domingo, 28 de julho de 2013

Entenda como funciona o Contrato de Contra Garantia (CCG)

Ao procurar uma seguradora com o objetivo de obter uma apólice de Seguro Garantia, o tomador deve se cadastrar e assinar o contrato de contragarantia com a companhia. A partir disso, ele assume junto a seguradora a responsabilidade de pagar qualquer prejuízo gerado pelo próprio, em contratos cobertos por apólices de Seguro Garantia desta seguradora.


Sem interferir no direito do segurado, o contragarantia acompanha a subscrição de apólice do Seguro Garantia. “O instrumento tem dois objetivos principais: sub-rogar o direito de cobrar do tomador o ressarcimento pelos prejuízos causado por ele ou a cobrança de um prêmio não pago pelo tomador, mediante a execução da garantia”, explica o especialista Lucas Villas Boas.

Diferente dos demais seguros, onde o não pagamento do prêmio extingue a cobertura, o Seguro Garantia não deixa o segurado sem proteção. “Uma vez que é contratado pelo tomador, não se aplica à modalidade negar a indenização ao beneficiário”, completa Villas Boas.

Neste tipo de contrato, cada seguradora escolhe por pactuar da forma que julgar mais adequada. Nessa linha, casos que ultrapassam a capacidade financeira do tomador e em consequência a capacidade de riscos da seguradora, podem exigir contragarantias adicionais como hipoteca de imóveis, penhor de bens, nota promissória, aval em títulos de crédito, fiança de empresas não ligadas ao tomador no contrato de contragarantia ou outra garantia de aceitação mútua.

Fonte: Segurogarantia.net | Camila Barreto


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Patricia Campos

Seguro de Vida em Grupo ou Empresarial

O seguro de vida em grupo ou empresarial oferece vantagens para a empresa e seus colaboradores com planos a preços acessíveis e vantagens para sua empresa.

Detalhes

O seguro de vida em grupo ou empresarial oferece vantagens para a empresa e seus colaboradores.
  • Funcionários adquirem o seguro de vida a valores mais acessíveis.
  • Maior tranquilidade, satisfação e valorização do trabalho.
  • Sua empresa tem a possibilidade de deduzir no Imposto de Renda os pagamentos efetuados ao seguro se optar pelo regime de tributação do lucro real.
  • Opções variadas de coberturas opcionais para adequar a sua necessidade e a de seus colaboradores, como cobertura de rescisão contratual e perda de emprego.

Você conta com 4 opções na hora de especificar o valor do capital a ser contratado:
  • Capital Global
    • Estipula-se um capital para todo o grupo. O capital segurado individual é a quota parte resultante da divisão do valor do Capital Segurado Global pela quantidade de segurados ativos na data do sinistro.
  • Uniforme
    • O Capital Segurado é igual para todos os Segurados.
  • Múltiplo Sálarial
    • O Capital Segurado é resultante da multiplicação do salário mensal.
  • Livre Escolha
    • Consiste na escolha do Capital Segurado pelo Estipulante ou pelo próprio Segurado, no ato da assinatura da Proposta de Adesão.

Coberturas

Cobertura Básica

  •  Morte Natural ou Morte Acidental

Coberturas Opcionais



Fonte: site segurodevidas.com.br



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Patricia Campos

Aumenta oferta para seguro de celulares e notebooks


Uma nova modalidade de seguros tem ganhado espaço num mercado cada vez mais promissor: o da tecnologia. Tratam-se de seguros para celulares, notebooks, tablets e equipamentos de fotografia e filmagem. Pelo menos dois pontos motivam as seguradoras e corretoras a oferecerem este serviço para equipamentos portáteis. Um deles é o investimento cada vez maior em aparelhos sofisticados (um iPhone chega a custar R$ 3 mil) e a possibilidade de ser furtado, roubado ou sofrer acidentes diversos.

Em Rio Preto, poucas seguradores dispõem deste tipo de seguro, que pode variar entre 6% e 18% do valor do aparelho. Como o serviço é novo, ainda não há informações oficiais de entidades que acompanham este mercado, já que sua comercialização é contabilizada juntamente com seguros patrimoniais, como afirma a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Mas o cenário está mudando.

