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Mostrando postagens de Agosto, 2012

Pai de verdade

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Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente
recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber
o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai,
mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.

Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber
quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores
escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.

Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra
que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta
aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.

Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja
grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.

Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha
tudo aquilo que merecer e realmente desejar.

Pai de ve…

Uma reflexão: os últimos 10 anos de Seguro Garantia no Brasil (2003/2012)

A economia, as instituições brasileiras e o Brasil como um tudo têm passado por mudanças profundas nos últimos dez anos. Também a sua indústria de seguros tem sido afetada por esta dinâmica transformadora: o crescimento da renda, a estabilização monetária, o fim do monopólio do resseguro estatal contribuíram em todo este processo.

Somos uma corretora de Seguros, especializada em Seguros Garantias e estamos sempre acompanhando e estudando o mercado de seguro-garantia, que passou de oito seguradoras para mais de vinte neste período de 10 anos. Neste mercado,  estar ao lado da seguradora certa pode fazer toda a diferença entre  continuar vivo ou morrer no caminho.

Abaixo, uma planilha do mercado nos últimos dez anos, das quatorze principais seguradoras e o décimo-quinto que seriam as demais. Em 2003 o mercado todo emitiu R$ 130 milhões em prêmios e, em 2011, R$ 817 milhões. Um impressionante aumento de 628%  em apenas 9 anos! Mas nem tudo são flores e em 2012 o prêmio total nã…

Seguro residencial: um bem que merece maior visibilidade

Contratar um seguro de automóvel ou de saúde já é algo comum para a maioria da população. Boa parte, ao menos, já ouviu falar sobre essas modalidades de seguro. No entanto, com igual importância, o seguro de residência ainda apresenta um baixo número de contratações. Para o professor da Escola Nacional de Seguros e também executivo da Excelsior, Nelson Uzeda, “dentre os maiores problemas dessa visibilidade inferior, está o fato de os brasileiros ainda se preocuparem mais em contratar seguros de patrimônios móveis e deixar de lado os fixos”.
O seguro residencial é fundamental para proteger o patrimônio e os bens adquiridos com o suor do trabalho. Além disso, as coberturas envolvidas garantem não só a estrutura física da residência, mas também os objetos encontrados no interior do imóvel.
Entre as coberturas básicas desse seguro estão a de incêndio, queda de raio, explosão, perda e pagamento de aluguel (caso o imóvel fique inabitável). As coberturas opcionais, isto é, que pode…

Seguro de Responsabilidade Civil Geral: Mais popular e mais democrático

Desde que foram estipuladas as condições de contratação do Seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG), por meio da circular 57/81 da Susep, o foco foi as grandes empresas. Ao longo dos anos, o Brasil mudou e houve a necessidade de atualização das normas de forma que beneficiasse também as pequenas e médias empresas. Assim, em junho deste ano, a Susep publicou a circular 437/2012 que trata das condições contratuais do RCG, após oito anos de debate com o mercado.
Na época, em 1981, a norma contemplava 19 coberturas, sendo que o mercado já comercializava mais de 40 modalidades. “Além disso, em 2003, o Novo Código Civil trouxe mudanças relativas ao seguro, como atualização de valores e estruturação mínima de condições contratuais, havendo, assim, a necessidade de atualizar produtos e o Responsabilidade Civil Geral”, disse Gabriela dos Santos Silva, da Susep, durante workshop sobre o tema, realizado pela Fenseg ontem, 1º de agosto, em São Paulo.
Mesmo que nos anos de 1997 e 199…

"A resposta de Deus…."

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Você diz: “Isso é impossível”  Deus diz: “Tudo é possível” 
Você diz: “Eu já estou cansado”  Deus diz: “Eu te darei o repouso” 
Você diz: “Ninguém me ama de verdade”  Deus diz: “Eu te amo tanto” 
Você diz: “Não tenho condições”  Deus diz: “Minha graça é suficiente” 
Você diz: “Eu não posso fazer”  Deus diz: “Você pode fazer tudo” 
Você diz: “Estou angustiado” Deus diz: “Eu te livrarei da angústia” 
Você diz: “Não vale a pena” Deus diz: “Tudo vale a pena” 
Você diz: “Eu não mereço perdão”  Deus diz: “Eu te perdôo” 
Você diz: “Estou sempre frustrado e preocupado” Deus diz: “Confiai-me todas as suas preocupações” 
Você diz: “Eu não tenho talento suficiente”  Deus diz: “Eu te dou sabedoria” 
Você diz: “Eu me sinto só e desamparado”  Deus diz: “Eu nunca te deixarei nem desampararei”



Fraterno abraço.
Patricia Campos
Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477 E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br Site: www.patriciacamposcorretora.com.br

Seguro de Vida: O agravamento de Risco Intencional e o Direito ao Recebimento do Capital Segurado

É cediço que no contrato de seguro de vida um dos riscos (talvez o principal deles) é a morte do segurado. Assim, a cobertura securitária é a garantia do pagamento do capital segurado ao beneficiário em caso de morte do segurado principal, tanto por causas naturais como acidentais.

