domingo, 18 de maio de 2014

6 fatos que vão fazê-lo mudar de ideia sobre seguros de vida


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Você é daqueles que acham seguro de vida dispensável? Então saiba que você pode precisar de um e nem sabe
 
Os seguros de vida não são tão populares quanto os seguros de carros, mas podem tirar a sua família – ou até você mesmo – de um aperto em um momento dramático.
 
Segundo especialistas em seguros, uma série de mitos ainda afastam o brasileiro desse tipo de produto, uma vez que é difícil, para a maioria das pessoas, planejar a tão longo prazo, lidar com a possibilidade da própria morte ou até mesmo mensurar os reais benefícios do seguro de vida.
 
Durante o 5º Seminário IBCPF de Planejamento Financeiro, o empresário do ramo de corretagem de seguros, Nilton Pedreira, e a planejadora financeira certificada (CFP) Maristela Gorayb listaram algum fatos que quebram esses mitos. Veja a seguir:
 
1 O seguro de vida não é só para a morte
 
O seguro de vida não é só para a morte – é também para a morte. Mas hoje em dia os seguros de vida podem oferecer inúmeras coberturas, muitas das quais possibilitam o resgate dos recursos pelo titular ainda em vida.
 
Os seguros de vida comumente trazem cobertura para outros eventos complicados, como invalidez temporária (que deixa o segurado um tempo sem trabalhar e, consequentemente, sem gerar renda) e invalidez permanente.
 
Seguros que oferecem cobertura para doenças graves ou para doenças terminais, por exemplo, permitem o resgate de uma dada quantia caso o segurado passe por uma dessas situações. Neste caso, ele pode usar o dinheiro como bem entender, como custear viagens para se tratar ou providenciar recursos que o deixem mais confortável.
 
Nilton Pedreira contou a história de uma segurada que foi diagnosticada com uma doença terminal e decidiu, com o dinheiro que pôde resgatar, fazer uma grande festa para reunir todos os amigos que fez durante a vida ao redor do mundo. Para alguns, ela até enviou as passagens.
 
“Durante a festa ela explicou sua situação, mas disse que sua intenção ali era justamente celebrar a vida, ao lado daqueles que ela amava”, disse.
 
De forma inversa, seguros de vida também podem ter cobertura para sobrevida – caso o segurado viva mais do que sua expectativa inicial, o que pode fazer com que os recursos que acumulou ao longo da vida se tornem insuficientes.
 
2 Seguro de vida não precisa ser caro
 
No caso de um seguro de vida, ser caro ou barato pode depender mais da necessidade do produto que de outros fatores. Saiba o que pesar antes de fazer um seguro de vida (inclusive no quesito preço).
 
Você pode precisar de um veículo para deixar recursos imediatamente acessíveis à sua família após a sua morte (e os seguros são vantajosos por não entrarem em inventário) ou ter filhos pequenos que precisem ter toda a sua educação custeada caso você venha a faltar.
 
Segundo Nilton Pedreira, seguros de vida podem ser desenhados para diferentes tamanhos de bolso. Além disso, há formas até de driblar os altos custos.
 
Ele contou o caso de um segurado que, ao chegar a uma idade mais avançada, com um maior custo de seguro de vida, propôs aos filhos que partilhassem o valor do prêmio.
 
Como eles seriam os beneficiários da quantia segurada – que no caso dele ultrapassava um milhão de reais – os filhos concordaram que seria uma forma interessante de investir no seu futuro, por um custo que ficou baixo para cada um.
 
3 O seguro de vida da sua empresa pode não ser suficiente
 
Muita gente tem a oportunidade de fazer um seguro de vida por meio da empresa onde trabalha. É um dos benefícios que as companhias costumam oferecer aos funcionários.
Mas segundo Nilton Pedreira, é um erro achar que esse seguro coletivo é suficiente. É preciso verificar se ele realmente atende às suas necessidades. Podem faltar coberturas importantes e o valor delas pode ser baixo.
 
O principal, no entanto, é ter em mente que, se você for demitido ou decidir sair do emprego, você perde o seguro de vida junto. E dependendo da sua idade e condição de saúde, fazer uma nova apólice pode sair caro, em comparação ao que seria caso o seguro tivesse sido feito mais cedo.
 