O crescimento nas vendas destes seguros este ano em Rio Preto, comparado com 2012, foi de 26%, afirma Cristiano Maschio, gerente da sucursal de Rio Preto da Porto Seguro. A demanda tem aumentado principalmente por causa da forma criada para a contratação. “Depois que fizemos um site que permite o próprio cliente fazer o seguro online, a procura cresceu”, diz Maschio.

Como funciona

O seguro para equipamentos portáteis funciona da mesma forma que qualquer outro seguro. O cálculo é feito sobre o valor do produto e cobre aparelhos como notebooks, smartphones, tablets, câmeras fotográficas e filmadoras. Ele garante a reposição do equipamento em caso de danos como incêndio, raio, explosão e impacto de veículos terrestres e aeronaves, ou roubo.

Para a contratação é necessário apresentar a nota fiscal do aparelho, já que a “idade” do equipamento influencia no limite máximo de indenização,determinada pelo valor atual do bem, apurado na data em que for registrada a ocorrência do acidente. “Solicitamos a nota fiscal no momento da contratação e fazemos uma cópia dela para não haver problemas no caso de precisarmos das informações para a indenização”, afirma o corretor de seguros Valdir José Gonçalves.

Cobertura restrita

De acordo com o corretor de seguros Mauro Antônio Laranja, a cobertura para roubos é restrita. “Ela vale no caso de abordagem, roubo dentro de casa, dentro do estabelecimento comercial ou em mãos. Se deixar o aparelho dentro do carro, por exemplo, não há cobertura”, explica. Para a indenização no caso de roubo, o segurado precisa prestar queixa na polícia, registrar um boletim de ocorrência e apresentar o documento junto à seguradora.

Em acidentes de causa externa ou de danos elétricos, um laudo técnico identificando a causa, as peças exigidas e a extensão dos danos também devem ser apresentados à seguradora para a análise. Segundo o diretor regional do Sindicato dos Corretores de Seguro (Sincor) de Rio Preto, Antonio Roberto Mantovan, as pessoas passaram a investir mais em seguros para bens eletrônicos portáteis devido ao surgimento de novos aparelhos de valores altos, mas o número de interessado ainda é baixo.

“As pessoas ainda não possuem o hábito de fazer seguro para outra coisa que não seja o carro. Mas já há um indicativo de mudança, pois o seguro para equipamentos portáteis tem tido uma boa aceitação”. Foi justamente pensando no possível prejuízo pelos bens perdidos que o comerciário Marcos Santos Dias, 34 anos, resolveu fazer seguros para seus tablets e notebook. Dias já foi furtado e prejuízo de mais de R$ 4 mil.

Segundo o comerciário, o valor pago por um seguro desse tipo é baixo se comparado a outros e considerando a segurança que passa. “Hoje, a preocupação maior não é com o conteúdo existente nestes aparelhos, já que a maior parte é recuperável, mas sim com o próprio equipamento, que tem um valor alto”.

Operadoras de celular têm opções

Acompanhando a tendência do mercado, algumas operadoras oferecem seus próprios seguros para equipamentos portáteis, desenvolvidos em parceria com seguradoras. É o caso da Vivo e da Tim, cujos seguros oferecem proteção em caso de roubo ou furto qualificado para os produtos vendidos em suas lojas, como smartphones, tablets e modem. O seguro da Vivo é feito em parceria com a Zurich Seguradora e o da Tim, em parceria com Assurant Seguradora.

Os serviços das operadoras seguem o mesmo modelo das seguradoras e podem ser contratados no momento da compra do equipamento ou até dois anos após a aquisição, no caso da Vivo, ou três meses, no caso da Tim. O contrato pode ser feito nas lojas próprias das marcas ou revendedoras autorizadas.

Em caso de sinistro aprovado, os clientes recebem um modelo/marca de aparelho igual ou similar ao que possuía. Os valores dos planos oferecidos são mensais e variam entre R$ 6,49 e R$ 25,99, na Vivo, e R$ 6,49 e R$ 24,99, na Tim.

Polícia não tem dados específicos

A Polícia de Rio Preto não tem dados específicos sobre furtos e roubos de equipamentos eletrônicos. O Diário entrou em contato para levantar o número ocorrências envolvendo aparelhos eletrônicos portáteis em Rio Preto, mas a informação é de que este tipo de crime é contabilizado com outros furtos e roubos, com exceção de automóveis.

