segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Seguro de vida: quanto você precisa ter de cobertura?

Seguro de vida é um daqueles produtos que contratamos com a intenção de nunca ter que usar. Mas, se você possui alguém que é financeiramente dependente de você, então você deve avaliar a possibilidade de contratar um seguro de vida.

Afinal, este é o objetivo do seguro de vida: garantir a segurança financeira dos seus dependentes por um determinado período de tempo caso você esteja impossibilitado de fazê-lo. Uma vez que esteja convencido de que você precisa contratar este tipo de seguro, é hora de se perguntar que tipo de cobertura você precisa ter, ou seja, de quanto deve ser a indenização para que seus dependentes tenham a tranqüilidade financeira necessária para retomar as suas vidas.

Qual é o seu estilo de vida?

Sua primeira providência deve ser entender qual é o seu estilo de vida, pois é através dele que você poderá determinar o valor do seu seguro de vida. Se você é assalariado e ainda não acumulou o suficiente para que a sua família possa viver de renda, a cobertura do seu seguro deve, ao menos, ser capaz de cobrir o seu salário por um determinado período de tempo.

O período de tempo necessário vai depender da situação da sua família. Por exemplo, se o seu cônjuge não trabalha e você é o único responsável pelo sustento da casa, o período necessário de cobertura deve ser mais longo. Mas, mesmo que o seu cônjuge trabalhe, é bastante provável que, ao menos nos primeiros meses, opte por ficar em casa para dar um maior apoio às crianças. De forma que é preciso levar isso em consideração na definição da cobertura do seguro.

Por sua vez, caso o seu cônjuge não trabalhe, o seguro deve levar em consideração, por exemplo, o custo de um treinamento de capacitação, ou para abertura de um negócio, de forma que seu cônjuge possa, eventualmente, garantir o sustento da família.

Além do cônjuge é preciso pensar nos pais e filhos

Se seus pais já são idosos e moram com você, e o seu cônjuge é quem cuida deles, você terá que avaliar o custo de ter outra pessoa fazendo isso, já que muito provavelmente seu cônjuge terá que voltar a trabalhar e não terá condições de arcar com esta responsabilidade.

Ainda que a maioria dos financiamentos imobiliários já inclua no custo da prestação o custo de seguro que garante a quitação do saldo devedor em caso de falecimento, ou acidente com invalidez permanente do titular, é importante que você avalie se ao falecer sua família terá dificuldades para manter o pagamento de financiamentos ou consórcios.

Dependendo da idade dos seus filhos, você também precisa se preocupar com a garantia do futuro deles. Se eles ainda são crianças, e você não contrata seguro educação, ou possui um plano de previdência voltado à garantia do estudo dos seus filhos, estes custos, ou ao menos parte deles, também devem ser incluídos no seu cálculo.

Faça as contas

Para determinar o valor do seu seguro de vida, calcule as despesas correntes da sua família, estabeleça um prazo para cobertura destas despesas. Afinal, o seguro não tem como objetivo garantir uma renda perpétua, mas dar condições para que a sua família consiga se restabelecer. Como discutido acima, esta necessidade varia dependendo do perfil da sua família, idade dos seus filhos etc.

Feito isso você deve estimar o valor do seu patrimônio, isto é, quanto acumulou até o momento. Mas lembre-se que alguns bens não poderão ser vendidos, como sua casa, portanto estime seu patrimônio já excluindo bens ou valores que não poderão ser usados para garantir uma renda familiar.

A diferença deve ser o valor do seu seguro. Uma vez que tenha uma idéia clara do que pretende, é hora de contatar um corretor e pesquisar as melhores condições oferecidas no mercado.

Fonte: InfoMoney

Att.

Patricia Campos

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Resseguro em um novo cenário

Nesse sentido, especialistas acreditam que a quebra do monopólio estatal do setor, ocorrida há dois anos, garantirá o dinamismo que a área exige. Os ramos de seguro que mais vão registrar aumento de demanda por resseguro, na visão de especialistas e integrantes do mercado, serão o de garantia, para compromissos contratuais, e o de risco de engenharia, que cobre a realização de obras. Especialistas e executivos garantem que há capacidade no mercado brasileiro para grandes riscos, diferentemente do que sugerem o governo federal e as construtoras.

