domingo, 9 de abril de 2017

Saiba a importância de considerar um seguro para frotas no planejamento de uma empresa

Itaú Seguro Auto Frota destaca motivos para apostar nesta categoria de seguros e evitar prejuízos futuros



Nos primeiros meses do ano de 2017, as empresas se dedicam à produção de uma importante ferramenta de controle financeiro: o planejamento patrimonial. Além de ser essencial para garantir a rentabilidade, o planejamento também deve prever uma margem para contornar despesas inesperadas, como danos a máquinas e ferramentas de trabalho e acidentes de diversas naturezas. 

Durante a organização das finanças, a fim de driblar imprevistos, é comum que as companhias recorram a diferentes tipos de seguros: Empresarial, Vida, Saúde, Odontológico, e Equipamentos Portáteis são algumas das opções mais procuradas. Entretanto, vale atentar-se para mais um tipo de cobertura que pode ser a chave para lidar com dores de cabeça indesejadas – o seguro para Frotas.

“O Itaú Seguro Auto Frota reconhece as frotas empresariais não apenas como patrimônio valioso, mas também como parte imprescindível para o bom funcionamento dos negócios”, explica Marcelo Sebastião, diretor do Itaú Seguro Auto.

Além de proteger os veículos em situações de roubo, furto, incêndio e colisão, o produto oferece coberturas adicionais e benefícios que ajudam os executivos a manterem o foco sem se preocuparem com imprevistos quem venham a causar furos no orçamento. 

Confira:

  • Assistência completa: O Itaú Seguro Auto Frota tem garantia contra danos materiais e corporais a terceiros e ainda conta com assistência 24h em caso de emergências.

  • Flexibilidade e proteção sob medida

Atento às constantes mudanças do ambiente empresarial, o Itaú Seguro Auto Frota oferece:
  • Contratação disponível para frotas a partir de um veículo;
  • Facilidade para inclusão e exclusão de automóveis durante a vigência;
  • Tranquilidade para renovação do seguro com uma data única de vencimento;
  • Flexibilidade na negociação;
  • Possibilidade de contratação de garantias adicionais e ampliação dos limites das coberturas a qualquer momento;
  • Três opções de planos de assistência para veículos de carga ou passeio. Proteção adicional


Para quem deseja incrementar a segurança da sua frota, carro reserva, cobertura de acidentes pessoais por passageiro, guincho para terceiros, e garantia de vidros e acessórios estão entre as proteções adicionais disponíveis. Vantagens exclusiva

Segurados Itaú Seguro Auto Frota podem desfrutar de 15% de desconto na realização de diversos serviços de manutenção nos Centros Automotivos Porto Seguro. Além disso, há desconto de 20% para alarmes, 10% para rastreadores na Porto Seguro Proteção e Monitoramento; e até 20% em produtos novos e de reuso da Renova Ecopeças.

Para mais informações sobre as vantagens do Itaú Seguro Auto Frota, envie e-mail para: seguros@patriciacamposcorretora.com.br.

 Fonte: Imagem Corporativa

Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Porto Seguro oferece produto exclusivo para taxistas



Existente há mais de dois séculos, a profissão de taxista faz parte do cotidiano das grandes cidades e, até os dias de hoje, é reconhecida como uma alternativa fundamental para a mobilidade. Conhecer o trânsito e dominar rotas e regiões de circulação são algumas das habilidades requeridas para a atividade, mas, além disso, também é preciso manter o veículo em dia, a fim de garantir conforto e segurança para os clientes. Por essa razão, o Porto Seguro Auto disponibiliza um seguro exclusivo para Taxi: “Um produto pensado especialmente para os taxistas, cujos veículos são considerados ferramentas de trabalho e, por isso, precisam estar em pleno funcionamento”, explica Jaime Soares, superintendente do Porto Seguro Auto.

