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Mostrando postagens de Abril 12, 2011

BB, Bradesco e Itaú controlarão IRB

Resseguro: Venda de ações da União para o banco federal marcará início da privatização
Cristiano RomeroDe Brasília O governo vai vender até 35% do capital do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil Re) ao Banco do Brasil (BB). A ideia é que o banco federal passe a compartilhar o controle acionário do IRB com Bradesco e Itaú, que já são acionistas expressivos, por meio de um acordo de acionistas a ser firmado.A União, que detém hoje 50% do capital da companhia, ficará com 10% e terá uma ação de classe especial (golden share) para exercer poder de veto no futuro em temas específicos, como a mudança do controle acionário da empresa. Aposentados e funcionários terão o direito de comprar, inclusive com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), até 10% do capital da companhia. Na última sexta-feira, o governo deu mais um passo para transferir o controle acionário do IRB ao BB. Publicou, no Diário Oficial da União, a Resolução número 3, do Conselho Nacional de…

Saúde suplementar: o desafio da universalização

O acesso universal à saúde foi apontado pelo ministro Alexandre Padilha como um dos grandes desafios de sua gestão. Essa é, sem dúvida, uma das maiores reivindicações da população, que, com o aumento da renda, também sinaliza o desejo de adquirir um plano de saúde, como mostram pesquisas sobre o consumo do brasileiro em 2011.
O ministro mostra disposição para enfrentar a questão, ao mesmo tempo em que acena com maior diálogo com o setor de saúde suplementar - hoje, com quase 45 milhões de beneficiários no país, o equivalente a 23,4% da população brasileira.

Duas questões intrigam a todos: gestão e recursos financeiros. Boa gestão é sempre necessária, tanto no setor público quanto no privado, pois é a forma de evitar o desperdício de recursos sempre escassos. Mas não haverá gestão sem recursos financeiros. Se imaginarmos que o gasto per capita nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), quase de US$ 4 mil, seria desejável para o Brasil, nós …

Susep regulamenta apólices para transportes

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) editou duas circulares para regulamentar dois tipos de seguros voltados para o transporte de cargas: o Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal de Cargas (RCOTM-C) e o seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RCF-DC).Em ambos os casos, a partir do dia 1º de setembro deste ano, as seguradoras não poderão comercializar novas apólices que estejam em desacordo com as novas regras.Além disso, foi estabelecido que os planos atualmente em comercialização, padronizados ou não-padronizados, que não atendam às especificações aprovadas agora pela autarquia, deverão ser substituídos por novos planos, já adaptados, até aquela mesma data.A partir do dia 05 de maio, novos planos submetidos à análise já deverão estar adaptados às suas disposições.Os contratos em vigor e não adaptados cujo término de vigência ocorrerá antes de 1º de setembro, poderão ser renovados, u…

Saldo de previdência privada é penhorável

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Uma medida divulgada pode trazer um sério e negativo impacto para as empresas de previdência privada aberta, que se utilizam do argumento de que os planos de previdência são uma boa opção de investimento para quem quer deixar recursos fora do inventário. Veja abaixo a decisão da Quarta Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendendo que os valores depositados em planos de previdência privada não têm natureza alimentar, adquirindo, em vez disso, o caráter de poupança ou investimento – razão pela qual podem ser penhorados. Neste caso, é o PGBL. Falta saber se a mesma decisão pode também ser aplicada ao VGBL, que é caracterizado como um seguro, mas na verdade é uma produto de acumulação de recursos.DECISÃOOs valores depositados em planos de previdência privada não têm natureza alimentar, adquirindo, em vez disso, o caráter de poupança ou investimento – razão pela qual podem ser penhorados. Com esse argumento, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeito…

Número de idosos vai triplicar em 40 anos e pressionar previdência social

O número de idosos na população brasileira vai triplicar nos próximos 40 anos e produzir pressão no sistema previdenciário, mostra estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Mundial (Bird). Em consequência, os gastos com previdência social, que representavam 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2005, devem alcançar a 22,4% do PIB em 2050. Em 40 anos, a população idosa vai passar de 20 milhões, em 2010, para 65 milhões em 2050.
Na avaliação do estudo, o Brasil, cujas despesas com seguridade social já são elevadas, precisa fazer novas reformas no sistema previdenciário, como as realizadas em 1999 e 2003. De acordo com o Bird, “o baixo limite de idade e a existência da aposentadoria por tempo de trabalho sem idade mínima levam à aposentadoria precoce. Assim, um sistema que deveria assegurar a renda de indivíduos impossibilitados de trabalhar acaba fornecendo auxílios por um período maior do que o tempo de contribuição”, diz o relatório.