"O momento do mercado brasileiro é muito bom. Os investimentos estão garantidos, o que dá bastante margem para os setores do seguro e do resseguro que lidam com grandes riscos crescerem. Além disso, o mercado está apto para segurar os grandes projetos", afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Resseguro (Aber), Paulo Pereira.

Pelos cálculos da Aber, o faturamento do setor para 2010 ficará em linha com o registrado em 2009, que foi de US$ 2 bilhões. A partir do ano que vem, a receita acompanhará o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Pereira afirma que no momento não é possível enxergar o crescimento do setor por meio dos números, devido à recente quebra do monopólio estatal.

Durante 69 anos, todos os contratos de resseguro do país tinham de ser feitos com o Instituto de Resseguros do Brasil, que com o fim da reserva de mercado, em 2008, passou a se chamar IRB Brasil RE. Atualmente, há 90 resseguradoras cadastradas na Superintendência de Seguros Privados (Susep), divididas em três categorias: locais, admitidas e eventuais.

As locais são as companhias de capital nacional; as admitidas são empresas estrangeiras que têm escritórios no País; e as eventuais são aquelas que não possuem escritórios no Brasil, mas atuam no mercado brasileiro. O País possui seis resseguradoras locais, 24 admitidas e 60 eventuais, de acordo com a Susep. "O fim do monopólio foi muito bom para o mercado brasileiro. Temos agora os maiores resseguradores atuando no Brasil. Isso é muito bom porque cria competição e aumenta a qualidade do serviço prestado", diz Pereira.

CAPACIDADE

Com relação à capacidade do setor, Pereira garante que o mercado brasileiro está apto a segurar e ressegurar grandes riscos. De acordo com ele, o Brasil representa apenas 1% do mercado global de resseguros, estimado em US$ 200 bilhões.Ele informa ainda que do total de empresas cadastradas no País, dez são os maiores grupos seguradores do mundo, que respondem por 50% do mercado mundial. "Como um mercado tão grande como o de resseguros não tem capacidade para absorver US$ 2 bilhões?", questiona.


De acordo com o especialista, se não houvesse capacidade no mercado o primeiro pacote de seguro garantia da usina de Belo Monte, que permitiu a execução das obras e início da operação dentro do prazo, por exemplo, não teria sido feito. Ele lembra ainda que as usinas do Rio Madeira já estão cobertas, assim como boa parte das operações da Petrobras no pré-sal. "Eu gostaria de saber onde falta capacidade no mercado, já que os projetos mais recentes foram garantidos?" A opinião de que não falta capacidade ao mercado é compartilhada pelas empresas ouvidas pelo Jornal do Commercio. Segundo o presidente da resseguradora local Mapfre Re do Brasil, Bosco Francoy, o fato de as resseguradoras repassarem risco entre seus pares internacionais permite que o Brasil tenha a sua disposição a capacidade mundial do setor e não apenas a local.

"Sem dúvida toda a capacidade de resseguro mundial está disponível no Brasil. Quando os termos e condições estão de acordo, os riscos são colocados sem problema", diz Francoy.Na avaliação do superintendente de Grandes Riscos da Allianz Seguros, Angelo Colombo, a afirmação de falta capacidade é uma queixa das grandes construtoras.

Ele explica que o fato de no Brasil haver poucas grandes construtoras e de elas trabalharem nos projetos sempre em consórcio dificulta um pouco a realização de novos contratos de seguro garantia.Há um limite de garantia estipulado pelas resseguradoras para cada empresa, explica. Se uma construtora já possui um grande contrato de resseguro, o próximo que ela vier a fazer já levará em consideração o risco que ela tem acumulado. "É mais ou menos como em um banco. Não dá para pegar crédito a toda hora a menos que você aumente seu patrimônio líquido. Há um limite por construtora, que já está esgotado, mas isso não significa que não haja capacidade no mercado.
O que há são poucos players tomadores de seguro garantia", afirma Colombo. A Allianz atua com uma resseguradora admitida no Brasil chamada AGCF.


