segunda-feira, 29 de março de 2010

Petrobras define consórcio para seguro de ativos

A Itaú Seguros, a Allianz Seguros e a Mapfre Vera Cruz Seguradora venceram as três licitações da Petrobras para renovação de apólices de seguros envolvendo prêmios no total de US$ 49,6 milhões, resultado já esperado pelo mercado.


A primeira licitação, com valor segurado de US$ 94,9 bilhões, se refere aos riscos operacionais, riscos de petróleo e responsabilidade civil geral das empresas do sistema Petrobras. Itaú Seguros será líder, com 50%, em co-seguro com Allianz (30%) e Mapfre Vera Cruz (20%), com prêmio de US$ 47 milhões.

De acordo com a estatal, as apólices de riscos operacionais e de riscos de petróleo cobrem todos os riscos de danos materiais nos principais ativos da Petrobras e suas subsidiárias, como refinarias, terminais, plataformas e outras instalações. A apólice de responsabilidade civil geral cobre os danos materiais e pessoais causados a terceiros, inclusive poluição.

A segunda licitação se refere aos seguros de transporte nacional e internacional das empresas do sistema Petrobras. As três seguradoras participam na mesma proporção: Itaú (50%), Allianz (30%) e Mapfre (20%), com prêmio de US$ 1,456 milhão. Estas apólices cobrem as atividades de movimentação de carga da Petrobras e suas subsidiárias.[2]

Foi aprovada ainda pela diretoria executiva da estatal a apólice de responsabilidade civil aeronáutica, que cobre as atividades de abastecimento de aeronaves da Petrobras Distribuidora contra danos. As três seguradoras participam dessa apólice na mesma proporção das outras, com prêmio de US$ 1,132 milhão.

Fonte: DCI - Comércio, Indústria e Serviços

Att.

Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477


*Seguro Garantia *Seguro de Vida *Plano de Saúde
*Responsabilidade Civil *Equipamentos *Automóvel

Mesmo antes do leilão, construtoras já estão em Altamira para avaliar estrutura

Andrade Gutierrez deve participar de consórcio com Vale e Votorantim. Odebrecht e Camargo Corrêa devem se unir em outro consórcio.

As construtoras que demonstram interesse em construir a hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (Pará), já marcam presença em Altamira, cidade-sede da obra, a fim de verificar a infraestrutura da cidade em relação a mão de obra, fornecedores e rede hoteleira.

Durante visita da reportagem a Altamira, o G1 encontrou funcionários da Odebrecht e da Camargo Corrêa, que disseram não ter autorização para dar entrevistas. Empresários afirmaram que representantes da Andrade Gutierrez também estiveram na cidade.

A reportagem procurou as construtoras, que informaram ser prática comum em grandes obras públicas enviar antes funcionários da empresa com o objetivo de verificar as condições da cidade, mesmo sem a definição sobre quem vai construir. O leilão está marcado para o próximo dia 20. De acordo com as empresas, o investimento para obter dados sobre o local é pequeno perto da importância de se já estar bem informado na hipótese de ganhar a concorrência.

O G1 apurou, no entanto, que alguns funcionários dessas empresas já estão há cerca de um ano em Altamira, antes mesmo de existir a licença prévia do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) para a usina. As construtoras não confirmaram a informação.

A única das três empresas que respondeu à reportagem sobre o tema foi a Odebrecht. "Os profissionais da Odebrecht estão na região com o intuito de checar antecipadamente os recursos, serviços e infraestrutura disponíveis, tendo em vista a proximidade do leilão", respondeu por e-mail a construtora, sem especificar desde quando os funcionários estão no local.

Consórcios

As três empresas devem participar de dois consórcios distintos para disputar a obra. De um lado Andrade Gutierrez e, de outro, Camargo e Odebrecht.

O primeiro consórcio confirmado para o leilão de Belo Monte é o que reúne Andrade Gutierrez, Vale, Votorantim e Neoenergia. As indústrias de outras áreas participam porque têm interesse em obter a energia gerada pela hidrelétrica.

