econômico e financeiro das instituições sujeitas à fiscalização das duas autarquias.

O termo será administrado por uma comissão integrada por quatro servidores da Susep e outros quatro da ANS. Os servidores deverão se reunir, ordinariamente, pelo menos uma vez a cada semestre, a fim de avaliar o desempenho do termo.

Caberá tanto a Susep quanto à ANS fornecer informações válidas e atualizadas, quando solicitadas pela comissão, além de processar e fornecer, em tempo hábil, dados necessários à execução do termo.

Fonte: Susep

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HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver. 

Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.

Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...

Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!

Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.

Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...

Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.

Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."

Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar...

(?)Padre Fábio de Melo - Fonte: Pensador

Abraço fraterno.
 
Patricia Campos
 
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Tudo o que você precisa saber sobre seguro de carro para portadores de deficiência

Cadeirante[1]

SÃO PAULO – Já faz mais de uma década que o seguro de carro para portadores de deficiência física foi lançado no Brasil pela seguradora Phoenix, entretanto, ainda que exista um esforço por parte das seguradoras em incluir o portador de deficiência no mercado segurador o produto ainda não é tão popular quanto deveria (ou poderia) ser. Por isso, o portal Prestum Seguros realizou um levantamento das seguradoras que oferecem este seguro.

A Porto Seguro, por exemplo, oferece seguro auto para pessoas portadoras de deficiência física que sejam os condutores principais do automóvel e apresentem um laudo médico emitido por organizações de trânsito como o Detran. Entre seus benefícios, estão a oferta de um carro adaptado por sete dias em caso de sinistro, assistência 24 horas com direito à troca de pneus, descontos na adaptação do carro, entre outros.

Já o Grupo BB e Mapfre também tem seguro para portadores de deficiência que não difere muito do seguro comum. “O seguro de automóvel para portadores de deficiência possui todas as coberturas e serviços do produto tradicional”, explica Sérgio Barros, diretor de Produto de Automóvel da companhia.

O seguro de carro do Grupo BB e Mapfre inclui a cobertura de danos à pintura do carro, a Assistência Auto+Casa – com serviços de chaveiro, encanador e eletricista para emergências na casa do cliente – e o recurso “Motorista Mais” – transporte gratuito do cliente e do seu veículo até sua residência caso não esteja em condições de dirigir.

Para contratá-lo, só é preciso informar a seguradora de que o veículo foi comprado com isenção de impostos. Assim, a empresa poderá calcular o valor da indenização e do preço do seguro de acordo com o valor do carro pago pelo cliente.

Para Barros, esse é um segmento com bastante potencial para as seguradoras. “É um segmento que tem crescido nos últimos anos. As seguradoras têm feito o seu papel para inclusão dos portadores de deficiência no mercado segurador. Por isso, estamos frequentemente pesquisando novas coberturas e serviços para atender estes clientes.”

Fonte: InfoMoney

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Preço do seguro dobra de acordo com perfil

Seguradoras se empenham em traçar perfil mais preciso possível para evitar perdas e fraudes


Na hora de fazer o seguro do automóvel, o CEP (Código de Endereçamento Postal) do cliente pode fazer uma enorme diferença no preço da apólice. Na tentativa de “praticar a justiça tarifária”, como chamam, as seguradoras se empenham em criar perfis risco cada vez mais complexos para definir o quanto cada cliente vai pagar anualmente.

E a diferença no perfil dos clientes evoluiu muito além do clássico “mulher paga menos porque se arrisca menos”. Hoje, detalhes como se o trabalho do cliente tem estacionamento ou se o trajeto de casa para o trabalho passa por determinada região, influenciam diretamente no custo.

“Quanto mais complexo, mais justo vai ser”, afirma Arnaldo Odlevatti Júnior, delegado regional do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de São Paulo). “No futuro, as seguradoras terão ferramentas ainda mais precisas para mapear os riscos.”

De acordo com Odlevati, as diferenças regionais são uma ferramenta legítima e necessária, uma vez que as seguradoras trabalham com fundos que variam de acordo com o número de sinistros. Ou seja, quanto mais acidentes, roubos ou outros danos houver, mais caro os segurados terão que pagar para repor o fundo da seguradora e manter o serviço.