O presidente da JMalucelli Resseguradora, Alexandre Malucelli, concorda que o problema não é falta de capacidade no mercado. Um exemplo de que não há essa situação, segundo ele, está na maneira pela qual ocorreu a emissão da primeira apólice de garantia da concessão de Belo Monte - o governo federal teve que fazer uma concorrência pública para contratar o seguro da usina. A JMalucelli liderou o pool de 2 seguradoras e 15 resseguradoras que emitiu a primeira apólice de garantia da concessão de Belo Monte, no valor de R$ 1,045 bilhão.

Após 69 anos de monopólio, o IRB Brasil RE está há dois convivendo com a competição. O gerente comercial da companhia, José Farias, ressalta que a companhia não está preocupada com a gradual perda de participação no mercado - atualmente o IRB detém 63% do mercado nacional de resseguros. De acordo com ele, o monopólio trouxe um bônus ao IRB: a empresa é a que acumula maior banco de dados do setor e profissionais com experiência em todas as áreas do resseguro.

Fonte: Jornal do Commercio RJ

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Minuta cria cobertura para verba rescisória no seguro garantia

A minuta de circular da Susep que estabelece novas regras para o seguro garantia engloba mais um tipo de cobertura, correspondente a verbas rescisórias caso o tomador não comprove quitação de obrigações trabalhistas, quando da contratação de serviço continuado com dedicação exclusiva de mão de obra. O objetivo é oferecer uma garantia que atenda aos interesses da Administração Pública, de forma padronizada. Dessa forma, os técnicos da Susep entendem que o risco será efetivamente pulverizado pelas seguradoras que tenham interesse em oferecer o seguro, tornando seu custo mais adequado.

Outra mudança sugerida é relacionada ao prazo prescricional. A norma pretende deixar mais claro que é desnecessária a contratação de “prazo adicional de três meses” para que o segurado apresente reclamação referente a sinistros amparadospela apólice de seguro. Isso porque esse período está abrangido pelo prazo prescricional.


A terceira novidade é a que esclarece que estão garantidos, nas apólices que envolvem a Administração Pública, os valores das multas e indenizações devidos a esta, conforme estabelece a Lei das Licitações (nº 8666/93).

A minuta, que foi proposta pela Coordenação Geral de Produtos (CGPRO), altera a Circular 232/2003, visando ao seu aperfeiçoamento em função de Instruções Normativas emitidas pelo Ministério do Planejamento. Além disso, foram propostos alguns ajustes redacionais nas Condições Gerais e Condições Especiais para contratos do seguro garantia.

Pela proposta, as seguradoras terão prazo até o dia 1º de março de 2011 para proceder as devidas alterações em seus produtos, com vistas a sua completa adequação às disposições contidas nessa circular.

As sugestões poderão ser enviadas até o dia 30 de novembro de 2010, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço coleg.rj@susep.gov.br.

Fonte: CQCS/Jorge Clapp

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Seguro avança e abre caminho para forte expansão

O setor está sendo impulsionado pelo crescimento da economia.

Os números mostram que os brasileiros estão procurando mais por seguros, dos tipos mais diversos. Há uma busca por poupança e o seguro é um bom instrumento para este cuidado", diz o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), Jorge Hilário Gouvêa Vieira.O setor, na verdade, já mostra muito vigor. No primeiro semestre deste ano, as vendas de seguros somaram R$ 40,9 bilhões, aumento de 16,7% em relação a igual período de 2009, segundo números da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Esses números não englobam, contudo, o seguro saúde, que está sob a jurisdição da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Segundo o superintendente da Susep, Paulo dos Santos, boa parte desse crescimento pode ser atribuída ao aumento do poder de compra de milhões de brasileiros. "Essas pessoas estão adquirindo bens e procuram o seguro para ter uma garantia de que não vão perder o patrimônio conquistado com tanto esforço", afirma.

