quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Ação Social: Neste Natal, ajude-nos a tornar sonhos em realidades.

Continua a campanha em busca de Padrinhos e Madrinhas para adotar, com um presente de Natal, os jovens da Comunidade São Rafael.

Foram entregues 349 formulários de crianças, adolescentes e jovens.
Destes, já conseguimos a "adoção" de 232.

Ajude-nos a tornar possível o sonho de todos os que acreditaram e esperam por um presente de Natal.

Apadrinhe uma criança, adolescente ou jovem.

Envie um e-mail para patriciastcampos@hotmail.com ou silviajosantos@yahoo.com.br solicitando a listagem dos formulários recebidos e escolha seu "afilhado(a)".

Agradecemos de todo coração por todos que puderem nos ajudar e pedimos que Deus continue derramando graças e bênçãos em sua vida, sua família e seus projetos.

Para conhecer o trabalho do Conselho: capelanossasenhoradosanjos.blogspot.com ou http://www.facebook.com/pages/Capela-Nossa-Senhora-dos-Anjos-Comunidade-S%C3%A3o-Rafael/185513558193377?ref=hl 


Fraterno abraço.



Patricia Campos

Telefax: (31) 3463-2838 / Cel: (31) 9675-5477
E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Análise: O principal é calcular quanto se quer receber da previdência privada


Importante opção de investimento, a previdência privada deve ser considerada para complementar a renda da aposentadoria que os contribuintes receberão do governo.

É importante considerá-la como uma das opções para investimento devido a duas razões. Primeiramente, a expectativa de vida vem aumentando ano a ano e, portanto, torna-se necessário pensar num "longo prazo" mais extenso do que estávamos acostumados a considerar.

O aumento de expectativa de vida significa maiores despesas no futuro, em especial às relacionadas com a saúde.

Além disso, a Previdência (pública) já enfrenta hoje problemas de sustentabilidade econômica. Ou seja, se a tendência é um aumento de idosos na população brasileira, o ideal seria que estes não contassem muito com um rendimento interessante no futuro vindo da aposentadoria governamental.

Mas quando começar a previdência privada? A resposta é: o mais cedo possível. É um investimento de longo prazo e, portanto, quanto maior for o prazo de contribuição, mais suaves serão as parcelas a serem pagas. Até por isso não é um investimento para ser encarado como de curto prazo.

Outra questão é calcular a renda necessária no futuro. Pesquisas indicam que a previsão desse valor deve seguir o seguinte: tentar projetar quanto hoje seria a renda ideal e calcular entre 70% a 80% desse valor. Esse resultado é a renda futura média ideal necessária.

Desse valor deve ser subtraído o total de recebimento futuro projetado da aposentadoria pública. E a diferença é o quanto deve ser a futura aposentadoria complementar ou privada. Nesse cálculo de renda ideal, não constam gastos futuros com moradia (aluguel) e educação.

Os fundos de previdência (abertos ou fechados) variam quanto a características, em relação a questões tributárias, taxas, instituições que os oferecem e perfis de risco.

Quanto a perfis de risco, eles podem variar de conservadores a arriscados (renda variável). Para mapeá-los, é preciso fixar perfil do investidor, características do fundo e tempo de contribuição.

Em principio, só devem aplicar em fundos mais arriscados os investidores que terão maior tempo de contribuição, pois maior risco implica em maior retorno -com as devidas precauções.

Para quem vai contribuir por pouco tempo --porque está perto da idade de receber os benefícios da Previdência-- o ideal são fundos de renda fixa, conservadores.

Com o cenário de baixa de juros, os fundos com baixo risco serão de baixo retorno. Para maiores retornos, a única solução é tomar risco, mas é preciso saber tomá-lo, observando questões de informação, preparo e controle. Caso contrário, o ideal é fugir de fundo com renda variável.

Como orientação geral, é recomendável verificar as taxas de administração antes de fazer o investimento, pesquisando os fundos de previdência oferecidos nas várias instituições.

Geralmente, quanto maior o valor aportado na previdência privada, menor a taxa.

Outras sugestões: pesquisar a taxa de carregamento, aquela que o investidor paga cada vez que faz um aporte; alinhar o perfil de risco do investidor ao do fundo; e, por fim, ponderar também questões tributárias, que podem causar perda considerável de rentabilidade.

Acima de tudo, é importante estar sempre analisando o mercado e as possibilidades que esse produto oferece, pois, quando se trata de investimento pessoal, o melhor "gerente" dos seus investimentos é você mesmo. A legislação sobre o tema está no site www.susep.gov.br.

Fonte: Folha de S.Paulo

Att.

Patricia Campos

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Jovens podem arriscar mais nos planos


Além de fazer uma reserva para a velhice, os planos de previdência privada são também utilizados para fazer uma poupança de longo prazo para bancar a universidade ou o início da vida adulta de jovens e crianças.