Entre as principais coberturas do Porto Seguro Taxi, destacam-se: dano parcial ou integral ao automóvel por colisão, incêndio ou roubo/furto; danos materiais e corporais a terceiros e danos corporais a passageiros (em razão de acidente de trânsito envolvendo o veículo segurado). Além disso, o taxista também pode contar com o Vá de Táxi – um aplicativo de corridas da Porto Seguro que coloca o motorista em contato com mais passageiros. A plataforma permite prospectar e fidelizar clientes com a menor taxa do mercado, aceita formas de pagamento variadas, e ainda oferece 5% de desconto na contratação ou renovação do seguro para o taxista que permanece com o aplicativo ativo no celular . O condutor também pode indicar o aplicativo a seus passageiros, pois, ao efetuarem o pagamento com o cartão de crédito Porto Seguro, eles obtêm 20% de desconto na corrida

Pensando nos motoristas que zelam por seu carro, o Porto Seguro Taxi também oferece benefícios gratuitos para manutenção preventiva do veículo, como diagnósticos diversos, cristalização de para-brisas, troca de lâmpadas, reparo de furos e rodízio de pneus, entre outros. A troca gratuita de pastilhas de freios dianteiros e do filtro de óleo também é garantida: “Para realizar os serviços, os motoristas podem se dirigir a qualquer um dos mais de 270 Centros Automotivos Porto Seguro”, completa Jaime.

Fonte: CQCS | Livia Montenegro


Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Blog: www.patriciacamposcorretora.blogspot.com  

Consulta pública sobre coparticipação e franquia



A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) começou a receber nesta sexta-feira (31/03) as contribuições para a consulta pública que trata da proposta de Resolução Normativa sobre coparticipação e franquia nos planos de saúde. O envio das sugestões pode ser feito até o dia 02/05 através do formulário eletrônico disponibilizado no portal da ANS juntamente com a documentação sobre o assunto (acesse aqui).

A proposta de normativa foi debatida durante audiência pública realizada no dia 20/03, no Rio de Janeiro. Na ocasião, estiveram presentes mais de 170 participantes representando 94 entidades, entre órgãos de defesa do consumidor, prestadores, operadoras de planos de saúde e demais instituições relacionadas ao setor.

Com a resolução, a ANS quer dar mais segurança e transparência aos mecanismos de coparticipação e franquia, instrumentos de regulação que podem ser utilizados pelas operadoras nos produtos que disponibilizam ao mercado. A proposta define e determina regras de uso para esses mecanismos, prevê o estabelecimento de um percentual máximo de coparticipação a ser cobrado sobre os valores dos procedimentos e obriga as operadoras a disponibilizarem informações para orientar o beneficiário antes, durante e depois da contratação de um plano em que seja utilizado esse tipo de instrumento.

A comercialização de produtos com coparticipação ou franquia é uma opção das operadoras de planos de saúde, não sendo, portanto, obrigatória. O tema está em debate na ANS desde 2010. Atualmente, 33% dos planos de saúde comercializados utilizam esses mecanismos e 50% dos beneficiários têm planos com coparticipação ou franquia.

Fonte: ANS

Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Coparticipação e franquia: normativa da ANS traz segurança e transparência

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está preparando uma normativa para dar mais segurança e transparência aos mecanismos de coparticipação e franquia, instrumentos de regulação que podem ser utilizados pelas operadoras nos produtos que disponibilizam ao mercado. O texto da proposta será apresentado e discutido em audiência pública no próximo dia 20/03, no Rio de Janeiro. A resolução define e determina regras de uso para esses mecanismos, prevê o estabelecimento de um percentual máximo de coparticipação a ser cobrado sobre os valores dos procedimentos e obriga as operadoras a disponibilizarem informações para orientar o beneficiário antes, durante e depois da contratação de um plano em que seja utilizado esse tipo de instrumento.


A comercialização de produtos com coparticipação ou franquia é uma opção das operadoras de planos de saúde, não sendo, portanto, obrigatória. O tema está em debate na ANS desde 2010. Em 14/07/2016, foi aberto um Grupo Técnico para ampla discussão com a sociedade, tendo sido realizadas no período cinco reuniões. Todas foram transmitas ao vivo pela internet e estão disponíveis para consulta no canal da ANS no YouTube. Cabe destacar que a proposta de normativa que será apresentada na audiência pública é fruto de um debate técnico da ANS com a sociedade, não tendo relação com a proposta de Plano de Saúde Acessível apresentada posteriormente pelo Ministério da Saúde.

Atualmente, 33% dos planos de saúde comercializados utilizam esses mecanismos e 50% dos beneficiários têm planos com coparticipação ou franquia. Apesar de atingir grande parcela do mercado de saúde suplementar, há pouco detalhamento sobre o tema. “As regras que regem o assunto, editadas ainda antes da criação da ANS, são pouco claras e específicas, o que gera insegurança e desinformação. Com essa Resolução Normativa, esperamos suprir uma lacuna deixada pela regra e dar mais proteção ao consumidor”, avalia a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira.