Para o presidente da CNSeg, o crescimento do mercado pode chegar a 17% este ano. Entre os segmentos que podem puxar esta alta está o de grandes riscos, que faz a cobertura de projetos de infraestrutura."O mercado se mostrou apto a dar esta cobertura de riscos." Esta visão é compartilhada pelo superintendente da Susep. "As perspectivas são muito positivas", observa Santos.

Ao observar os números do setor nos últimos anos é possível ver uma clara evolução. A arrecadação de prêmios, por exemplo, totalizou R$ 109,2 bilhões no ano passado, um salto de 48,3% na comparação com os R$ 73,6 bilhões de 2006. Já as reservas técnicas foram a R$ 237,1 bilhões em 2009, alta de 80,5% na mesma base de comparação.

O retorno à sociedade (pagamento de indenizações, benefícios e resgates) chegou a R$ 39,7 bilhões no ano passado. Os investimentos do setor somaram R$ 306,1 bilhões, o equivalente a 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O montante é 74,5% maior que os R$ 175,4 bilhões de 2006, que representavam 7,5% do PIB.

Jorge Hilário Gouvêa Vieira afirma que o mercado tem perspectivas muito boas. "Não é a toa que muitas empresas estrangeiras estão vindo para o Brasil", diz. De acordo com ele, estas companhias não estão apenas interessadas em comprar empresas brasileiras, mas também em começar do zero. "Isso mostra que todos estão muito interessados em acompanhar o desenvolvimento do mercado. Há muitos anos que eu não via tanta procura sobre a possibilidade de investir no Brasil. Isso me leva a acreditar que no futuro teremos uma participação maior do que já temos no PIB." O presidente, que está à frente da CNSeg há apenas três meses, diz que já foi procurado por cerca de seis empresas estrangeiras de olho no Brasil. "Isto, para um mercado como o nosso, é impressionante." Segundo Gouvêa Vieira, a grande apólice do brasileiro ainda é a de veículos. "O segmento de saúde também é muito expressivo. Os seguros de danos pessoais e a previdência complementar vêm se desenvolvendo muito fortemente, mas não são o carro-chefe."

Apesar da força de diversos segmentos, os seguros de vida ainda caminham a passos lentos no País. O executivo afirma que, ao contrário dos países mais desenvolvidos, a economia brasileira representava um entrave para esta modalidade. "Historicamente este é um segmento que se desenvolveu menos, por causa da instabilidade da moeda. O Brasil tem uma moeda forte há apenas 16 anos e isto, para o mercado de seguros, é ontem", comenta. Segundo ele, aos poucos, os clientes estão compreendendo melhor a força da economia e, com isso, procurando mais os seguros de vida, deixando grande espaço de crescimento para este segmento.

"Certamente o brasileiro está mais consciente sobre a necessidade de estar protegido. Hoje, todo o esforço de marketing das empresas está focado em mostrar a importância do seguro. Essa publicidade está sendo muito bem acolhida." Um dos nichos com maior potencial é o dos consumidores com menor poder aquisitivo. De acordo com Gouvêa Vieira, as companhia têm domonstrado grande interesse nas classes C, D e E. "Para isso, elas estão criando produtos específicos, com tickets muito baixos, inclusive com oferta de microsseguros." O presidente da CNSeg afirma que ainda falta informação sobre o mercado e que este é o grande entrave para o seu desenvolvimento. Para ele, as companhias estão fazendo um bom trabalho, com taxas de expansão expressivas, mas que os gargalos ainda precisam ser identificados.

"Temos que investigar por que a participação no PIB do setor está tão aquém do que poderia ser, se compararmos com os mercados mais desenvolvidos. Também precisamos saber por que o seguro de vida ainda é tão pequeno. Será que é um produto mal desenhado? Ou o problema está no órgão regulador, nas leis?", questiona Gouvêa Vieira.