A principal vantagem é colocar o dinheiro para render sem o desconto periódico do Imposto de Renda, diferentemente do que ocorre nos fundos de investimento.


No futuro, se o jovem retirar o benefício até o limite de isenção (hoje em R$ 23.499,15 anuais), pode nem pagar IR.


Outra vantagem é que o jovem pode arriscar mais do que alguém perto da aposentadoria, aplicando uma parte maior de sua reserva em ações ou em planos com maior fatia em renda variável. Se a Bolsa cair ele pode esperar um momento melhor para retirar o benefício.


A participação de menores de 18 anos em planos de previdência corresponde a 7,5% do total. Na média, a idade dos participantes de planos de previdência complementar aberta é de 35 anos.


"Observamos que a procura pelos planos tem começado cedo", diz Marco Antonio Rossi, presidente da Federação da Previdência Privada.


É o caso da analista de telecom Roberta Clark, 36, que vai abrir em janeiro um plano de previdência para a filha Manuela, 3, com o dinheiro do cofrinho. "É para ela estudar, viajar fora, comprar um apartamento. Ela decide o que quer fazer.", disse.

Fonte: Folha de S.Paulo

Comentário Patricia Campos:

Cabe explicação sobre a informação "se o jovem retirar o benefício até o limite de isenção (hoje em R$ 23.499,15 anuais), pode nem pagar IR":

Caso a tributação escolhida seja o "Regime Compensável", o jovem ao retirar (ou resgatar) até o limite de isenção terá retido na fonte, pela Seguradora, 15% a título de IR.

Quando o mesmo for realizar sua Declaração de IRPF, no exercício fiscal no ano posterior ao do resgate, poderá (ou não) ter o valor retido pela Seguradora restituído pela Receita Federal.

Portanto, só não haverá "pagamento de IR" caso o jovem tenha a restituição de 100% do valor retido.


Att.



Patricia Campos



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Felicidade


É Fazer de cada pôr do sol, uma nova Esperança.

De cada nova luta, uma lição de vida.

Amar as pessoas incondicionalmente ( Ágape ).

Encontrar num sorriso de criança, o segredo de um mundo ideal para se viver.

Estar sempre desfrutando cada minuto de vida e ajudar sempre os que mais
precisam de apoio e carinho... 

Estes são uns dos poucos segredos para desfrutar da verdadeira "Felicidade".




Fonte: Padre Marcelo Rossi


Abraço fraterno.

Patricia Campos

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Índice medirá grau de Confiança e as Expectativas Empresariais no mercado segurador brasileiro


A Rating de Seguros e a Revista Cobertura reservaram para a cerimônia de entrega da 15ª edição do Prêmio Cobertura, realizada nesta segunda-feira, 26 de novembro em São Paulo, o lançamento do Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES).

O cálculo mensal do ICES será realizado todos os meses, a partir de entrevistas com todas as seguradoras que atuam no mercado, que responderão a perguntas muito simples, em geral de caráter institucional, de múltipla escolha e qualitativas, nas quais as empresas avaliarão o que esperam que aconteça nos próximos meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor, como faturamento e rentabilidade geral.

“As mesmas perguntas serão repetidas mensalmente e as respostas não serão divulgadas individualmente. Após cálculos estatísticos, o valor final do índice irá variar entre 0 a 200. O número 100 indica que a expectativa atual é que a situação futura permaneça a mesma. Quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento com relação a esse fator”, explica o diretor da Rating de Seguros, Francisco Galiza, que irá editar o ICES.

De acordo com o economista, o Índice servirá para comparar com os dados de outros setores da economia (avaliar se há defasagem positiva ou não) e fazer projeções. “Esse indicador se torna uma fonte teórica, servindo como referência acadêmica. No caso do ICES, o próprio segmento analisado e seus setores relacionados (corretores, empresas de regulação, consultorias, etc.) compreendem melhor a realidade, definindo com mais eficiência as suas estimativas”.

O primeiro ICES colherá a amostra sobre o mercado de seguros no geral – em três questões e o ramo de seguro Automóvel, com uma pergunta.

Acompanhem a Revista Cobertura no Twitter – www.twitter.com/revcobertura e também no Facebook – Revista Cobertura – Mercado de Seguros.

Fonte: Revista Cobertura

Att.

Patricia Campos

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Com queda dos juros no país, empresas reajustam seguros em até 10%, o dobro da inflação


A redução dos juros no país está provocando uma mudança estrutural no setor de seguros e afetando o bolso do consumidor brasileiro. A queda de 5,25 pontos percentuais na taxa básica Selic, em pouco mais de um ano, derrubou o ganho financeiro das companhias, decorrente das aplicações em títulos públicos, que responde hoje ainda por mais da metade dos seus lucros. Para compensar a diminuição na receita, as empresas de seguros elevaram preços e buscaram mais eficiência.