“Hoje temos regiões com definição de perfil de risco, que se cruzam com o do condutor”, diz Odlevati. Ou seja, em Diadema, onde ocorrem mais roubos e furtos, o seguro de um gol é quase o dobro do preço do que o mesmo modelo em Bauru.

“O valor do carro não é determinante para o valor do seguro”, afirma o diretor da Latuf Corretora de Seguros, Alexandre Latuf Filho. “Às vezes o seguro de uma Mercedes pode ser igual ou menor que o de um Gol, por exemplo, porque o perfil do proprietário de um Mercedes é diferente.”

Seguradora coloca rastreador e dá cursos aos segurados

Na mesma linha de ampliar a complexidade do mapeamento do perfil dos condutores, a seguradora Porto Seguro lançou na última semana um novo produto, que visa mapear o comportamento dos clientes a fim de conceder descontos para os usuários que se expuserem menos a situações de risco.

A empresa formulou um plano de seguro para clientes entre 18 e 24 anos, que leva em conta o comportamento do motorista. Além de instalar um rastreador no veículo, a empresa oferece cursos para reforçar a atitude positiva dos clientes. Os cursos de direção defensiva e direção emocional visam reforçar atitudes e o controle emocional na direção, e ajuda no controle do nervosismo e estresse, para prepará-los para situações no trânsito.

Fraudes representam 30% das perdas das seguradoras

As seguradoras somam que as perdas com fraudes podem chegar a 30% dos gastos de uma empresa do ramo, de acordo com Arnaldo Odlevatti Júnior, delegado regional do Sincor-SP. Ele afirma que as tentativas de enganar as seguradoras são muitas, mas algumas se destacam tanto pela frequência quanto pela dificuldade de solução dos casos.

Uma das principais formas de tentar burlar o sistema das seguradoras é a inversão de responsabilidade. Isso ocorre quando o segurado é a vítima em um acidente de trânsito, como uma colisão traseira, e assume a culpa para ter o resgate do prêmio do seguro.

Outra forma de fraude muito usada é quando o usuário entrega o carro para um desmanche e simula um roubo.

opinião: Cleber Castro, diretor da Andriotti & Castro Consultoria O peso do seguro no orçamento

Contratar um seguro é uma maneira de proteger sua família e essa necessidade surge diante das incertezas e riscos que corremos em nosso cotidiano. Essa proteção tem um custo, chamado prêmio. É o que se paga para não correr o risco de perder algo muito valioso ou para suportar melhor uma grande perda material ou pessoal. Para avaliar se a contratação de seguros realmente vale a pena é preciso apenas considerar quanto você gastaria se tivesse que arcar com despesas provenientes de algum acidente de carro. Imprevistos ocorrem frequentemente, mas suas consequências podem ser minimizadas.

MAIS

  • Alterar domicílio pode sair mais caro
  • A tentativa de fraudar o seguro, declarando domicílio diferente do que realmente se tem é uma opção que pode sair mais caro para o cliente, segundo Fernando Damasco, diretor de Marketing da Gebram Seguradora. “Nos casos de sinistro, o seguro abre uma sindicância e pode negar a cobertura”, afirma.
  • 1% dos casos de fraude podem ser provados
  • Fraudes descobertas e provadas são minoria
De acordo com o delegado regional do Sincor-SP, Arnaldo Odlevati Júnior, apenas 1% dos casos de fraude contra os seguros conseguem ser provados pelas seguradoras a fim de que o cliente seja responsabilizado pelos custos do sinistro.

Fonte: Rede Bom Dia | Danilo Sanches

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O seguro cobre acidentes envolvendo uma grande quantidade de pessoas?

Tanto pessoas físicas como jurídicas podem requerer indenizações em acidentes envolvendo muitas pessoas.