DETALHAMENTO DA PROPOSTA

SIMULAÇÃO - As operadoras de planos de saúde que optarem por utilizar um desses mecanismos serão obrigadas a disponibilizar simulações aos beneficiários antes de contratar o plano e antes de utilizá-lo. Com isso, poderão ter uma noção sobre o valor que terão que custear na hipótese de utilização do plano e também saber o valor que terão que arcar conforme o prestador e o quanto sua mensalidade irá diminuir. As informações contendo todos os detalhes da utilização do plano e respectivos valores deverão ser disponibilizadas ao beneficiário através do extrato que fica disponível no site da operadora.

“A simulação pré-contratação oferece um conjunto de informações para que o beneficiário possa ter um panorama dos produtos ofertados pela operadora e, desta forma, escolha o produto que melhor se adeque ao seu perfil. A simulação pré-utilização garantirá uma informação mais precisa a ser dada pela operadora para que possa informar seu beneficiário sobre os custos de utilização do produto, com a máxima acurácia possível”, explica a diretora.



A coparticipação é um valor pago à parte pelo beneficiário pela utilização de um procedimento. Por conta disso, o valor da mensalidade é menor do que o de um plano sem coparticipação.

Há quatro possibilidades de coparticipação: percentual em cima do valor do procedimento pago ao prestador; percentual sobre uma tabela de valores médios praticados no mercado; valores em Real predefinidos para os procedimentos; ou percentual que incide na mensalidade. Seja qual for o formato escolhido pelo beneficiário, a regra de coparticipação deverá estar claramente expressa no contrato.

Pela proposta que está em elaboração, o percentual máximo de coparticipação a ser cobrado não poderá ultrapassar 40% do valor do procedimento. Atualmente, não há um percentual máximo estabelecido.

Já a franquia é o valor estabelecido no contrato de plano de saúde até o qual o beneficiário deve arcar para ter cobertura. Há três modalidades previstas: franquia acumulada, quando o  beneficiário arca com o custeio das despesas acumuladas no período de até um ano, até atingirem um determinado valor (conforme estabelecido em contrato); franquia por evento/grupo de eventos, modalidade em que o beneficiário arca com o custeio dos procedimentos até determinado valor (conforme estabelecido em contrato); e franquia limitada, que ocorre nas hipóteses em que o mecanismo de regulação só passa a incidir quando os procedimentos/eventos custem acima do valor determinado (definido em contrato).



REGRAS DE USO - A proposta de normativa estabelece regras gerais de uso para esses mecanismos. Não será permitida a incidência de franquia e coparticipação em um mesmo procedimento; também são definidos procedimentos em que não pode incidir esses tipos de mecanismos, como nas quatro primeiras consultas realizadas com médico generalista a cada 12 meses, exames preventivos, tratamentos crônicos e exames de pré-natal.



O material com as discussões e a proposta de normativa encontram-se disponíveis no portal da ANS na internet (clique aqui). Após a audiência pública que será realizada no dia 20/03, a proposta ficará disponível no site por 15 dias. O evento será transmitido pelo aplicativo Periscope.

Confira os materiais disponíveis


Fonte: ANS

Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Em 2016, ANS cobrou dos planos de saúde R$ 1,6 bilhão por atendimentos realizados no SUS

Em 2016, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) cobrou das operadoras de planos de saúde cerca de R$ 1,6 bilhão por atendimentos realizados na rede pública. O valor se refere a 1.107.068 procedimentos realizados e representa um crescimento de 133,7% em relação ao valor cobrado no ano anterior (cerca de R$ 709 milhões). Os valores arrecadados pelo processo de ressarcimento ao SUS são encaminhados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) para a aplicação em programas e ações prioritários do governo federal. Somente em 2016, a ANS repassou ao Fundo um total de R$ 315,5 milhões.