O segundo consórcio deve ser formado por Camargo Corrêa e Odebrecht, que firmaram carta de intenção para concorrerem juntas. As duas empresas foram rivais nos leilões das hidrelétricas no Rio Madeira, em Rondônia. A Camargo venceu a concorrência pela hidrelétrica de Jirau e a Odebrecht ganhou a Santo Antônio.

O governo disse que buscar atrair o maior número de interessados para a concorrência.

A Eletrobras vai representar o governo em todos os consórcios, informou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na semana passada. Ainda não foram definidas, no entanto, quais empresas participarão de quais consórcios.

Lobão disse, de acordo com a Agência Estado, que ainda estão sendo concluídas as negociações para se saber quais empresas do grupo deverão entrar na disputa. Entre as subsidiárias da Eletrobras, estão Furnas, Eletrosul, Eletronorte e Chesf.

Leilão

Os grupos que pretendem participar da disputa devem se inscrever pelo site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nos dias 13 e 14 de abril. A disputa será no dia 20 e vence quem oferecer o menor preço a ser cobrado pela energia.

O Tribunal de Contas da União definiu como teto máximo para o preço da energia de Belo Monte R$ 83 por MWh. O valor é menor do que o preço máximo determinado antes dos leilões nas hidrelétricas de Santo Antônio (o teto foi R$ 122 MWh e o preço final foi R$ 78,87 MWh) e de Jirau (o teto foi de R$ 91 MWh e o preço final foi R$ 71,40 MWh).

Fonte: Do G1, em Altamira | Mariana Oliveira

Att.

Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477


*Seguro Garantia *Seguro de Vida *Plano de Saúde
*Responsabilidade Civil *Equipamentos *Automóvel

Adolescentes

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) acaba de divulgar uma pesquisa que realizou, de outubro a novembro, com 868 jovens de 15 a 17 anos, residentes em seis capitais – Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Porto Alegre. O grupo de adolescentes pesquisados é formado por alunos do curso médio de escolas públicas e particulares.

A pesquisa traz algumas revelações importantes e indicam alguns novos caminhos no esforço de combate à violência no trânsito. Fiquemos com apenas duas delas:

1ª) A grande maioria dos jovens pesquisados nunca foi atingida por alguma campanha de segurança no trânsito e freqüenta escolas que não têm no currículo nenhuma disciplina que contemple as questões de segurança no trânsito, nem na vertical, nem na transversal. Para mim, isto tem um significado muito especial: nada – ou praticamente nada – se faz para a formação dos novos condutores no Brasil, quando sabemos que a formação para obtenção da carteira de habilitação é insuficiente para termos condutores de qualidade.

2ª) Um número também bastante alto dos adolescentes pesquisados admitiu tomar carona com amigos habilitados que ingeriram bebida alcoólica antes de dirigir, especialmente no retorno de baladas. Esses mesmos adolescentes admitiram incapacidade de agir de modo seguro e de intervir em seu grupo social no caso de uma situação com a qual não concordem. Esse aspecto é particularmente grave. Sugere uma ação concentrada dirigida à família. Os pais, por exemplo, devem olhar com mais atenção para os aspectos de segurança enfrentados pelos filhos e encorajá-los a intervir em seu grupo social sempre que perceberem que sua segurança está ameaçada.

Fonte: Viver Seguro


Att.

Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477


*Seguro Garantia *Seguro de Vida *Plano de Saúde
*Responsabilidade Civil *Equipamentos *Automóvel

Feliz e Abençoada Páscoa para você e sua família.

Páscoa significa renascimento, renascer.

Desejo que neste dia, em que nós cristãos, comemoramos o renascimento de Cristo para a vida eterna, possamos renascer também em nossos corações.

Que neste momento tão especial de reflexão possamos lembrar daqueles que estão aflitos e sem esperanças.

Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir.

Não nos deixe esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho, Jesus está conosco em nossos corações, porque mesmo que já tenhamos esquecido dEle, Ele jamais nos esquecerá.

Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade, que muitas e muitas vezes se esquece disso.