4 Você consegue fazer um seguro de vida mesmo se tiver problemas de saúde ou fumar
 
Nesses casos você consegue sim fazer seguro. A dificuldade é que você pode não obter certas coberturas, ou algumas delas ficarão mais caras.
 
“Certas coberturas podem ser negadas no seguro de vida se a pessoa tiver alguma doença grave ou uma combinação de fatores de risco, como hipertensão, obesidade e pré-diabetes”, disse Maristela Gorayb, em entrevista a EXAME.com.
 
5 Pessoas solteiras ou sem dependentes podem precisar de seguro de vida
 
Se você é solteiro e não ter filhos, mesmo assim pode ser uma boa ideia fazer um seguro de vida. Primeiro porque, dependendo das suas reservas, um seguro contra invalidez temporária ou permanente pode ser fundamental. Esta cobertura é comercializada isoladamente, mas também pode ser obtida em um seguro de vida.
 
Em segundo lugar, a veracidade dessa afirmativa também depende dos seus planos futuros. Se você não pretende ser um solteiro convicto, se deseja se casar e talvez até ter filhos, você deve planejar isso desde já.
 
“A pessoa precisa pensar onde ela quer estar no futuro”, diz Nilton Pedreira. Um solteiro pode conseguir boas coberturas por um bom preço enquanto ele ainda é jovem e saudável, que talvez não conseguisse mais adiante, se decidisse fazer o seguro após descobrir algum problema de saúde.
 
Segundo Pedreira, o jovem que pretende ter filhos no futuro pode até contratar no seguro de vida uma reserva para educação resgatável em vida, planejando o estudo deles desde cedo.
 
6 Os seguros são customizáveis e podem resguardar empreendedores
 
Pedreira chamou atenção para o fato de que mesmo pessoas que têm boa renda e um grande patrimônio fazem seguro de vida. Ou seja, mesmo podendo cobrir quaisquer gastos com saúde ou educação e sendo capazes de deixar uma formidável herança para a família, essas pessoas se protegem.
 
Os seguros de vida têm a facilidade de não entrarem em inventário, por exemplo, liberando recursos rapidamente para a família depois da morte do segurado.
Se o segurado tiver boa parte do seu patrimônio em imóveis, o seguro de vida pode ser interessante para os herdeiros terem dinheiro em mãos para pagar o imposto sobre a transmissão de herança, o ITCMD.
 
Segundo Pedreira, investidores-anjo, empresários e outras pessoas que costumam arriscar parte do seu patrimônio pessoal também fazem seguro de vida, justamente por tomarem risco. Assim, ao menos a família fica resguardada.
 
“Alguns sócios de negócios mais técnicos, como empresas de engenharia ou medicina, muitas vezes fazem uma apólice para garantir que a empresa tenha recursos para comprar a parte dos herdeiros em caso de morte daquele sócio. Eles não desejam que herdeiros que não sejam da área assumam o negócio”, explicou Pedreira.
 
Fonte: Exame
 
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Att.
Patricia Campos
 
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477

Confira sete cuidados para não perder a indenização do seguro auto

Quem nunca soube de alguém que ficou na mão na hora de ser indenizado pelo seguro do carro? Seja por culpa do consumidor ou da seguradora, uma verba tão importante como essa pode virar tema de controvérsia depois de um sinistro.
 
Se um dos lados estiver errado, é possível chegar a um acordo ou acionar a Justiça. Mas o que acontece muitas vezes é que a falta de informação ou o descumprimento do contrato comprometem a entrega da indenização quando o cliente mais precisa desse dinheiro. Luciano Cardoso, superintendente regional da AD Corretora de Seguros, apresenta os 7 cuidados principais que você ter ao lidar com o seguro do carro. Confira:
 
1. Não minta nem omita informações Se você mentir para o corretor de seguros ou a seguradora e houver divergência de informações na hora da entrega da indenização, é bem provável que ela seja negada e você não tenha nem o direito de recorrer da decisão.
 