“A cobrança dos valores devidos pelas operadoras para ressarcimento ao SUS tem sido aprimorada e os resultados recordes obtidos em 2016 são reflexo das melhorias implementadas. Instituímos um sistema eletrônico para agilizar o trâmite das impugnações e recursos, reduzimos o tempo médio de análise das impugnações e, com isso, conseguimos reduzir o passivo de processos”, explica a gerente-executiva de Integração e Ressarcimento ao SUS Fernanda Freire. Ela destaca que a produtividade de análises dos processos em 1ª e 2ª instância também bateu recorde em 2016. “Quando comparamos o volume de atendimentos analisados no ano passado em relação a 2011, verificamos que houve um aumento de mais de 50% na produtividade”, afirma.

Desde 2001, quando a ANS começou a cobrar das operadoras os valores relativos ao ressarcimento, foram identificados 2,1 milhões de atendimentos realizados por beneficiários de planos de saúde no SUS passíveis de cobrança. Esses atendimentos correspondem a mais de R$ 3,4 bilhões. Deste montante, R$ 1,5 bilhão (43,4%) foram arrecadados e repassados ao FNS e R$ 744 milhões (21,9%) encaminhados para dívida ativa.

Do valor total cobrado, R$ 1,2 bilhão (ou seja, 34,7%) são alvo de processos judiciais de operadoras que contestam a cobrança ou que estão em fase de inscrição em dívida ativa. Até 2014, o percentual médio de impugnações por parte das operadoras chegava a 82%. Contudo, em 2015 houve uma mudança de comportamento das empresas, e esse índice caiu para 60% - o que representa 27,4% em relação à média histórica. Em 2016, esta redução foi ainda maior, e o índice de impugnação ficou em 51%.

Como é feito - O ressarcimento ao SUS é devido em razão dos atendimentos realizados na rede pública de saúde pelos beneficiários das operadoras, desde que esses serviços estejam previstos no rol de cobertura estabelecido pela ANS e não haja nenhuma exclusão legalmente permitida. É uma importante ferramenta regulatória e de proteção aos consumidores, na medida em que visa garantir a existência de uma rede assistencial adequada e coibir a prática de condutas abusivas por parte das operadoras.

Para fazer o reconhecimento de um beneficiário de plano de saúde atendido na rede pública, a ANS vale-se de um procedimento que cruza, periodicamente, a base de dados do SUS no que diz respeito à Autorização de Internação Hospitalar (AIH) e à Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC) com os sistemas da ANS. O resultado do cruzamento é enviado para as operadoras, que podem acatar a cobrança e quitar a dívida ou contestá-la. Somente em 2016, foram notificados 577.194 atendimentos de beneficiários na rede pública. Foi o maior volume de notificações realizadas em um ano desde a criação da ANS.

O não pagamento do ressarcimento comprovadamente devido pela operadora resulta na inscrição em dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), bem como na consequente cobrança judicial.

Valores dos atendimentos cobrados (por ano)



Valores encaminhados à Dívida Ativa (por ano)



Redução das impugnações (%)


Fonte: ANS

---------------------------------------

O custo de cada procedimento pago pelas operadoras, em 2016, para o FNS gerou em torno de R$ 1.445,25. 

Há que se perguntar se o valor integral é repassado para as unidades de atendimento de saúde pública que sofre com escassos investimentos e condições de atendimento. A resposta é cristalina no mar de corrupção que assola o Brasil. 

O FNS é mais uma forma de onerar as operadoras e seguradoras de saúde em detrimento ao custo elevado dos planos de saúde privados que oneram em duplicidade o cidadão que paga além do plano de saúde o INSS.

Ainda se os valores fossem revertido, em sua totalidade, para os hospitais, laboratórios, clínicas e consultórios seria justificável. Mas o dinheiro é revertido para um fundo de aplicação em programas e ações prioritários do governo federal que diverge da finalidade a que é cobrado.

O Estado brasileiro se tornou o algoz da saúde pública e privada.


Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477


Feliz e Abençoada Páscoa!!



Páscoa é renascimento, é passagem,
É mudança e transformação,
É ser de novo um mesmo ser
Que recomeça pela própria libertação.
Fica para trás uma vida cheia de poeira
E começa agora um novo caminhar
Cheio de luz, de fortalecimento,
Esperanças renovadas.
Um arco-íris rasga o céu e parece 
Balbuciar que Jesus ressurgiu para nos 
Provar que o amor incondicional existe, 
Assim como a vida eterna.


Fonte: mundodasmensagens.com



Que, nesta Páscoa, Cristo renasça em seu coração e de sua família renovando as alegrias, as graças e as bençãos de Deus.

Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

SUSEP lança Guia e Cartilhas de orientação aos consumidores

A Superintendência de Seguros Privados - SUSEP lança o Guia de Orientação e Defesa do Consumidor, em formato digital, contendo informações importantes aos consumidores sobre todo o setor supervisionado, abrangendo os segmentos de seguros, previdência complementar aberta e capitalização. A edição completa tem explicações minuciosas sobre cada produto, como contratar, além de informações sobre os direitos básicos do consumidor.



Além da versão digital, a SUSEP lançou também o Guia de Orientação Básica ao Consumidor e mais seis Cartilhas sobre produtos de seguros, previdência complementar aberta e capitalização. A iniciativa faz parte das ações em comemoração aos 50 anos da Autarquia, completados no dia 21 de novembro de 2016. As edições serão distribuídas por órgãos de defesa do consumidor, parceiros conveniados e também estarão à disposição nas unidades de atendimento da SUSEP. A versão básica impressa, menor que a edição online, terá 20 mil exemplares distribuídos em todo o país.

As cartilhas contêm informações sobre produtos específicos, com orientações aos consumidores. As edições vão abranger o seguro de automóvel, de vida e acidentes pessoais, de garantia estendida, DPVAT, título de capitalização e previdência complementar aberta. As cartilhas terão apenas versões impressas, num total de 30 mil exemplares, que serão distribuídos em todo o país.

As edições têm como objetivo ampliar as informações prestadas aos consumidores pela Susep. Além de servir como base na tomada de decisões mais conscientes e na proteção contra eventuais prejuízos, visa, principalmente, estimular uma maior exigência dos cidadãos por seus direitos. 


Fonte: Susep

Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Seguro popular pode ficar até 28% mais barato que o tradicional



Duas seguradoras estão comercializando o seguro auto popular para alguns modelos de veículos: Tokio Marine e Azul. Essa modalidade de seguro tem por objetivo atrair os consumidores que ainda não têm coberturas para seus veículos.

As apólices são mais baratas que as tradicionais e permitem consertos com peças de desmanches e não originais. É a forma encontrada para democratizar o acesso aos benefícios e à segurança oferecidos pelas apólices de seguro, ao oferecer um preço mais acessível.

No mês de março, a Bidu Corretora fez um levantamento comparando os valores das apólices dos seguros tradicional e popular de quatro modelos de entrada – Gol, Celta, Ka e Clio. A variação dos preços chegou a fidar 28% mais barata em relação ao seguro tradicional (no caso do Gol). Para o estudo, foi escolhido o perfil de um homem casado, de 35 anos, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho, ambos em São Paulo.

Acompanhe a seguir os preços encontrados:


Fonte: CQCS | Sueli Santos

--------------------------------------------

Como o Seguro Popular está iniciando e, por isso, uma cobertura obscura para o mercado segurador, ainda não é oferecido a todos os tipos de veículos.

Trabalhamos com as duas Seguradoras (Tokio e Azul) e estamos a disposição para realizar orçamentos para seu veículo e, se aceito, fecharmos a cobertura securitária para o mesmo.

Trabalhamos também com os Seguros de Automóveis tradicionais e também estamos a disposição ara realizar orçamentos para seu veículo e, se aceito, fecharmos a cobertura securitária para o mesmo.


Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Blog: www.patriciacamposcorretora.blogspot.com  

Aprovado projeto que prevê seguro para obras públicas



Foi aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) o projeto de lei nº 220/2016, de autoria do deputado Luiz Carlos Martins (PSD), que torna obrigatória a contratação, pelo responsável técnico da obra, de um Seguro de Responsabilidade Civil Profissional e Material (RCPM) para todas as obras contratadas pelo Governo do Estado. O projeto foi aprovado em Plenário nesta terça-feira (4), por 31 votos favoráveis e onze contrários.

“Infelizmente, vimos tragédias como a queda daquela passarela no Rio de Janeiro que provocou a morte de duas pessoas. Aquela obra não tinha este tipo de seguro que agora será realidade no Paraná. Sabemos que o Código Civil prevê a responsabilização do construtor em caso de falhas na execução das obras, porém nem sempre o responsável técnico tem recursos para efetuar os reparos e acaba que o contratante da obra, no caso o Estado, fica sem o bem, sem as condições de uso. Já com o seguro RCPM, há a garantia de que o Governo terá os reparos realizados com os recursos da apólice. Esta responsabilidade não vai mais recair sobre o Estado”, explica Martins.