O risco, como elemento do contrato de seguro, é essencial para que se tenha o “interesse segurável”. Sua conceituação pode ser “no acontecimento futuro e incerto previsto no contrato, suscetível de causar dano. Quando este evento ocorre, a técnica securitária o denomina sinistro”.
Pautando-se pela regra contida no artigo 757 do Código Civil, os riscos cobertos são aqueles predeterminados. Logo, a atividade seguradora é gerida pela conceituação e delimitação dos riscos que pretende garantir. E, através de cálculos atuariais as seguradoras têm plena ciência de quais são os riscos cobertos e assim determinam seu alcance e o valor do prêmio.
Tendo em vista que o legislador reforçou que o contrato de s…

Susep faz audiência pública para novas regras de Riscos de Petróleo

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu realizar consulta pública para estabelecer novas regras e critérios para operação das coberturas oferecidas nos planos de seguro do ramo de Riscos de Petróleo. O objetivo é adequar as normas vigentes à dinâmica desta atividade, ampliando o rol de coberturas possíveis a serem comercializadas. A norma atual data de 1987 e prevê cobertura apenas nos cascos marítimos, segundo nota publicada no site da autarquia.
A proposta a ser examinada em consulta pública inclui atividades de prospecção, exploração, produção, deslocamento (carga, descarga, movimentação, içamento e descida), transporte e armazenamento de petróleo e gás natural, ambos in natura (brutos ou crus), em terra (onshore) ou marítimas (offshore), desenvolvidas nas respectivas unidades de produção ou de armazenamento,englobando equipamentos e instalações fixas ou móveis. Também serão enquadradas neste segmento atividades de manutenção, conservação, projeto, const…

Dispara contratação de cobertura para arrastão

Seguradoras disponibilizam opção para estabelecimentos comerciais e condomínios
Arrastões em bares, restaurantes e condomínios se tornaram mais frequentes nos grandes centros urbanos e, por isso, disparou a contratação de seguro com indenização para esses eventos (cobertura para subtração de bens e valores em furtos e roubos).
Dados da Polícia Civil mostram que somente na Grande São Paulo o número de arrastões em condomínios residenciais registrados no primeiro semestre do ano supera o total de 2011. Entre janeiro e junho, foram 18 invasões, ante 13 registradas no ano passado.
Na Tokio Marine, entre janeiro e junho deste ano, as vendas de seguro para condomínio cresceram 177%, frente ao mesmo período do ano passado. "A cobertura que garante bens do condomínio é a mais procurada, presente em 35% dos seguros vendidos. Há três anos, este número era de 28%. A cobertura para condôminos está em 3% das vendas", diz Marcelo Goldman, diretor de massificados.
Na Allianz, líder…

Terceiro pode ganhar o direito de entrar com ação direta contra seguradora

Em recente decisão, o Supremo Tribunal de Justiça admitiu que o terceiro em colisão de veículos pode entrar com ação direta contra seguradora, determinando indenização de R$ 6,5 mil por lucros cessantes. No caso, a companhia pagou o conserto do automóvel, mas foi obrigada também a ressarcir os prejuízos pelo tempo em que o taxista, demandante da ação, ficou impedido de trabalhar.
A ministra Nancy Andrighi argumentou que “a interpretação do contrato de seguro, dentro de uma perspectiva social, autoriza a indenização diretamente reclamada por terceiro”. Além disso, ela indicou precedentes nos quais foi reconhecido o direito do terceiro, vítima do sinistro, de acionar a seguradora, embora nessas ocorrências o segurado também constasse do polo passivo da ação.
“Se a seguradora pode ser demandada diretamente, como devedora solidária – em litisconsórcio com o segurado – e não apenas como denunciada à lide, em razão da existência da obrigação de garantia, ela também pode ser dem…

Conheça os casos cobertos pelo DPVAT e o valor das indenizações

Algumas vítimas de acidentes de trânsito podem ganhar até R$13,5 mil.
Seguro é pago todo ano na hora de fazer o licenciamento do veículo.
As vítimas de acidentes de trânsito que ficam com invalidez permanente ou que tenham despesas médicas e hospitalares podem receber uma indenização do governo. Em caso de morte, parentes também têm direito ao dinheiro. Todos os casos estão cobertos pelo seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
O seguro obrigatório é pago todo ano quando o proprietário do veículo vai fazer o licenciamento. O seguro custa R$ 101,16 para carros, R$ 279,27 para motos e R$ 396,49 para ônibus. As indenizações são para todas as vítimas de acidente de trânsito. Não importa de quem foi a culpa, se a pessoa estava dentro ou fora do carro nem se a placa foi anotada. Em caso de morte ou invalidez permanente, o seguro paga R$ 13,5 mil. Para despesas médicas, até R$ 2,7 mil.
Tudo requer comprovação. Primeiro, a pessoa tem de pr…