De acordo com o coronel Afonso César Evaristo dos Santos, mas de maneira geral os furtos registrados na cidade apresentaram redução no primeiro semestre de 2013.

Como funciona:

Cada empresa tem um sistema para os seguros de aparelhos eletrônicos portáteis, mas em geral, elas cobrem as seguintes situações:

:: Roubo (casos de abordagem, ocorrências dentro de casa ou estabelecimento comercial)
:: Furto (se o aparelho foi furtado no carro, por exemplo, não há cobertura do seguro)
:: Raio, danos elétricos, explosões e acidentes terrestres e aéreos (nestes casos é preciso apresentar um laudo que será analisado pela seguradora)
:: Importante – Em todos os casos é preciso ter a nota fiscal do aparelho, onde consta a data de compra e dados do proprietário

Fonte: Diarioweb

Comentário Patricia Campos: cabe ressaltar que o Seguro contratado com a intermediação de um Corretor de Seguros, habilitado pela Susep, é mais seguro.


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Patricia Campos



Brasileiro nunca investiu tanto em previdência aberta

O segmento de previdência complementar aberta continua superando recordes. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), de janeiro a maio, o setor arrecadou aproximadamente R$ 33,4 bilhões, o que representou um crescimento da ordem de 24% em relação ao valor apurado no mesmo período, em 2012.


Com isso, a receita média diária apurada pelo setor saltou de R$ 179,3 milhões, no final de maio do ano passado, para R$ 222,6 milhões no mesmo mês no atual exercício, ou ainda R$ 9,3 milhões a cada hora.

Mais uma vez, os planos individuais foram o destaque, o que sinaliza que o cidadão comum cada vez investe mais em planos de previdência aberta.

De acordo com a FenaPrevi, na soma dos primeiros cinco meses, esses planos geraram novos depósitos de R$ 29,9 bilhões, alta de 28,7% em comparação ao mesmo período de 2012.

Já os planos empresariais acumularam R$ 2,7 bilhões, com ligeira queda, de 3,6% em relação aos cinco primeiros meses de 2012; enquanto os planos para menores arrecadaram R$ 711,3 milhões, com retração de 8,9%.

A FenaPrevi informou ainda que a previdência privada aberta conta atualmente com pouco mais de 12,6 milhões de contratos ativos. No total, 95.140 pessoas já usufruem os benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).

Fonte: CQCS

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Patricia Campos

Obrigado Deus:


Pela casa que nos  protege da chuva...

Pela coberta que nos esquenta do frio...

Pela comida que nos tira a fome...

Pelo trabalho que nos sustenta...

Pela família que nos ama e


Pela proteção divina que temos todos os dias!

Abraço fraterno.

Patricia Campos

Setor devolve 16,6 milhões ao dia para segurado, no ramo de pessoas

Nos cinco primeiro meses deste ano, a média diária de recursos devolvidos aos segurados pelas seguradoras, sob a forma de indenizações e especificamente nos seguros de pessoas, chegou a R$ 16,6 milhões. Isso representa um desembolso da ordem de R$ 694,4 mil a cada hora.

Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), o total de indenizações pagas de janeiro a maio somou R$ 2,5 bilhões, 6,7% a mais que o valor registrado no mesmo período do ano passado.

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Já a receita média diária apurada por seguradoras com a comercialização de seguros de pessoas chegou a R$ 68,6 milhões no final de maio deste ano.

De acordo com a federação, o ramo de pessoas, que engloba produtos como o seguro prestamista, seguro educacional e seguros de vida individual e em grupo, gerou receita de R$ 10,3 bilhões de janeiro a maio, evolução de 17,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O seguro viagem, que cobre acidentes, extravio ou perda de bagagens, despesas hospitalares e médicas de viajantes, em deslocamentos no Brasil e no exterior, foi o carro-chefe em crescimento relativo no período, com a emissão de R$ 35,2 milhões em prêmios, volume 63,82% maior que o verificado de janeiro a maio de 2012, quando foram acumulados R$ 21,5 milhões.

O auxílio funeral, que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, foi o segundo colocado em desempenho relativo, no acumulado de janeiro a maio de 2013. Movimentou R$ 103,2 milhões, expansão de 58,31%. No acumulado do ano passado, essa modalidade de seguro fechou o período com R$ 65,2 milhões.