Para o Bird, o Brasil deveria adota…

Índios Cherokees

Você conhece a passagem da juventude dos índios Cherokees? O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta sozinho no topo de uma montanha a noite toda e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte. Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem. Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. 
Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. 
Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda. Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. 
Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a …

Desinformação do segurado preocupa CNSeg

A desinformação é um dos principais focos de conflitos entre as seguradoras e os consumidores. Por isso, a CNSeg está empenhada em desenvolver ações de aproximação do setor com os segurados. A afirmação é do presidente da CNSeg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, ao falar da organização da 5ª Conseguro, em entrevista ao Portal Viver Seguro, da própria confederação. Segundo ele, o evento, marcado para os dias 08 e 09 de junho, em Brasília, será uma grande oportunidade para se discutir formas e meios de se melhorar o diálogo com os consumidores e atender suas necessidades”. Jorge Hilário ressalta que, diante da multiplicidade de informações e da possibilidade de fazer comparações por meio da internet, o consumidor hoje está mais bem informado e exigente. E lembra que as novas mídias são uma realidade, e o mercado de seguros está se utilizando dessas ferramentas para uma maior aproximação com o consumidor e para incrementar vendas. “O consumidor do futuro demandará mais transparênc…

Caixa deve pagar R$ 12 mil de indenização por negar cobertura de seguro

A Caixa Seguros terá que pagar indenização de R$ 12 mil à cliente S.M.P.L., por negativa de cobertura. A decisão, proferida na última 4a.feira (06/04), teve como relator o desembargador Francisco de Assis Filgueira Mendes.
Conforme os autos, em junho de 2004, o veículo de S.M.P.L. caiu em um buraco e passou a apresentar vários problemas.

A cliente levou o carro até uma oficina credenciada pela seguradora e constatou a perfuração no recipiente que armazena o óleo do motor.

A Caixa Seguros, no entanto, negou-se a efetuar o pagamento do conserto, sob alegação de não haver cobertura no contrato.

Sentindo-se prejudicada, a cliente ingressou com ação na Justiça. Decisão de 1º Grau condenou a seguradora a pagar R$ 12 mil, a título de danos morais. Objetivando reformar a sentença, a Caixa interpôs apelação (nº 799524-84.2000.8.06.0000) no TJ/Ce.

Segundo a empresa, o problema ocorreu por má lubrificação do motor do veículo, originada por negligência da usuária. Sustentou também que nã…

Seguro grátis: Volks é interpelada

No Rio Grande do Sul, o MP estadual, através da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, instaurou inquérito civil, a pedido do Sincor gaúcho, contra a Volkswagen do Brasil pela publicidade da caminhonete Amarok, que oferecia dois anos de “seguros grátis”. O MP acatou representação, “tendo em vista o desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, já que não há seguro grátis porque o valor do prêmio fica embutido na prestação, sem que o consumidor saiba”.Fonte: Seguros dia-a-diaAtt.
Patricia Campos
Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477 E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br
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Projeto que permite parcelamento do Dpvat já está na Câmara

Após ser aprovado no Senado, o projeto de lei 437/08, que permite aos donos de veículos parcelarem o pagamento do seguro Dpvat, que cobre vítimas de acidentes de trânsito, já está na Câmara dos Deputados.
O projeto, de autoria do senador Renato Casagrande (PSB-ES), determina que a data de vencimento do seguro deverá coincidir com a do pagamento da quota única ou das prestações do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

A matéria está na CFT (Comissão de Finanças e Tributação), onde foi estabelecido um prazo de cinco sessões ordinárias para a apresentação de emendas, segundo informações do CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros). O relator do projeto nessa comissão é o deputado Pepe Vargas (PT-RS).

Outro projeto

Outro projeto de lei sobre o seguro obrigatório é o do deputado Antônio Roberto (PV-MG). Nele, o Dpvat ainda pode ter o seu valor alterado em até 40 vezes o valor do salário mínimo vigente no País, nos casos de indenização por morte ou…

Novos exportadores “esquecem” minério

Nem tudo é minério de ferro no comércio de Minas Gerais com o exterior.
A despeito do dólar desfavorável para os exportadores, 35 municípios de todo o estado fizeram a sua estreia no mercado internacional no ano passado, um período de crescimento recorde da economia mineira. Muitas das cidades ancoraram as vendas em produtos tão variados como carnes, queijos, máquinas, rochas ornamentais, frutas, cachaça, móveis, confecções e girassol.
A diversificação foi a grande novidade das exportações de Minas, que em 2010 exibiram taxas de crescimento surpreendentes em regiões historicamente modestas no mapa das vendas externas, o Noroeste, Alto Paranaíba, Norte e os vales do Jequitinhonha e Mucuri.
Com o bom desempenho das carnes, do açúcar, soja e milho, entre outros produtos, as vendas dos municípios do Alto Paranaíba no exterior cresceram, ao todo, 63,6% no ano passado, mais de uma vez e meia o ritmo de 37,4% de expansão do Sul de Minas, segundo maior exportador depois da Região …