2. Leia atentamente o manual do segurado
Apesar de chato, é algo necessário. Leia o manual do seguro do carro na íntegra para ficar por dentro de todas as condições gerais e especiais da apólice. Isso ajuda a conferir se o serviço cumpre suas exigências, como proceder em caso de problemas e conhecer as particularidades da sua seguradora.
 
3. Informe-se bem sobre riscos cobertos e excluídos
Esta é uma tarefa essencial para qualquer pessoa que contrate ou mantenha um seguro de automóvel. Ciente dos riscos, você saberá se o seguro vai indenizá-lo ou não em diversos tipos de situações. É claro que, como diz Luciano Cardoso, superintendente regional da AD Corretora de Seguros, a ajuda de um corretor profissional facilita muito.
Isso porque o trabalho dele é analisar seu perfil e indicar as coberturas ideais para você.
 
4. Seja claro sobre o uso do veículo e seus principais condutores
Além de informar a seguradora ou o corretor sobre como pretende usar o carro – ir ao trabalho, à faculdade, viajar, etc. -, é preciso revelar também quem são os principais motoristas do veículo. A seguradora pode negar o pagamento da indenização caso o condutor envolvido em um acidente, por exemplo, não tenha sido especificado com antecedência.
 
5. Contrate um seguro de carro que atenda às suas necessidades
Pode acontecer de você contratar um seguro com inúmeras coberturas, mas que não são as ideais para o uso que fará do veículo. Por isso, é sempre bom escolher um produto que seja perfeito para o que o seu estilo de vida exige.
 
6. Se fizer modificações no carro, avise a seguradora
A maioria das seguradoras pede que toda e qualquer modificação no carro seja comunicada, o que levará à realização de uma vistoria. Depois disso, a empresa avisa o cliente se aceita ou não as alterações. Assim, pense duas vezes antes de “tunar” seu veículo ou mesmo rebaixá-lo, já que isso pode comprometer o investimento no seguro.
 
7. Esclareça todas as suas dúvidas na hora da contratação
O momento do contrato é ideal para esclarecer qualquer dúvida sobre o seguro do carro, pedir mais informações e fazer pesquisa de mercado. Esse processo ajudará você a se familiarizar com o serviço e evitará que algo que ficou obscuro no passado comprometa a indenização no futuro.
 
Fonte: A crítica
 
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Seguro para Equipamento Eletrônicos

Confira a reportagem aqui: http://goo.gl/tyx9iN e adquira conosco o Seguro para seu equipamento eletrônico, Notebook, Smartphones.
 
Uma modalidade de seguro que está ganhando espaço a cada dia. É a de equipamentos eletrônicos. Notebooks, smartphones e até câmeras fotográficas são seguradas por causa de roubos, furtos e panes elétricas.
 
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Fonte: Globo TV

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Patricia Campos

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Os prós e contras de ter um plano de saúde coletivo

Stock Exchange
Médico com prontuário
Planos coletivos não têm reajuste supervisionado pela Agência Nacional de Saúde
 
São Paulo - Os planos de saúde coletivos, que funcionam como seguro médico para grupos de pessoas, respondem por nada menos que 73% dos contratos no país. Essa maioria não poderia ter outra explicação que não o preço: em geral, esses planos são 30% a 40% mais baratos que os planos de saúde individuais. Os valores reduzidos têm ao menos duas razões. Como são fruto de uma negociação entre duas pessoas jurídicas (a operadora de saúde e a empresa em que o grupo de segurados trabalha), as condições de cobertura são altamente flexíveis. Além disso, a quantidade de beneficiários é levada em conta na hora de calcular o valor da mensalidade. Quanto maior o número de integrantes, maior é a chance de que os usuários que não utilizam os serviços compensem eventuais gastos feitos por outros pacientes.
  
"Você dilui o risco porque há pessoas sadias e doentes no meio de todos os grupos. Em planos individuais, as operadoras nunca sabem com qual patologia vão lidar. Por isso mesmo, há grandes seguradoras que sequer trabalham com esses produtos", afirma Arlindo de Almeida, presidente nacional da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).
 
Se as empresas com 500 funcionários têm um poder de barganha muito maior que famílias de cinco integrantes, quem quiser se beneficiar do ganho de escala também pode procurar os planos oferecidos por sindicatos e associações. Enquanto os planos coletivos empresariais são bancados pelas companhias, os planos coletivos por adesão são oferecidos por entidades de classe. No primeiro caso, o vínculo é empregatício. No segundo, é profissional.
 