Já o seguro de vida (individual e em grupo), segue como produto de maior participação na carteira com R$ 4,5 bilhões em prêmios, volume 15,63% maior que o registrado no ano anterior. Já o seguro de acidentes pessoais, por sua vez, somou R$ 1,9 bilhão, apresentando aumento de 8,60%, enquanto no mesmo período do ano anterior arrecadou R$ 1,7 bilhão.

 Fonte: CQCS

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Patricia Campos

1 em cada 5 acidentados em carros em SP são homens jovens

Dados são da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.

Motoristas ou passageiros internados no SUS têm entre 20 e 29 anos.

Estudo da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo revela que um em cada cinco motoristas ou passageiros acidentados em carros no estado são homens entre 20 e 29 anos de idade. O número representa 22% do total de internações do Sistema Único de Saúde (SUS).

O empresário Felipe Antônio Costa perdeu o movimento das pernas depois de capotar o carro a 300 metros de casa. Ele estava dirigindo a 150 km/h. Hoje, cinco anos depois do acidente, ele ainda tenta recuperar os movimentos dos membros inferiores.

“Estava a 150 km/h, querendo chegar rápido em casa. Capotei por três vezes e fui parar no banco de trás. O diagnóstico foi lesão medular”, conta.

Segundo o chefe de ortopedia do Hospital de Itapecerica, Denis Barbosa, a associação de drogas e álcool colabora para aumentar que homens na faixa etária de 20 a 29 anos ocupe o ranking da estatística.

“Consumo de drogas, estimulantes, má alimentação, pessoa não dorme direito, pega o carro mesmo não estando em condições ideais e isso é uma combinação muito ruim e fatal para ter acidentes automobilísticos”.

Fonte: Do G1 São Paulo

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Patricia Campos

Tentativa de golpe do seguro é frustrada por policiais

Aos prantos, o analista financeiro M.G.S., de 41 anos, confessou aos policiais civis da 3ª Delegacia de Repressão a Roubos com Restrição de Liberdade (DAS), do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), ter mentido sobre o crime que teria sofrido na noite do dia 7 de junho. Na ocasião, como vítima de sequestro-relâmpago, ele contou ter sido alvo da ira dos criminosos descontentes por ele ter apenas R$ 100,00, e que por isso lhe atearam fogo no corpo, dentro de um veículo ainda em movimento, na zona sul da Capital.

fraude

Segundo M.G., após ter estacionado sua Pajero ano 2012 na Avenida Luiz Carlos Berrini, se dirigiu a uma agência bancária, retirou R$ 200,00, saiu, se lembrou de que precisaria de outros R$ 100,00 e para lá voltou, sendo este o momento em que foi abordado por dois homens desarmados que o obrigaram a retornar ao veículo, se sentar no banco traseiro com um deles, enquanto o outro os conduzia à Ponte do Morumbi. No caminho, o que estava com ele lhe pediu dinheiro, e por ter respondido estar com R$ 100,00, recebeu borrifos de um líquido inflamável e em seguida lhe foi ateado fogo.

O analista conta que, desesperado, abriu a porta do carro e se jogou na rua, conseguiu conter o fogo e buscou ajuda do outro lado da via com um taxista, que o socorreu ao Hospital São Luiz (Morumbi), onde chegou com queimaduras nas mãos, braços, pescoço, tórax e rosto. A ocorrência foi registrada no 89º DP (Portal do Morumbi) como extorsão qualificada.

A investigação

Os agentes do 89º DP localizaram a Pajero totalmente carbonizada, estacionada na Rua Francisco Tramontano, altura do nº 117. No local não encontraram testemunhas ou câmeras de segurança. Com estas informações, os policiais da equipe Phoenix 73, da 3ª DAS, entraram no caso e iniciaram suas investigações. Eles foram à região onde a vítima foi abordada e onde o carro foi deixado pelos criminosos – a distância entre os dois pontos era de 1,5km, e a 50 metros de onde estava a Pajero, a equipe encontrou uma camiseta preta parcialmente queimada e a encaminharam para perícia.