Multidão

Como foi amplamente noticiado, um caminhão basculante, circulando com a caçamba levantada, colidiu e derrubou uma passarela de uma importante via expressa da cidade do Rio de Janeiro. Dois carros, uma moto e dois transeuntes foram atingidos pela estrutura e o incidente deixou um saldo de cinco mortos e quatro feridos. O caminhão pertence a uma empresa de retirada de entulhos e aluguel de retroescavadeiras.A estrutura era para passagem de pedestres.

Um acidente desse tipo, que envolve grande quantidade de pessoas, pode mobilizar diversos seguros. Tanto as pessoas jurídicas quanto as físicas podem requer indenizações caso possuam apólices para protegê-las do sinistro. Vamos aos exemplos mais óbvios.

As proteções para pessoas físicas

Quanto às pessoas físicas, o seguro que logo vem à mente é o Dpvat – seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres – cuja finalidade é amparar as vítimas de acidentes de trânsito, transportadas ou não, em todo o território nacional, não importando de quem seja a culpa dos acidentes.

O Dpvat cobre, até limites preestabelecidos por lei, morte e invalidez permanente das vítimas do acidente, e reembolso das despesas de assistência médica e suplementares. Inversamente, não estão cobertos os danos materiais (roubo, colisão ou incêndio de veículos), acidentes ocorridos fora do território nacional, multas e fianças impostas ao condutor ou proprietário do veículo e quaisquer despesas decorrentes de ações ou processos criminais.

Uma discussão interessante é o conceito de “acidente de trânsito” para efeito do Dpvat. Em primeiro lugar, a cobertura não está vinculada às regras de trânsito. Basta que haja acidente com veículo automotor, para que haja cobertura às vítimas. Assim, mesmo que o veículo que causou o acidente não esteja em dia com o pagamento do Dpvat, não possa ser identificado ou tenha violado alguma regra de trânsito, toda vítima tem direito à indenização.

Em segundo lugar, a jurisprudência parece ter consagrado a regra de que o acidente indenizado pelo Dpvat não tem, necessariamente, causa no trânsito, bastando haver dano ocorrido em relação ao veículo, encontre-se este em movimento ou não.
Outro seguro potencialmente acionável no caso é o seguro de acidentes pessoais (AP) que cobre morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados – unicamente – por acidente.

Importante notar que, no mercado de seguros, “acidente pessoal” tem conotação precisa: é evento súbito, externo, violento e involuntário causador de lesões físicas ou materiais. Se as lesões do acidente exigirem, esse tipo de seguro pode garantir, ainda, tratamento médico. “Acidente vascular cerebral”, por exemplo, não é “acidente pessoal” para o mercado de seguros. É importante observar a diferença entre a cobertura de morte no seguro de acidentes pessoais e no seguro de vida.

O primeiro indeniza unicamente em caso de falecimento por acidente conforme definido acima. O segundo deve obrigatoriamente dar cobertura para morte por causa natural ou acidental, embora seja comum a venda de apólices com coberturas adicionais para invalidez acidental, laboral ou por doença, despesas médicas, diárias de incapacidade temporária e por internação hospitalar etc.

O seguro de acidentes pessoais e o seguro de vida diferem desde logo do Dpvat por serem facultativos. Assim, para ter direito a indenização via seguro de AP ou de vida, a vítima (ou seus beneficiários) do acidente de trânsito precisaria tê-los adquirido previamente. No caso do Dpvat, não, todas as vitimas estão cobertas.

Não se deve esquece também a importância do seguro ou plano de saúde. Porém, dada a gravidade do acidente em tela, as vitimas certamente foram atendidas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Tal serviço faz parte de programas federais de assistência a pacientes em situação de urgência. O programa foi criado para funcionar 24 horas por dia e organizar o fluxo de atendimento na rede pública, reduzindo as filas nos pronto-socorro dos hospitais através de encaminhamentos para Unidades de UPA (Pronto Atendimento).