Fonte: Jornal do Commercio RJ

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O que olhar antes de escolher o fundo mais adequado ao seu perfil?

Essa pesquisa não consiste apenas em definir em qual categoria de fundo (renda fixa, ações, multimercados, etc) você irá investir


Imaginemos a seguinte situação: você começou a ter muito interesse sobre investimentos de uns tempos pra cá e, após ler alguns best-sellers sobre o assunto e acompanhar mais de perto a dinâmica dos mercados, decidiu que irá direcionar parte de suas economias para as mãos de um gestor de um fundo de investimento.

Decidir que se pretende aplicar em um fundo é apenas o ponto de partida para, a partir daí, pesquisar e enfim escolher aquele que melhor se adequa ao seu perfil de investidor e ao seu objetivo. Entre a tomada de decisão e a aplicação de fato, há um caminho a ser percorrido.

Essa pesquisa não consiste apenas em definir em qual categoria de fundo (renda fixa, ações, multimercados, etc) você irá investir. Muitos outros fatores fazem de cada fundo um produto único e devem também ser levados em consideração, tais como a taxa de administração, taxa de performance, tributação, aplicação mínima inicial, período de resgate, período de carência, etc.

Embora todos esses passos transformem sua decisão de aplicar em um fundo em algo relativamente trabalhoso, certamente eles irão te ajudar a entender melhor seus investimentos e também te deixar mais seguro quanto à decisão tomada.

Categorias de fundos

Primeiramente, vamos começar nosso processo de segmentação pelas categorias de investimento. Em um fundo, quem define onde o capital será aplicado não é o cotista, mas sim o gestor desse fundo. No entanto, o investidor pode decidir qual é o tipo de investimento no qual ele pretende alocar seu dinheiro, optando pela categoria de fundo que mais combine com seu perfil.

Como forma de ilustrar essa explicação, tomamos como exemplo um fundo de ação, ou seja, que deve possuir no mínimo 67% de sua carteira em algum ativo relacionado ao mercado acionário (ações à vista, units, bônus, recibos de subscrição, etc). Escolhendo esse tipo de fundo, você saberá que seu dinheiro estará diretamente exposto ao mercado acionário. No entanto, a escolha entre comprar ou vender determinado ativo caberá apenas ao gestor.

Afunilando ainda mais esse universo de seleção, a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) ainda separa essas categorias em diversas subcategorias. Mantendo os fundos de ações como exemplo, o investidor pode optar por fundos de estratégias mais agressivas e arriscadas (fundos de gestão ativa e que permitam alavancagem) ou mais conservadoras (de gestão passiva ou que foque em ações que paguem bons dividendos, por exemplo), fundos focados em determinado setor (como ações de empresas de telecomunicações, energia, etc), em small caps (ações de valor de mercado e liquidez reduzidos), entre outros.

Dentro de todas as macrocategorias de fundos - curto prazo, referenciado DI, renda fixa, multimercados, cambial, divida externa, ações e previdência - há uma diversidade de subcategorias, o que mostra que é possível alinhar bem a escolha do fundo ao seu perfil de investidor. Além destas categorias, há ainda no mercado fundos imobiliários, de participações, os FIDCs (fundos de investimentos em direitos creditórios) e também fundos fechados.

A Anbima, associação que autorregula o mercado de fundos, subdivide assim os fundos de investimentos para auxiliar a procura do investidor. O material publicitário e o prospecto dos fundos trazem em qual categoria Anbima aquele investimento está inserido. Ao final de julho, haviam 9.489 fundos no Brasil (excluindo os fundos off-shore) distribuídos entre estas categorias e subcategorias.

Taxas e tributação

Outra questão que o investidor precisa estar bem familiarizado é sobre as diversas taxas cobradas nesse tipo de investimento, como:

Taxas de administração: cobrada por todos os fundos, correspondente à remuneração do gestorTaxa de performance: percentual cobrado por alguns fundos quando a rentabilidade da aplicação supera um patamar pré-determinadoTaxas de entrada e de saída: cobradas também por alguns fundos, quando o investidor adquire cotas ou solicita o resgate de suas aplicações, respectivamente.