A Lei Estadual 12.385/2005 já protege o Governo do Estado de eventuais falhas cometidas pelo responsável técnico da obra com a garantia de reparo de eventuais danos, mas agora a apólice deverá ser específica para cada obra, projeto ou serviço, de acordo com a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) apresentada. A importância segurada será o equivalente a 25% do valor da obra, respeitando os limites da Lei Federal 8.666.

“No caso do Minha Casa Minha Vida, para contratar um financiamento habitacional de unidades novas na Caixa, nas faixas II e III é obrigatória a apresentação de um seguro RCPM, contratado pelo responsável técnico ou vendedor do imóvel. Vamos adotar no Paraná o que a Caixa Econômica Federal já adota nos financiamentos de unidades habitacionais, onde o responsável técnico também precisa apresentar uma apólice de RCPM”, afirma o deputado.

O seguro RCPM cobre danos materiais e estruturais decorrentes de ações ou omissões culposas na prestação de serviços profissionais pelo Segurado, desde que as reclamações estejam vinculadas ao imóvel segurado e que respeitem os prazos estipulados pelo Manual de Responsabilidades – CBIC.

“A aprovação deste projeto assegura a indenização em casos de eventuais vícios de construção nas obras públicas do Paraná”, completa Martins.

Não é seguro garantia – O deputado esclarece que o projeto apresentado não conflita em nada com o “seguro garantia”, que já é uma exigência da atual legislação e que garante o término da obra contratada, previsto na Lei 6.496/77. Porém, essa lei que “obriga” não define como proceder, nos casos de constatação dos vícios de construção. “Agora esta lacuna será preenchida com a contratação do Seguro de Responsabilidade Civil em todas as obras contratadas pelo Estado. Vamos conseguir otimizar a gestão dos recursos públicos, que são limitados e precisam ser utilizados em benefício da sociedade”, finaliza o deputado.

Fonte: BondeNews

------------------------------------------------------------

O Seguro de Responsabilidade Civil é uma cobertura que garante, ao Profissional que atuará nos projetos de obras públicas ou privadas, a tranquilidade de manter seu patrimônio caso aconteça um erro, coberto, em sua atuação.

Este Seguro é também oferecido para outras Profissões, como Médicos e Dentistas, pela garantia e segurança de realizar o melhor trabalho sem incorrer na possibilidade de colocar o patrimônio construído em risco além de contar com assistência jurídica em eventuais sinistros.

O custo do Seguro de Responsabilidade Civil, pelos benefícios que oferece, merece ser tratado como um investimento em sua carreira profissional.

Estamos à disposição para lhes apresentar a melhor opção de investimento em sua carreira profissional.




Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Polícia Civil descobre golpe do seguro e prende duas pessoas

Homem simulou furto do próprio carro para receber dinheiro da apólice.



A Polícia Civil descobriu uma tentativa de aplicar um golpe em uma seguradora de veículos. Dois envolvidos no esquema foram presos no dia 03 de abril, segunda-feira.

De acordo com a Delegacia de Trânsito, responsável pelas investigações, no dia 28 de janeiro de 2017, durante a madrugada, Valter Costa Silva disse que teve seu carro havia sido furtado. No dia cinco de fevereiro do mesmo ano a Polícia Militar localizou o veículo na rua Doutor Haroldo Genofre Junqueira, bairro São José, com placas adulteradas.

O delegado José Armando Ferraz, os investigadores Gilberto e Leandro e o escrivão João Paulo seguiram nas investigações, que culminaram na expedição de um mandado de busca e apreensão. Havia informações de que um dos moradores da rua onde o carro foi recuperado estaria envolvido com o furto.

A justiça expediu o mandado, que foi cumprido em oito de março. Nada de ilícito foi encontrado, mas a esposa do suspeito disse que o carro realmente estaria sendo usado por ele.

O suspeito, Danivan Gouvêa Lino, foi intimado a prestar esclarecimentos. Ao depor ele confessou que estava com o veículo e que tinha trocado a placa. Ele ainda disse que furtou o carro a pedido de Valter, que pretendia receber o seguro do veículo.