No hospital os policiais da Phoenix 73 tiveram a confirmação de que as queimaduras de M. se localizavam apenas nos braços e cabeça – algo não compatível com a descrição que ele fez do ocorrido. De acordo com a cena narrada, M. teria de apresentar queimaduras na parte inferior do corpo.

Um dos dois irmãos do analista é enfermeiro do Hospital São Luiz, ele mesmo prestou os primeiros socorros à M., o outro é regulador de sinistro sênior, e este, levado à 3ª DAS, disse aos policiais que M. não tinha intenção de vender o veículo (segurado em R$ 60 mil), pois estava em perfeitas condições, e ainda: que no dia do crime, M. vestia uma camiseta idêntica à queimada encontrada pela polícia. A linha de investigação do caso passou a ser sobre fraude.

As imagens das câmeras de segurança do hospital confirmaram que M. chegou de táxi, sem camiseta e com um pano branco enrolado na mão. Já as da agência bancária em que ele alegou ter sacado dinheiro não mostraram sua presença ou a dos criminosos que ele descreveu com riqueza de detalhes.

Na vizinhança da casa do analista, os policiais descobriram que por volta de 13:00 do mesmo dia 7 de junho, ele teria ido a uma loja de som automotivo contratar a retirada do kit multimídia (de R$ 4 mil) da Pajero, pelo que pagou com cartão, conforme cópia da nota de serviço e também imagens cedidas pela loja. No pátio de veículos sinistrados, a equipe pode ver a caminhonete e constatar que o painel havia sido de fato queimado sem o rádio.

Com essas provas e com a análise do modus operandi (no caso, forma da prática criminosa) dos assaltantes, o qual chamou a atenção dos policiais, porque em casos assim, estando a vítima já a caminho de uma agência bancária, o usual teria sido eles a acompanharem até lá e a obrigarem a sacar o dinheiro disponível.

Conclusão do caso

Após 24 dias internado, M.G.S. compareceu à 3ª DAS, no dia 15 deste mês, e negou ter ido à loja de som, porém confirmou estar com uma camiseta com as características da que foi encontrada pelos policiais.

Quando lhe foram mostradas uma foto da camiseta queimada e uma cópia da nota de serviço da loja, chorando, M. resolveu contar toda a verdade: que não foi vítima de nenhum crime. Além disso, contou que as queimaduras em seu corpo ocorreram por ele ter tentado cometer suicídio. Ele afirmou ter jogado um galão de gasolina nos bancos da Pajero, ter se sentado ali com uma das janelas abertas, e então decidido atear fogo em si mesmo.

Continuando no depoimento, o analista disse que pulou do carro e tentou apagar o fogo com as mãos, arrancou a camiseta e a lançou na rua, e que no hospital, para funcionários, policiais e sua família, sustentou a mentira. Negou, contudo, ter pretendido fraudar o seguro, ainda que tenha dado entrada no aviso de sinistro junto à seguradora. Sobre o kit, ele disse ter tirado para ajudar a esposa, no caso de sua morte.

Fonte: CBN

Att.

Patricia Campos

Mutirão DPVAT 2013 tem quase 1.300 processos já agendados


O Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Natal realizará entre os dias 6 e 8 de agosto mais uma edição do Mutirão do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) Natal, numa parceria do Tribunal de Justiça potiguar (TJRN) e a Seguradora Líder de Consórcios. Até o momento, foram agendados 1.288 processos que tramitam na Justiça Comum do Rio Grande do Norte. Os feitos foram selecionados pela Varas, pela Seguradora Líder e mediante solicitação das partes através do telefone 0800 284 64 74.

O mutirão contará com a participação da equipe do Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Natal (Secretaria de Conciliação), equipe do Núcleo de Projetos, magistrados, servidores, estagiários conciliadores, estudantes de Direito da Faculdade Maurício de Nassau, além dos representantes da Seguradora Líder.

O evento contará, também, com estande do Sindicato dos Corretores (Sincor), que vai dirimir dúvidas sobre como receber o Seguro DPVAT, além de estar preparado para, durante o próprio mutirão, ingressar com requerimentos administrativos visando o recebimento do seguro sem nenhum custo.