Embora não tenha como escapar dessas tarifas, o investidor precisa ter ciência de que os valores cobrados não são uniformes. Eles podem variar de acordo com o volume aplicado – na maioria dos casos, quanto menor a aplicação, maior é a taxa – ou com o tipo de investimento escolhido – os fundos que exigem maior esforço por parte do gestor tendem a remunerá-los melhor, elevando a taxa de administração cobrada.

A definição dos percentuais cobrados fica a critério de quem oferece o fundo. Por conta disso, vale a pena fazer uma boa pesquisa comparativa para que os rendimentos do fundo escolhido por você não acabem sendo deteriorados pelas tarifas.

Além disso, não podemos esquecer do imposto de renda. Diferentemente das taxas – onde os fundos optam por cobrar ou não –, o recolhimento do IR é obrigatório e seu percentual diminui à medida que aumenta o período de aplicação (a tributação é regressiva). Como alguns fundos têm política de tributação diferenciada - como os fundos de ações, de previdência e de curto prazo - o investidor deve também levar em conta o prazo que pretende investir e a relação entre categoria de investimentos e tributação na sua análise.

Há ainda a incidência do IOF (Imposto Sobre Movimentação Financeira) sobre os ganhos originados de aplicações feitas em um prazo inferior a 30 dias.

Use o prospecto como seu guia

Para saber exatamente onde você está colocando seu dinheiro, vale a pena prestar atenção à política de cada fundo para saber onde o gestor pretende investir esse capital, qual o benchmark (índice de referência) a ser adotado, as condições de resgates de cotas e o prazo de carência, a política de distribuição de resultados, os riscos que o gestor pretende assumir, entre outros fatores, que podem ser encontrados nos prospectos de divulgação dos fundos. Exija o seu e leia os tópicos de maior relevância antes de efetivamente aplicar em um fundo.

Fonte: Por Thiago C. S. Salomão, InfoMoney

Comentário Patricia Campos:

É fundamental diversificar suas aplicações e escolher bem quem irá administrar e auxiliar na escolha dos fundos onde irá realizar seu investimento financeiro.

A Previdência Privada deverá ser considerada para aplicação, a longo prazo, em busca da manutenção do padrão de vida.

A Previdência Privada não é indicada para investimentos a curto prazo apesar do resgate poder ser realizado a qualquer tempo após o período de carência que varia de 60 a 365 dias.

Ao escolher onde irá realizar seu projeto de manutenção do padrão de vida, ou seja, sua Previdência Privada, é importante atentar-se, além da rentabilidade, para as taxas que lhe serão cobradas. Por este motivo é imprescindível contar com a ajuda de um(a) Corretor(a) de Seguros habilitado(a).

Outra forma de investimento é a aplicação na bolsa de valores através de ações ou fundos de investimentos. Também para estas aplicações é fundamental contar com o apoio de um especialista. Indico a Assessora de Investimentos, Priscila Freitas, (31) 3527-3711, da V10 Investimentos, caso não possua outro profissional administrando seus investimentos.

Att.

Patricia Campos

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Bom momento para a previdência privada

Setor já acumula R$ 200 bilhões

O total de recursos acumulados pelos participantes do sistema de previdência aberta complementar alcançou os R$ 200 bilhões, sendo o produto Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) o carro-chefe do setor, responsável por 75% da arrecadação de recursos para os fundos de previdência nos últimos meses. Os 25% restantes ficam por conta do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). No primeiro semestre, o VGBL acumulou R$ 15,61 bilhões, mais 21,66% sobre o mesmo período de 2009. Já o PGBL arrecadou R$ 2,56 bilhões, alta de 14,52% frente aos seis primeiros meses do ano passado.