Uma terceira pessoa estaria envolvida no esquema: Paulo Henrique de Paiva, responsável por ligar a falsa vítima ao autor do crime. Para comprovar sua versão, Danivan apresentou provas das negociações.

A polícia descobriu que Valter já tinha solicitado a indenização ao seguro, que não foi paga devido à recuperação do carro. O delegado solicitou a decretação da prisão temporária de cinco dias para Paulo e Valter, que foram decretadas pela justiça.

Valter confessou o delito e disse que pretendia receber o dinheiro para comprar outro carro. Ele ainda confirmou que contou com a ajuda de seu amigo, Paulo Henrique, para contatar Danivan, que vai responder ao inquérito em liberdade.

 Fonte: Poçosjá

----------------------------------------------------------

A fraude no Seguro prejudica a todo o grupo segurado pois encarece as Apólices de Seguros impossibilitando a contratação da cobertura por muitas pessoas.

A ação policial é super importante para coibir a prática desonesta.

Infelizmente a fraude, muitas vezes, acontece na contratação do Seguro com informações incorretas de perfil (o carro é do filho e o mesmo coloca os pais como condutores). É tão lesiva quanto a que ocorreu com a do caso relatado acima mas que não encontra punição adequada pois há muitos juízes que ainda obrigam as Seguradoras a pagar pelo sinistro indevidamente.

Com estas diversas ações malignas, nos contratos que partem da boa fé, o prejuízo material das pessoas de bem vão ampliando.

Precisamos, Corretores de Seguros e Segurados, assumir o compromisso de fazer o mercado de Seguros acessível a todas as pessoas de bem reduzindo o alto risco da má fé nos contratos assinados com as Seguradoras. 


Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

Holanda discute seguro obrigatório para animais

Coberturas ajudariam a reduzir número de cães e gatos abandonados por donos em virtude de problemas financeiros

A Holanda avaliará a possibilidade de criar um seguro médico obrigatório para animais de estimação. Tudo porque o número de bichanos abandonados ou perdidos torna-se alarmante ano a ano. São 70 mil animais que são descartados, porque os donos não podem custear despesas quando adoecem. A população de animais de estimação representa quase o dobro da de humanos na Holanda. São cães (1,5 milhão), gatos (2,6 milhões), peixes em aquários (18 milhões), pombos (5 milhões) e 3,9 milhões de outras aves, além de répteis e roedores, segundo dados coletados pelo Ministério da Economia.

O pedido de criação do seguro partiu do chamado Colégio de Veterinários, entidade que reúne profissionais de mercado, e seria um mecanismo para reduzir os animais de estimação jogados fora por motivos econômicos. Hoje, 90% dos cães e gatos não estão segurados, e "muitas pessoas optam por uma eutanásia desnecessária quando veem que não podem pagar uma intervenção", dizem especialistas.

Um seguro, com cobertura mínima, também ajudaria casos de doenças crónicas, como a diabetes ou acidentes com ossos fraturados. Já existem produtos no mercado, mas a compra é facultativa. Na média, as seguradoras cobram prêmios de 12 euros por mês para cães e nove, para gatos. Por acidente ou doença, o proprietário pode receber até 5 mil euros de reembolso por custos com a saúde animal, dependendo da seguradora. Os prêmios são elevados quando as doenças são uma consequência de modificações genéticas realizadas pelos criadores.

Na Holanda, hoje existem cerca de 200 centros para acolher animais. Apenas os gatos deixados nas ruas em 2014 representaram uma população entre 135 mil e um milhão, tornando-se um problema para a fauna local e a saúde humana", afirma o Centro Nacional de Informação de Animais de Companhia.
Na Holanda, o setor de veterinária movimenta três bilhões de euros por ano, gera 80 mil empregos em tempo integral.

Fonte: Segs.com.br

------------------------------------------------------------------------------------

No Brasil recentemente foi criado o Plano de Saúde para Gatos e Cachorros com o intuito de oferecer ao dono do Amigo de estimação condições para tratar de eventuais doenças que porventura apareçam.



Não é preciso pedigree




Att.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 99675-5477

A você Mulher Abençoada e Querida por Deus

Neste dia especial, 8 de Março - Dia Internacional das Mulheres, venho lembrar-lhe o quanto ser Mulher é importante para o  Projeto de Cria...