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Mostrando postagens de Maio 26, 2013

Seguradora negocia alteração em apólice

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Seguradora negocia alteração em apólice para grandes obras


As empresas de seguro querem impulsionar os prêmios apurados com apólices para grandes obras, produto conhecido como seguro garantia. E para isso, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) negocia com o governo uma mudança na regulamentação deste seguro. A ideia é aumentar o teto do valor de cobertura, atualmente em 10% do valor total da obra, para 30%.
Com a medida, as seguradoras esperam provocar um aumento da demanda pelo produto. “É muito comum que o valor coberto pela seguradora, por conta dessa limitação, não seja suficiente para compensar o prejuízo causado por um sinistro”, explica Marco Antonio Rossi, que ontem assumiu a presidência da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização e também é presidente da Bradesco Seguros.
Segundo Solange Beatriz Pinheiro Men…

Seguros de RC no Brasil está longe da realidade internacional

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Muito se fala que os seguros de Responsabilidade Civil são tendência no Brasil, em virtude da maior conscientização das pessoas quanto à necessidade de proteção para danos causados a terceiros, seja no trânsito, escola, trabalho, casas noturnas, clubes esportivos e academias de ginástica, entre outros ambientes, ou até mesmo nas residências, com as coberturas destinadas a eventuais ataques de cães ou acidentes com empregadas domésticas.
As estatísticas mais recentes mostram, no entanto, uma realidade bem distante do cenário internacional. Segundo dados da FenSeg, apresentados no almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), em evento realizado na terça-feira 14 de maio, em São Paulo, o ramo de Responsabilidades responde por apenas 2,2% do mercado nacional, enquanto em países da União Europeia, Estados Unidos e Japão esse porcentual varia de 10% a 20%.
De acordo com o presidente da FenSeg, Paulo Marraccini, isso mostra o quanto há para avançar nas coberturas de Respons…

Veja sete dicas para contratar um seguro de viagem

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O recente acidente de balão envolvendo turistas brasileiros chama a atenção para a importância dos seguros de viagem, um produto ainda menos conhecido do consumidor nacional do que outras modalidades, como o de automóvel , mas cada vez mais procurado, devido à alta do setor turístico, como informa Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 74 seguradoras.
Quando planeja suas férias, a maioria das pessoas não quer ficar pensando em coisas desagradáveis que podem acontecer durante a viagem. O seguro é uma medida de prevenção que pode diminuir os transtornos de eventos como o extravio de bagagens ou a contração de alguma doença, ou até casos piores, como um acidente fatal, que pode gerar custos altíssimos de traslado.
O seguro de viagem pode ser contratado com um corretor ou em agências de viagem. Os preços variam de acordo com o tipo de cobertura e a idade do contratante. Com base nas informações de Osvaldo Nascimento, o …

Seguro pode custar pouco

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O seguro residencial entrou na vida das famílias das classes C e D junto com a chave da casa própria. Esse novo perfil de cliente e a expansão do mercado imobiliário movimentaram a contratação do seguro residencial em 2012.
De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a carteira (conjunto de contratos de seguros) cresceu 14,5% em 2012 se comparado a 2011. A receita da carteira nacional foi de R$ 1,66 bilhão no ano passado contra R$ 1,45 bilhão no ano anterior. E a perspectiva é positiva, para os próximos anos; segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg),o setor deve continuar em ritmo de crescimento.
Marcelo Miranda é superintendente de uma seguradora em Maringá e afirma que uma das razões é que o serviço custa bem menos do que se imagina. As pessoas têm familiaridade com o serviço por causa dos veículos, mas agora também contratam o seguro residencial.
Em média, por R$ 100 por ano é possível adquirir uma apólice básica que inclui reposição de bens em caso de…

O SEGURO DE VIDA E AS INDENIZAÇÕES DECORRENTES DE COBERTURA POR MORTE E DOENÇA GRAVE

O Seguro de Vida é uma contratação caracterizada como preservação de interesses futuros, mediante a quitação mensal de um preço ao segurador, que garantirá pagamento de valor ajustado para a cobertura contratada, a depender da ocorrência de eventos previstos no contrato, os quais são chamados tecnicamente de sinistros.
Diante do acontecimento do sinistro, o capital segurado será destinado àqueles que foram indicados como beneficiários (pai, mãe, irmãos, filhos ou qualquer outro terceiro) no ato da contratação da apólice, através do preenchimento da proposta ofertada pelo corretor de seguros, que é o intermediário entre a oferta e a contratação do seguro. O recebimento do capital segurado poderá ocorrer, entretanto, pelo próprio segurado contratante ou então pelos beneficiários previamente indicados.
A ocasião em que os beneficiários poderão fazer jus ao capital segurado propriamente dito ocorrerá com o falecimento do contratante; este é o seguro de vida mais popularmente co…

Nada segura quem quer vencer

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Nada segura quem quer vencer e obter sucesso.