A expectativa para 2010 é que os dois produtos aumentem a arrecadação de recursos em 20%. O cenário otimista permite arriscar o mesmo percentual de crescimento para 2011, segundo projeções da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

Os planos individuais-contratados pelas pessoas por meio de corretores ou em agências bancárias - são os responsáveis pelo maior número de adesões aos planos de previdência privada. Os planos corporativos, ofertados aos funcionários das empresas, respondem por cerca de 15% do total das reservas da previdência aberta complementar. "Temos a convicção de que os planos empresariais passem a ter um crescimento maior do que os planos individuais ao longo do tempo", afirma o vice-presidente da Fenaprevi, Renato Russo.

Do lado das empresas, há os incentivos fiscais dados pelo governo às empresas que fazem contribuição nos PGBLs dos empregados.

Para as pessoas, o produto também oferece um benefício fiscal.

As contribuições ao PGBL podem ser deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda (IR) até o limite de 12% da renda bruta anual tributável. Para usar esse benefício, é necessário fazer a declaração completa do IR.

Somente 10 milhões de brasileiros fazem depósitos em planos de previdência, mas o mercado tem potencial para chegar aos 40 milhões de pessoas com planos, principalmente na classe C, que estão na mira das seguradoras.

Fonte: Valor Econômico

Att.

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NÃO DESISTA

Quando tudo não der mais certo e você já tentou todas as alternativas, não te desespere.

Deus proverá uma solução.

Ele é um Deus Fiel e te guardará de todo mal!

Momentos ruins não são eternos!

São como tempestades, só duram por algum momento!

Olhe para trás e veja quantas coisas piores você já passou e superou!

Algumas vezes as tribulações acontecem em nossa vida para nos amadurecer.

Portanto ANIME-SE.

Quando estiveres triste, olhe para o céu e veja o quão grande é!

Se Deus foi capaz de criar o céu, imagine se não é capaz de resolver seus problemas...

que são tão pequenos perto de tão grandiosa obra que é o céu...

Seus problemas não são maiores do que DEUS!

Faça como os triatletas nas Olimpíadas, mesmo não conseguindo chegar em primeiro lugar, lutam para chegar até o fim!

Portanto não desista dos seus ideais!

Lute até o fim, não desista no meio do caminho, diga: EU VOU VENCER!

Se estiveres triste, chore! Alivia a alma!

Jamais deixe que a tristeza tome conta de você! Jesus fala:

"ALEGRA-TE! TENDE BOM ÂNIMO QUE EU SOU CONTIGO!"

Busque a Deus de todo o seu coração!

Lembre-se que buscar a Deus tem que ser uma busca constante, diária.

Deus tem a solução para todos os seus problemas!

Para Deus nada é impossível!

TENHA UMA VIDA DE COMUNHÃO COM DEUS!

Tenha amigos, mas nunca se preocupe com a quantidade, mas com a qualidade!

Busque amigos que te acrescentem pessoal e espiritualmente! Se eles nada te acrescentarem... AFASTE-SE

AS MÁS COMPANHIAS CORROMPEM OS BONS COSTUMES!

Tenha sonhos!

É nos seus sonhos que Deus age e revela o seu infinito poder.

NUNCA DEIXE DE SONHAR!

TENHA OBJETIVOS!

Reme contra a maré!

No decorrer da sua vida, você encontrará pessoas que irão te jogar "água fria"!

Irão falar que você é incapaz... que é impossível!

Dirão que aquilo que você tanto almeja não é para você.

NÃO DESISTA! O DEUS QUE SERVIMOS É O SENHOR DO UNIVERSO!

Tenha a certeza que dias melhores virão e tudo tem um propósito na nossa vida!

Nada é por acaso.

ENTREGA O TEU CAMINHO AO SENHOR,

CONFIA NELE E O MAIS ELE FARÁ.

Não guarde essa mensagem só pra você!

Lembre-se dos seus melhores amigos, envie esta mensagem e diga a eles de todo o seu coração:

LEMBREI-ME DE VOCÊ!

Um Abraço.

Tenha um abençoado dia.


Patricia Campos

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