As ambulâncias do Samu estão inseridas no SUS (Sistema Único de Saúde) e todo cidadão brasileiro, tenha ele plano de saúde ou não, pode utilizar o serviço. O Samu realiza o atendimento em qualquer lugar: residências, locais de trabalho e vias públicas. O socorro é feito via chamada gratuita para o telefone 192 (Central de Regulação) onde a emergência é identificada e o médico regulador, acionado. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento, orientando o paciente ou a pessoa que fez a chamada sobre as primeiras ações.

É importante lembrar que a ambulância do Samu só realiza transporte do paciente para hospital particular (no caso em que o acidentado tem plano ou seguro de saúde) quando o paciente está muito grave e não tem condições de chegar ao hospital público. Nos demais casos, a norma é remover o paciente para o hospital público de referência mais próximo do local onde este se encontra.

Após a entrada em hospital público, a família da vitima é acionada e, se for o caso, deve contatar o seguro ou plano de saúde para providenciar a eventual transferência do acidentado para o hospital privado que integra a rede de seu plano.
Um seguro empresarial importante é o de frota de veículos, sendo de se destacar a importância da cobertura adicional de responsabilidade civil (RC).

As coberturas mais usuais do seguro frota são as de casco, roubo e incêndio (chamadas de “básicas”); as de acessórios, equipamentos e assistência 24 horas (chamadas “adicionais”) e a de responsabilidade civil mencionada acima. Esta cobre danos materiais ou corporais involuntários causados a terceiros pelo veículo segurado.

Esta cobertura é facultativa e reembolsa – até o limite determinado na apólice – as indenizações que o segurado seja obrigado a pagar, judicial ou extrajudicialmente, por ter provocado prejuízos pessoais ou materiais a outros. Prevê também o pagamento de advogado e de custas judiciais. Agora atenção: o seguro de RC e o seguro de frotas não indenizam os danos causados a terceiros devidos a acidentes por descumprimento de leis ou regulamentos relacionados com a segurança do veículo, da carga transportada e do meio ambiente.

Além disso, a seguradora poderá recusar o pagamento do sinistro se houver agravamento intencional do risco por iniciativa do segurado ou do condutor do veículo. Assim, no caso em análise, para que a empresa receba a indenização, seria necessário provar que  o caminhão trafegava em horário permitido e que a caçamba, por algum defeito, levantou acidentalmente. Caso contrário, mesmo que esteja segurada, a empresa pode não ser indenizada.

Fonte: Tudo sobre Seguros

Att.
 
Patricia Campos
 
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477

Qual o papel do cliente ao contratar um seguro?

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Ao contratar um seguro, o cliente deve ficar atento as coberturas oferecidas, as exclusões e, principalmente a idoneidade do corretor de seguros e suas referências, além de com qual seguradora está sendo fechada a apólice.

“Infelizmente o consumidor brasileiro tem o mau hábito de ler apenas as condições gerais do contrato. E isso piorou, pois as seguradoras não enviam mais as condições impressas, o que leva o segurado a contar apenas com as informações disponíveis no site da companhia”, ressalta o corretor PF, Marcio Freitas (Rio de Janeiro-RJ).

O cliente deve ficar atento ainda, a atitude de determinados corretores, destaca Eliés da Silva, da Elibraz Corretora de Seguros (Belo Horizonte-MG). “O seguro pode ser mais barato, mesmo sendo feita a cotação na mesma seguradora”, conta. Ele diz que um determinado corretor pode fazer a análise do perfil do cliente em uma seguradora “x” e obter um prêmio mais barato, do que o de outro corretor que fez a cotação na mesma companhia. Porém, cabe ao cliente, ficar atento às coberturas oferecidas no momento do processo.

“Geralmente, o cliente só vai optar pelo mais barato se eu não explicar para ele que existe uma diferença nessas coberturas. Logo, o papel do corretor é destacar as coberturas e fazer o cliente entender que aquele valor menor não está relacionado apenas ao preço, e sim a quantidade de coberturas existentes. E, caso ocorra algum sinistro, mesmo sendo o seguro da mesma seguradora, ele pode ficar sem determinadas coberturas”, enfatiza Eliés.

Fonte: CQCS | Crislaine Cambuí

Att.
 
Patricia Campos
 
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477

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