Serviço

O mutirão se realizará na 1ª Câmara de Resolução de Conflitos e Mediação de Natal, na Faculdade Maurício de Nassau, localizada na Avenida Roberto Freire, 1514, Capim Macio (próximo ao Supermercado Favorito e a Farmácia Pague Menos). As partes que receberam os telegramas de intimação devem comparecer no dia e hora indicado, com documentos pessoais e tudo o mais que possuir relacionado ao acidente, pois serão realizadas perícias durante o evento.

Fonte: nominuto.com

Att.

Patricia Campos

terça-feira, 23 de julho de 2013

Seguro garantia cresceu 37,2% até maio

O seguro garantia foi o destaque do mercado brasileiro nos cinco primeiros meses do ano. Segundo dados oficiais da Susep, juntas, as diferentes modalidades que integram esse ramo, geraram um volume de prêmios da ordem de R$ 748,7 milhões de janeiro a maio. Esse valor é 37,2% maior que o apurado no mesmo período, em 2012.

Ainda de acordo com a Susep, a receita apurada em maio, de aproximadamente R$ 156,7 milhões, ficou 61,8% acima do montante registrado no mesmo mês, no ano passado.

Em contrapartida, os sinistros retidos cresceram 61,1% entre os dois períodos comparados, para R$ 93,2 milhões. Em razão disso, a taxa média de sinistralidade no ramo garantia subiu de 19% para 22% entre maio de 2012 e o mesmo mês, no atual exercício.

Para os corretores de seguros, a boa notícia foi que as despesas comerciais – que englobam as comissões de corretagem e valores investidos em campanhas promocionais – deu um salto de 68,1%. De janeiro a maio, esses gastos somaram R$ 40,3 milhões.

Veja, abaixo, os quadros com o desempenho desse ramo: (Clique nas imagens para amplia-las)

Janeiro a maio de 2012 – Fonte: Susep
SG

Janeiro a maio de 2013 – Fonte: Susep
SG2

Fonte: SeguroGarantia.Net

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Patricia Campos

O que fazer quando acontece um sinistro de Seguro Garantia?

O sinistro de Seguro Garantia é caracterizado pelo descumprimento das obrigações contratuais cobertas. Assim, quando o segurado constata que o tomador está inadimplente no contrato por algum motivo, deve notificá-lo com um comunicado extrajudicial, solicitando esclarecimento dentro de um prazo determinado e comunicar a expectativa de sinistro à seguradora.



A partir disso, a postura do tomador é que vai direcionar os próximos passos da questão. Após o prazo, caso o tomador não emita resposta satisfatória, o segurado deve fazer a reclamação de sinistro à seguradora, anexando todas as tentativas de negociação. Vale destacar que a queixa só deve ser feita quando estiverem esgotadas as possibilidades de diálogo entre ambos, explica o especialista em Seguro Garantia, Lucas Villas Boas.

Na próxima etapa, a seguradora entra como mediadora do conflito e vai exigir os posicionamentos das partes: tomador e segurado. A companhia deve ser a responsável por regular e liquidar o sinistro, decidindo sobre a culpa do tomador ou não e definir pela indenização ao segurado, pontua Villas Boas.

O especialista reforça que se a inadimplência for gerada pelo segurado, a seguradora não é obrigada a pagar o sinistro. Sendo o prejuízo gerado pelo tomador, a seguradora indenizará o segurado. Logicamente, a seguradora vai buscar o ressarcimento deste gasto junto ao tomador acionando o contrato de contragarantia, enfatiza o especialista.

Villas Boas lembra que empresas que querem se manter no mercado, dificilmente permitem que um contrato de contragarantia seja executado. O tomador acaba sendo negativado pela seguradora e isso vai implicar na continuidade das operações da empresa. A maioria dos sinistros ocorre quando a empresa entra em falência.

Antes e depois do Seguro Garantia

Segundo Villas Boas, antes da chegada do Seguro Garantia, os sinistros em contratos públicos eram mais frequentes. A existência de obras inacabadas no Brasil era uma prática muito comum. O setor público não era eficiente na busca do ressarcimento de um sinistro através do contrato diretamente com o tomador, frisa Villas Boas.

Ele destaca que hoje, o Seguro Garantia protege o erário público e as empresas são muito mais responsáveis. Um tomador que gera um prejuízo, por exemplo, vai ser acionado pela iniciativa privada, e vai buscar o ressarcimento junto aos sócios da organização. Dificilmente estes empresários conseguirão fazer outro negócio sem honrar este prejuízo, completa.