Esquecemos de Jesus e do Teu sacrifício:
Quando agredimos nossos irmãos,
Quando ignoramos aqueles que passam fome,
Quando ignoramos os que sofrem a dor da perda e da separação,
Quando usamos a força do poder para dominar e maltratar o próximo,
Quando não lembramos que uma palavra de carinho, um sorriso, um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor.

Jesus...

Conceda-me a graça de ser menos egoísta e mais solidário para com aqueles que precisam.

Que jamais esqueça de Ti e de que sempre estarás comigo, não importa quão difícil seja meu caminhar.

Obrigado Senhor!
Pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter.
Por minha vida e por minha alma imortal.
Obrigado Senhor!


Att.

Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477


*Seguro Garantia *Seguro de Vida *Plano de Saúde
*Responsabilidade Civil *Equipamentos *Automóvel

PAC não afetou contas públicas, diz ministro

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, apresentou hoje o quadro macroeconômico que apoiará a implementação da segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento, o PAC 2. Conforme o ministro, nesta próxima etapa, o PAC marcará um novo o ciclo de crescimento do País, com resultados ainda melhores do que os registrados na primeira fase do plano, lançado em 2003.

“O que vai dar sustentabilidade monetária ao PAC 2 é a manutenção da solidez fiscal, a redução da dívida pública e a inflação sob controle”, declarou o ministro durante evento no Centro Empresarial Brasil 21, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, governadores, prefeitos, empresários e representantes dos trabalhadores e da sociedade civil.

Os recursos do PAC 2 serão provenientes das seguintes fontes: R$ 220 bilhões do Orçamento Geral da União; R$ 300 bilhões das estatais; R$ 186 bilhões do financiamento a pessoa física; R$ 95 bilhões do setor público; R$ 46 bilhões do setor privado; e R$ 133 bilhões a definir (oriundos dos leilões de energia cuja proporção do setor público e privado ainda não foi acertada).

Mantega lembrou que o PAC 1 ajudou a implementar o crescimento vigoroso e sustentável, baseado nos fundamentos sólidos da economia “É um crescimento diferente, que estimula a criação de empregos, a inclusão social, geração e distribuição de renda”, disse o ministro.

Ele destacou que o PAC permitiu ao País crescer a taxas superiores a 5% ao ano, chegando a 6,1% em 2007, caindo em 2008 para 5,1% em função da crise financeira mundial. “Porém, temos condições de crescer 5,5% entre 2011 a 2014. Estaremos entre meia dúzia de países com melhores taxas de crescimento no mundo”, avaliou Mantega.

Entre 2003 e 2009, lembrou, foram gerados, em média, 1,25 milhão de empregos. “É algo inédito no Brasil”, afirmou, acrescentando que existe a expectativa de que o país lidere a geração de empregos no segundo trimestre de 2010.

Numa pesquisa realizada junto ao segmento empresarial, revelou Mantega, 43% declararam que em 2010 vão aumentar a oferta de emprego, 5% disseram que vão reduzir e os demais vão manter as vagas. “Em relação à Índia e a China, o Brasil será o maior gerador de emprego relativo”.

O ministro enfatizou ainda que o PAC impulsionou os investimentos no País, sendo que em 2006 o percentual chegou próximo dos dois dígitos, com aumento de 9,8% em relação a 2005.

Em 2007, o aumento foi de 13,7%, e em 2008, 13,4%. Sem a crise, acredita o ministro, os investimentos em 2008 aumentariam entre 18% e 20%. Ele lembrou ainda que, em 2009, sob o impacto da turbulência econômica, houve uma retração (- 9,9%), como em todos os países.

Para 2010, a expectativa é de que os investimentos aumentem entre 17% e 20% na comparação com 2009. Mantega reafirmou que o crescimento do país é forte e de qualidade, com investimento aumentado duas vezes mais que o PIB, imprimindo maior competitividade.