Os preços oferecidos pela empresa de assistência médica Medical Health dão pistas do dinheiro poupado pelo consumidor que opta por esse caminho. Para um indivíduo que tenha entre 34 e 38 anos, uma cobertura simples com acomodação em enfermagem custará 73,70 reais mensais em um plano individual. Quando oferecido por meio de uma empresa ou entidade com até 99 beneficiários, esse valor cai para 48,50 reais. No caso de uma companhia de grande porte, o preço é de 45 reais.
 
O preço é a grande vantagem dos planos de saúde da empresa ou do sindicato, mas a adesão pode esconder reajustes e rescisões inesperadas

Outra vantagem dos planos coletivos é a inexistência de carência para grupos com mais de 30 participantes. O benefício vale para os que ingressarem no plano até 30 dias depois do acordo coletivo ter sido fechado, ou para os que entrarem no mês de aniversário do contrato. Por outro lado, os planos individuais costumam fixar o cumprimento de prazos antes da realização de determinados procedimentos. "A lei prevê essa possibilidade para evitar, por exemplo, que uma pessoa engravide e feche um contrato no oitavo mês. Do contrário, ela pagaria apenas uma mensalidade, mas já teria um gasto enorme com o parto ", explica Juliana Ferreira, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
 
Não é complicado participar de um plano de saúde coletivo. Contanto tenha um registro, um arquiteto que trabalha como freelancer, por exemplo, poderá aderir a um plano oferecido por um conselho profissional (coletivo por adesão). O dono de um bar, por sua vez, tem a opção de contratar um micro plano para os funcionários da sua empresa (coletivo empresarial), ou mesmo se associar ao produto oferecido pelo Sindicato de Bares e Restaurantes (coletivo por adesão). Como o número de participantes será maior no último caso, ele deverá arcar com mensalidades mais baratas e inexistência de carência ao escolher o plano do sindicato.
 
À margem da regulação
 
Os prós de optar por um plano coletivo parecem convidativos demais para serem ignorados? Marcel Bona, sócio da corretora JobSaúde, alerta que é preciso ter cuidado antes de apostar todas as fichas nesta alternativa, principalmente se a empresa ou entidade contar com poucos beneficiários. "O indivíduo entra com um valor mais baixo no plano coletivo, mas não há garantia nenhuma que esse preço permanecerá assim."
 
Ao contrário do que acontece nos planos individuais, em que o teto de reajuste é determinado pela ANS, nos contratos coletivos as mensalidades podem aumentar livremente a cada ano. Entende-se que como os contratantes são duas pessoas jurídicas, ambos detêm poder de negociação. Gozando desta liberdade, qualquer uma das partes pode rescindir o contrato sem maiores justificativas. "Se a operadora entender que houve uma utilização muito elevada dos serviços, os associados vão ficar na mão", afirma Bona.
 
No caso de grandes empresas, é bem provável que um novo acordo seja feito rapidamente. "Os contratos coletivos são facilmente repassáveis porque o volume de operadoras interessadas no negócio é grande", esclarece o presidente da Abramge, Arlindo de Almeida. Mas se o número de "vidas" assume o papel de fiel da balança, grupos menores podem sofrer reajustes de dois dígitos quando um dos segurados se submete a um tratamento dispendioso. "Já vimos o caso de um plano com 10 pessoas em que uma teve câncer e o preço da mensalidade ficou simplesmente proibitivo para todos", alerta a advogada do Idec Juliana Ferreira.
 
Por lei, a média aceitável de utilização nos planos coletivos é de 70%. Em outras palavras, a operadora pode gastar com consultas e procedimentos cerca de 70% do que arrecada com as mensalidades no ano inteiro. "Acima disso, com certeza será aplicado o reajuste por sinistro, além do índice IGP-M apurado nos últimos 12 meses", sustenta Mauro Sérgio Reis, diretor comercial da Medical Health.
 