Fonte: Seguro Garantia|Camila Barreto


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Patricia Campos

Impulsionados pelo emprego e alta da renda, seguros de vida cresceram 15%


Planejar o próprio futuro e o da família é uma estratégia que tem ganhado peso no orçamento das famílias brasileiras, empurrando o mercado de seguros de pessoas, um segmento que cresce embalado pelos indicadores do emprego e melhora na renda do brasileiro. O modelo de proteção reúne no mesmo grupo os seguros de vida, individual e em grupo (contratados por empresas), acidentes pessoais e outros, como auxílio-funeral e de viagem. Movimenta perto de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), mas tem potencial para dobrar de tamanho no país à medida que o brasileiro vem adicionando no orçamento o custo de uma espécie de tranquilidade para esperar o futuro.



Os seguros de vida e acidentes pessoais movimentam o maior volume de recursos de seguros de pessoas. De janeiro a abril foram R$ 5,2 bilhões, crescimento de 15% frente ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). “O crescimento do seguro de vida está diretamente relacionado ao bom desempenho do mercado de trabalho e também ao valor que a população atribui ao produto”, diz Osvaldo do Nascimento, presidente da instituição. Segundo ele, a expectativa é de que o setor continue a avançar este ano, a despeito do baixo crescimento estimado para o PIB.

A modalidade vida e acidentes pessoais é aquela que deve garantir ao beneficiário cobertura em caso de morte acidental ou natural e por invalidez. O produto pode vir agregado de outros serviços, como auxílio-funeral e assistência para serviços de manutenção da residência. Pesquisa recente da Proteste – Associação de Consumidores ressalta os benefícios do seguro para as famílias, mas mostra também que as coberturas adicionais devem ser escolhidas com critério, realmente serem úteis ao grupo, e importante: o estudo reforça que o valor da mensalidade cresce consideravelmente à medida que a idade do consumidor avança. A pesquisa demonstrou também que a diferença de preço no mercado para uma mesma cobertura pode chegar a R$ 850 ao ano.

“O seguro de vida é um produto de longo prazo e grande fidelização”, aponta Ângela Beatriz Assis, diretora de produtos e comunicação da BB Seguridade. De acordo com ela, o crescimento da renda do brasileiro teve um impacto em todo o segmento de seguros, inclusive nos produtos de vida e acidentes pessoais. Para a executiva, esse é um segmento ainda fortemente contratado pelas classes A e B, mas que cada vez ganha maior participação das classes emergentes, de menor renda. Ângela Beatriz aponta que o mercado vem criando produtos no segmento para públicos específicos, como o seguro de vida com cobertura para o diagnóstico de câncer de mama, em que a mulher pode receber valores em vida.

A professora de inglês Jacqueline Botelho é beneficiária do seguro de vida contratado pelo marido, Rodrigo Botelho. Ela conta que a família investe na modalidade, que pode trazer certa tranquilidade no caso de o principal provedor do grupo não estar presente. O contrato foi feito há cinco anos e beneficia também os filhos do casal. “Esse é um investimento que depende muito do perfil da família. No nosso caso o seguro se estende também à cobertura por invalidez. Para nossa família, o investimento compensa.”


Fonte: Diário de Pernambuco

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Patricia Campos

Vale a pena fazer um seguro para sua festa de casamento?

Saiba como funcionam os seguros para casamento e entenda por que eles podem ser importantes para a sua festa

Kostya Kisleyko/ Stock.XCHNG
Aliança de casamento

Seguros podem cobrir danos morais de um eventual cancelamento da festa por causa de problemas com buffets

São Paulo – Se um acidente ocorrer com um convidado, ou se houver algum problema com o buffet que impeça a realização de uma festa de casamento, decerto o maior problema para os noivos será a chateação de ver um sonho não se realizar, ou pelo menos não da forma como se imaginava. Mas, se além disso ainda for preciso arcar com despesas decorrentes desse tipo de imprevisto, com certeza tudo pode ficar ainda pior. Por isso, os seguros de casamento podem ser um produto interessante para quem gosta de se precaver e sobretudo para quem pretende fazer um grande investimento na festa.