A Formação Bruta de Capital Fixo (aumento da taxa de investimento em relação ao PIB) também deve retomar a trajetória de crescimento. Em 2006 a taxa era de 16,4% do PIB; 2007, 17,4%; 2008, 18,7%. Em 2009, por conta da crise, a relação caiu para 16,9% do PIB. Em 2010, prevê o ministro, deve a taxa deve voltar a crescer acima de 20%, permanecendo neste patamar nos próximos quatro anos.

Outro ponto que mostra a qualidade do crescimento econômico é a relação dívida pública e dívida externa. “O Brasil cresceu acumulando reservas, que hoje, totalizando US$ 243 milhões, é maior que a nossa dívida externa. Isso dá consistência ao País e o torna menos vulnerável, por isso somos agora credores do FMI (Fundo Monetário Internacional)”.

Desonerações – Guido Mantega apresentou um resumo das desonerações promovidas pelo governo entre 2007 e 2010 para estimular consumo e investimento. A previsão é de que a renúncia chegue R$ 123 bilhões até o final deste ano. “Com o PAC 2 continua a trajetória de novas desonerações”, afirmou.

Por outro lado, as onerações até 2010 devem ultrapassar R$ 60 bilhões, incluindo aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) da CSLL (Contribuição sobre Lucro Líquido).

O ministro traçou ainda um panorama da carga tributária brasileira. Informou que nos anos 2003 e 2004 ela ficou “estacionada”, cresceu a partir de 2005 em função da formalização das empresas e hoje está em 33,8% do PIB.

Resultado Fiscal – Guido Mantega garantiu que as renúncias fiscais não afetaram as contas públicas, que continuaram sólidas. A previsão de resultado primário do governo em 2010 é de um superávit de 3,3% do PIB.

“Nosso desempenho fiscal é um dos melhores do mundo. Vamos manter as contas públicas sólidas e estáveis, com o déficit diminuindo, chegando a um resultado ‘neutro’ em 2012 e a ser ‘desprezado’ em 2013”, declarou o titular da Fazenda.

O ministro disse ainda que o impacto fiscal do PAC 2 levará a redução da dívida pública brasileira, atingindo 30% do PIB em 2013, ante 42,9% em 2009.

Investimento - Mantega destacou ainda os principais instrumentos para estimular os investimentos no País. Além do PAC, citou o Minha Casa Minha Vida e o PSI (Programa de Sustentação de Investimento), operacionalizado pelo BNDES, com taxas de juros reduzidas.

Ele revelou que o PSI, voltado para compra de máquinas e equipamentos, será prorrogado até dezembro de 2010, com aporte adicional de R$ 80 bilhões, além dos R$ 42 bilhões previstos originalmente para serem contratados até junho deste ano.

O valor a ser equalizado pelo Tesouro Nacional, caso os R$ 80 bilhões sejam contratados em sua totalidade é de R$ 10,5 bilhões. Para 2010, a expectativa é de que a equalização seja de R$ 1,9 bilhão.

Para determinados grupos, como o Pró-Caminhoneiro, os juros são limitados a taxa da inflação. A partir de julho, a taxa sobe um ponto percentual, conforme a linha de financiamento dentro do programa.. “Estamos preparando terreno para o PAC 2”, finalizou Mantega.

Deduções – O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, explicou que o governo não projeta deduzir os investimentos do PAC para cumprir a meta de superávit fiscal de 3,3% do PIB, tendo em vista as projeções para a evolução da dívida líquida do setor público.

Porém, do volume de recursos do OGU colocados à disposição do PAC 2, R$ 220 bilhões, o governo poderá deduzir até 1% do PIB ao ano até 2014, totalizando 177 bilhões de abatimento dos investimentos para cumprimento da meta. Isso implica dizer que em 2011 poderão ser abatidos R$ 38 bilhões; em 2012, R$ 42 bilhões; em 2013, R$ 46 bilhões; e em 2014, R$ 51 bilhões.. Os R$ 43 bilhões restantes poderão ser desembolsados após 2014.

Apresentação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, "Programa de Desenvolvimento PAC 2"

Fonte: Assessoria de Comunicação Social - GMF

Att.

Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477


*Seguro Garantia *Seguro de Vida *Plano de Saúde
*Responsabilidade Civil *Equipamentos *Automóvel

Plano de Saúde - Como Comprar

Escolher um plano de saúde empresarial é uma tarefa que exige muito conhecimento e sensibilidade. O numero de variáveis é enorme e a decisão não pode ser tomada por outro motivo que não seja o técnico/financeiro.

A Lei 9656/98 facilitou o processo de seleção de um plano de saúde, pois as coberturas foram padronizadas. Existem hoje em operação inúmeras operadoras ativas. Cabe ao consumidor selecionar a melhor operadora e o melhor plano.

A compra depende das necessidades específicas de cada usuário e do grupo. Alguns fatores devem ser levados em consideração como: A quem se destina o plano; inclui ou não dependentes; qual a necessidade em termos de abragência territorial; qual o padrão de conforto pretendido; se existe a necessidade de reembolso das despesas realizadas fora da rede credenciada.

Caso já possua um plano empresarial a tarefa é mais simples, basta comparar os produtos atual e o novo. A comparação deve considerar custo, coberturas, rede credenciada por plano, condições comerciais, serviços agregados, regras de reajuste, regras de movimentação cadastral e cobrança, prazo e conduta para rescisão contratual e principalmente condições de aceitação pela operadora. PROCURE UM ESPECIALISTA. NÃO CANCELE O SEU PLANO ANTERIOR ANTES DE ESTAR CONVICTO DE TODOS ESTES DETALHES.
CUIDADOS NA CONTRATAÇÃO

Como qualquer tipo de contratação, alguns cuidados devem ser sempre tomados, em especial no Plano de Saúde. Afinal, ao contratar um benefício desse porte não se pode negligenciar o que pode ser a diferença entre a vida e a morte.

Confira aqui alguns passos importantes:

1) Conferir a regularidade da operadora e do produto oferecido
O controle do mercado é feito pela Agencia Nacional de Saúde - ANS autarquia sob o regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde, que atua em todo o território nacional, como órgão de regulação, normatização, controle e fiscalização das atividades que garantam a assistência suplementar à saúde.

Para se adquirir um contrato de assistência médica, primeiro é preciso verificar a regularidade da companhia operadora que está oferecendo esse produto.

É muito fácil e rápido verificar o cadastro das operadoras. No próprio site da ANS (www.ans.gov.br ), o internauta encontrará o ícone ?Relação de Empresas?. Lá, basta digitar o nome da operadora ou o numero de registro do produto que deseja verificar e conferir os dados da empresa e do produto.

A atenção à regularidade da operadora não garante a qualidade do produto e a capacidade financeira e assistencial. O mercado de saúde suplementar é uma atividade de capital intensivo e tem como característica principal a absoluta necessidade de solvência. As operadoras com menos de 100.000 usuários não tem como suportar as crescentes demandas e devem desaparecer num curto espaço de tempo.

Ou clique diretamente neste link obter informações de Regularidade da operadora:
http://www.ans.gov.br/portal/site/consultas/consultas.asp

2) O corretor de seguros
É importante procurar fazer todos os processos por meio de um corretor de seguros ou consultor de sua confiança. Para contratar o plano de saúde, deve-se sempre ficar atento se o profissional é especializado para lhe vender e prestar toda a assessoria depois de efetuada a venda.

Caso apareçam dúvidas em relação à idoneidade do Corretor, o consumidor pode obter as informações sobre o profissional no site da FENACOR, Federação dos Corretores de Seguros.
Abaixo o link que permite fazer a consulta:
http://www.fenacor.com.br/scripts/cic_nome.dll?SEGURANCA=0000&PROC=NACIONAL

Fonte: PMEonline

Att.

Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477


*Seguro Garantia *Seguro de Vida *Plano de Saúde
*Responsabilidade Civil *Equipamentos *Automóvel

Conheça o novo CONSÓRCIO DE PESADOS

O Porto Seguro Consórcio encontrou no mercado uma nova oportunidade de negócio: o C onsórcio de Máquinas e Veículos Pesados. O segme...