Vale lembrar que os planos coletivos não gozam de portabilidade de carência. Embora não haja cumprimento de prazos, quem sair de um plano coletivo por conta de uma rescisão de contrato e tiver que partir para um plano individual necessariamente começará do zero na nova operadora. Assim, quem contava com cobertura para uma doença no plano coletivo, poderá ter que esperar o prazo de carência no plano individual para continuar o tratamento. Do ponto de vista da economia, os planos coletivos inevitavelmente largam na frente. Mas podem terminar a corrida em último lugar se a associação ou empresa não tiver envergadura para brigar com a operadora na hora do aumento da mensalidade.
 
Fonte: , de
 
Att.
Patricia Campos
 
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Ministério da Saúde e ANS suspendem 161 planos de saúde

Suspensões são resultado de 13.079 reclamações recebidas de 19 de dezembro de 2013 a 18 de março de 2014 sobre 513 operadoras





Divulgação/EBC
Ministro da Saúde, Arthur Chioro, e diretor-presidente da ANS, André Longo, durante anúncio da suspensão de planos de saúde

 
Ministro da Saúde, Arthur Chioro, e diretor-presidente da ANS, André Longo, durante anúncio da suspensão de planos de saúde
 
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), André Longo, anunciaram, nesta quarta-feira (14), o 9º ciclo de monitoramento de planos de saúde, suspendendo a comercialização de 161 planos de 36 operadoras. Destes, 132 estão sendo suspensos a partir desse ciclo e 29 já estavam suspensos por não terem alcançado a melhoria necessária para serem reativados. As suspensões começam a valer nesta sexta-feira (16) em todo o País.
 
“Esse 9º ciclo nos aponta para uma visão da importância de produzir uma ampliação da possibilidade de mediação das reclamações, dos interesses não atendidos e da negociação.  Esperamos cada vez mais aperfeiçoar o processo aos longo dos próximos ciclos”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
 
Em contrapartida, as operadoras que apresentaram avanços no atendimento às reclamações dos consumidores podem voltar a comercializar seus planos. O 9º ciclo tem 21 operadoras totalmente reativadas e 16 parcialmente. As reativações do 9º ciclo beneficiam diretamente 1,3 milhão de consumidores – eles têm contratos com os 82 planos que estão sendo reativados e, portanto, tiveram de ser melhorados de um ciclo para o outro. 
 
As suspensões de planos são resultado das 13.079 reclamações recebidas no período de 19 de dezembro de 2013 a 18 de março de 2014 sobre 513 diferentes operadoras. Desse total, a ANS obteve 86,3% de resolução na mediação de conflitos entre os consumidores e as operadoras sem a necessidade de abertura de processos administrativos. “Comparando as regras em períodos com a mesma metodologia aplicada, observamos uma queda de 2% no número de reclamações”, afirmou o diretor da ANS, André Longo.
 
O Monitoramento da Garantia de Atendimento utiliza como base todas reclamações referentes a problemas assistenciais que chegam aos canais da ANS, como o rol de procedimentos, período de carência dos planos, rede de atendimento, reembolso e autorização para procedimentos. Essas reclamações devem ser solucionadas pelas operadoras em até cinco dias úteis, a partir do momento que as queixas são registradas na Agência. Na sequência, o consumidor tem 10 dias úteis para informar se o seu problema foi ou não resolvido. “Monitoramento é uma ferramenta permanente de indução de mudança de comportamento nas operadoras. Observamos preocupações de operadoras em tratar reclamações com mais zelo, pois estão sendo mais cobradas”, afirma Longo.
 
Na prática, esse processo propicia maior agilidade na resolução dos problemas assistenciais dos 50,3 milhões de consumidores de planos de assistência médica e 20,7 milhões em planos apenas odontológicos do País. Desde 2011, quando foi criado, o programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento já suspendeu preventivamente 868 planos de 113 operadoras. Ao longo dos nove ciclos, houve a reativação de 705 planos de saúde, que melhoraram o atendimento ao consumidor. 
 
Panorama atual
 
• 36 operadoras com planos suspensos
• 161 planos com comercialização suspensa
• 1,7 milhão de consumidores protegidos
• Nos nove ciclos de monitoramento, 868 planos de saúde de 113 operadoras foram suspensos e 705 planos reativados 
 
infografico alterado web
 
 
 
 
Att.

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