Ainda que esse tipo de seguro seja mais contratado pelas empresas que organizam o casamento, eles também são disponíveis para pessoas físicas. E devido ao bom custo-benefício, vale a pena considerar a contratação desse tipo de seguro caso você esteja organizando sua própria festa, ou ao menos se certificar de que a empresa organizadora tem essa apólice.

Cobertura

Atualmente a Porto Seguro é a única empresa que oferece um seguro especificamente voltado para casamentos. Outras seguradoras disponibilizam seguros para eventos, mas não costumam divulgá-los tanto para pessoa física, nem enfatizar que o produto é voltado a casamentos.

A cobertura do seguro para casamento da Porto cobre basicamente prejuízos decorrentes de acidentes pessoais ocorridos durante a festa, com convidados e profissionais envolvidos na organização. 

Mas, é possível contratar adicionalmente coberturas de: danos morais; não utilização do local, como em caso de problemas com o buffet; instalação, montagem e desmontagem; fornecimento de alimentos e bebidas, caso a comida gere algum tipo de intoxicação e os convidados tenham despesas médicas; guarda de veículos de terceiros; não comparecimento do artista ou de outras pessoas contratadas; e sobre equipamentos eletroeletrônicos musicais e cinematográficos.

Os seguros de eventos podem ser muito customizados, por isso o tamanho da indenização e as cláusulas vão depender do quanto você pretende gastar com a festa, dos serviços contratados e da segurança que você quer ter. 

O seguro pode ser vantajoso para a pessoa física?

Segundo informações de uma corretora que vende o seguro de casamento da Porto, mas que não quis ser identificada na reportagem, quando ocorre algum tipo de sinistro e há uma empresa organizando o casamento, geralmente a responsabilidade recai sobre ela. Por exemplo, se os convidados ou profissionais que trabalham na festa sofrerem algum tipo de acidente, provavelmente eles processarão a empresa que organizou a festa e não os noivos. 

Mas se os noivos organizarem a festa por conta própria ou se de alguma forma a responsabilidade recair sobre eles, o seguro pode ser muito importante porque além de despesas médicas, o casal pode precisar arcar com outros custos relativos a processos pelos quais sejam responsabilizados civilmente.

A cláusula de danos morais pode ser bem interessante. Se o local onde a festa será realizada for interditado pela Justiça, por exemplo, os noivos podem receber o valor pago de volta pelo prejuízo emocional causado por um cancelamento ou adiamento da festa. 

O que o seguro não cobre

A cobertura do seguro se restringe a acontecimentos imprevistos. Por isso, não há cobertura em caso de desistência de um dos noivos, ou se na assinatura da apólice os contratantes já tiverem alguma previsão sobre a possibilidade de adiamento ou cancelamento da festa. 

Acidentes pessoais ocorridos antes e fora do local festa também não são incluídos. Apenas entram na cobertura acidentes com pessoas envolvidas nas instalações da festa caso tenha sido contratada a cobertura sobre instalação montagem e desmontagem.

Custo

Em uma simulação feita com o auxílio de uma corretora consultada por EXAME.com, o seguro da Porto Seguro de um casamento de 300 pessoas, com coberturas para acidentes pessoais, alimentos e bebidas, não comparecimento do artista, danos morais, instalação, montagem e desmontagem e com indenizações que chegam a 300 mil reais sairia por 1.500 reais. 

Cuidados com a contratação de empresas

Vera Simão, consultora na área de eventos e casamentos há mais de 45 anos, afirma que não existe seguro que compense o prejuízo emocional que os noivos podem ter ao enfrentar problemas com a festa. Em sua opinião, os seguros podem ser muito importantes, mas para as empresas que organizam a festa. Para ela, os noivos devem se preocupar mais com a contratação de empresas de qualidade do que com o seguro propriamente dito. 

“A melhor coisa que o noivo pode fazer é contratar pessoas sérias para organizar a festa, porque depois não adianta correr atrás do prejuízo. Por mais que seja recebida uma indenização, nada paga o estresse que a pessoa pode sofrer”, afirma Vera. Segundo ela, quando os noivos contratam empresas de credibilidade, problemas são evitados e as próprias empresas possuem seguros próprios que podem cobrir eventuais prejuízos. 

Fonte: , de


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Patricia Campos

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