Os obstáculos que surgem fortalecem sua vontade de seguir adiante.

Quando os obstáculos são ultrapassados, A determinação de seguir em frente te leva a superação.

Não importam os obstáculos... Siga sempre...

Deus sempre estará contigo.

Não desanime! Lute!

A vontade de realização deve ser sempre maior, para te levar a vitória e ao sucesso! Fonte: Padre Marcelo Rossi

Abraço fraterno.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477 E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br
Site: www.patriciacamposcorretora.com.br Blog: www.patriciacamposcorretora.blogspot.com

Vítimas de acidentes de moto somam 70% dos pagamentos do DPVAT

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Nos três primeiros meses deste ano, houve um aumento no pagamento das indenizações por acidentes de trânsito. O mais impressiona é a quantidade de vítimas que se acidentaram andando de motos.

Rafael Oliveira Marcelino saía de uma festa de moto quando sofreu o acidente. Foram dois meses em coma e um ano e meio internado com várias fraturas pelo corpo. Ficaram sequelas irreversíveis.
“Eu queria voltar à minha profissão de origem, mas lutei e quando eu cheguei lá despenqueiDepois do acidente é que eu vou pensar? Era pra pensar antes”, diz o desempregado.
Na época do acidente, Rafael trabalhava como soldador e tinha 26 anos. São homens nessa faixa etária que mais sofreram acidentes de trânsito nos primeiros três meses deste ano: representaram 40% das vítimas.
Sete entre dez indenizações foram destinadas a motociclistas. Hoje, são mais de 15 milhões rodando em todo país. “Se acha o máximo em cima de uma moto. Não é assim. Eu piloto moto e sei como é que é”, afirma um homem.
“Tem que andar olhan…

Seguro é o segmento que mais desonera o Estado

O mercado de seguros quer se firmar como o segmento privado mais capacitado para desonerar os cofres públicos. Segundo o novo presidente da CNSeg, Marco Antonio Rossi, essa característica fica clara com a ação complementar que o setor exerce em áreas importantes como a saúde e a previdência.
Ele lembra que, no ano passado, as empresas que operam no ramo de saúde suplementar pagaram cerca de um bilhão de procedimentos médicos, o que representa uma média fantástica de 2,7 milhões de registros diários ou ainda mais de 114 mil a cada hora.
Ainda em 2012, 500 mil partos foram cobertos pelo setor privado. “Essas crianças receberam um atendimento de qualidade. O Brasil já é referência em saúde na América Latina e isso muito se deve á atuação do setor privado”, destaca Rossi.
Ele frisa que esse cenário se repete na previdência complementar, que oferece uma tranquilidade maior para quem se preocupa com o futuro, e no ramo vida. “No ano passado, foram pagas 500 mil indenizações no seg…

Se carro for roubado, cliente não precisa pagar, decide Justiça

O consumidor que tiver comprado um carro por leasing e ainda não tiver quitado o produto, caso tenha o veículo roubado não precisará continuar pagando as parcelas. A decisão é da 2ª vara Empresarial do Rio de Janeiro, e válida para todo o país. Ainda cabe recurso das empresas de leasing.
No contrato de leasing, o carro é comprado pela instituição financeira, que o “aluga” para o consumidor. Assim, o cliente pode usar o veículo enquanto paga as parcelas –uma espécie de aluguel. O veículo fica no nome da empresa de leasing até o fim das prestações. Só após pagar todas as parcelas, o consumidor passa a ser dono do carro.
A Justiça considerou que, já que o banco é o real proprietário do veículo enquanto o consumidor paga as prestações do leasing, é a própria instituição financeira quem deve arcar com o prejuízo caso o carro seja roubado.
A decisão foi tomada em uma ação movida pela Comissão de Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro contra os maiores bancos que fazem financiamento e leasing d…

Quadrilha que aplicava golpe do seguro é presa em Belo Horizonte

A Polícia Civil prendeu, no dia 21 de maio, uma quadrilha suspeita de aplicar o conhecido golpe do seguro do carro, em Belo Horizonte. Os integrantes do grupo são acusados de formação de quadrilha, estelionato, receptação e falsificação de documentos públicos.
Para prender Leandro de Rezende, de 32 anos, Priscila Rodrigues Rosso, de 29, Lucas Antônio de Souza Ferreira, de 27, e Paula Camila de Souza, de 23 anos, foram necessários cerca de dois meses de investigações. Eles foram pegos em flagrante, no bairro Camargos, região Noroeste de Belo Horizonte, no momento em que recebiam um cheque no valor de R$ 24.101 referente a um golpes que aplicaram.
Ainda conforme a polícia, os participantes da quadrilha já estavam sendo investigados por causa das várias solicitações de certidões de não localização de veículo, documento usado na liberação do pagamento do seguro de um veículo que foi roubado e não foi localizado.
De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha comprava um carro e fazia um seguro r…