Em todo o Brasil, o preço dos seguros subiram de 2% a 5% neste ano, de acordo com o Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), que monitora o mercado nacional. No ramo de automóveis, que responde por um terço dos seguros vendidos no país (excluindo planos previdenciários), a alta média ficou entre 7% e 10%, de acordo com a entidade. Ou seja, até o dobro da inflação acumulada este ano, de 4,38%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE.

— No segmento de veículos tivemos guerra de preços muito grande no ano passado, que reduziu o preço do seguro para automóveis e trouxe prejuízo para corretoras. Este ano, devido à queda da Selic e à melhora do mercado, tivemos este reajuste — diz Mário Sérgio, presidente do Sincor-SP.

Os aumentos variam de cidade para cidade, e de acordo com o perfil dos clientes. Marcos Pummer, assessor técnico do Sincor-SP, diz que a alta atingiu principalmente as maiores praças, como São Paulo, que responde por 48% do mercado brasileiro de seguros, e o Rio de Janeiro, o segundo maior, com participação de 13%.

Os maiores mercados são também os locais com maior sinistralidade, como roubos e batidas. Segundo Pummer, o índice de furtos é ainda muito alto no país e aumentou este ano.

— O crime organizado está cada vez mais organizado: quando a pressão sobre determinado crime aperta, ele passa para o furto de veículos e cargas.

Pesaram também nos reajustes deste ano o preço das autopeças, que no acumulado do ano até outubro registram uma alta de 3,39% de acordo com o IPCA, do IBGE, e o aumento no custo do conserto de veículos, que no mesmo período subiu 4,2%.

Preço pode subir mais 10% em 2013

A correção de valores, de acordo com os especialistas, deve prosseguir no próximo ano. O analista Francisco Galiza, da consultoria Rating de Seguros, espera alta de pelo menos 10% em 2013, para fazer frente à receita menor decorrente do pagamento de juros às companhias seguradoras.

— Esse é o mínimo para cobrir a alta da inflação e ainda a diminuição das receitas por causa dos juros. Esse ajuste em função dos juros está ocorrendo em todo o mundo — diz Galiza.

Segundo ele, hoje o resultado financeiro responde por algo entre 60% e 65% do lucro das empresas de seguros. Esse percentual inclui tanto a remuneração das aplicações financeiras, principalmente em títulos públicos, quanto os juros cobrados pelas empresas no pagamento parcelado dos seguros.

— A tendência é que o resultado financeiro perca importância relativa nos resultados das companhias nos próximos anos — afirma Galiza.

Na Chubb Seguros, por exemplo, as receitas financeiras responderam por aproximadamente 80% do resultado da empresa no ano passado, enquanto a operação de venda de seguros propriamente dita deu conta dos 20% restantes. Neste ano, com a queda da Taxa Selic, a contribuição das receitas financeiras vai cair para 60%, de acordo com o presidente da companhia, Acácio Queiroz. Em 2013, segundo ele, esse percentual deve cair para 50%.

— No ano passado fizemos um aumento de 10% nos nossos produtos, o que permitiu que passássemos este ano sem ter de corrigir os preços. Não tenho dúvidas de que no ano que vem vamos ter um novo ajuste de preços. É algo que o mercado todo vai ter de fazer — afirma Queiroz.

Para dar uma ideia do impacto da queda de juros, Queiroz ressalta que em setembro do ano passado, a Chubb tinha R$ 500 milhões em aplicações financeiras, que renderam R$ 5,3 milhões em juros. No mesmo mês deste ano, embora o volume aplicado tenha sido 20% maior (R$ 600 milhões), o retorno financeiro ficou 30% mais baixo, em R$ 3,7 milhões.

Na Porto Seguro, líder no ramo de seguro para automóveis, os reajustes ficaram em torno de 15% este ano, de acordo com Marcelo Picanço, diretor de Relações com Investidores da seguradora. Ele alega que parte desse ajuste se justifica também pelos serviços que a companhia agrega na venda de seguros, como a manutenção de automóveis e os consertos domésticos.

O diretor diz que a empresa também conseguiu melhorar o indicador de eficiência, que mede o peso das despesas administrativas sobre a receita obtida pela companhia. Ele apresentou uma redução de 0,8 ponto percentual em relação ao ano passado.

Seguradoras podem ir à Bolsa

O executivo afirma ainda que, a longo prazo, as empresas devem buscar também uma diversificação dos investimentos. Hoje, segundo ele, a maioria das seguradoras concentra as aplicações financeiras em títulos públicos, que têm como referência a Taxa Selic. Na Porto Seguro, 99% das aplicações estão nesses papéis. Apenas 1% está em renda variável, embora a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regulamenta o setor, permita que até 49% dos recursos sejam aplicados nesse tipo de investimento.

— Vai haver um trabalho de ganho de eficiência, vai haver um trabalho de ganho de margem e recomposição de preços, e possivelmente alguma diversificação que eu chamaria de moderada. Não acho que as companhias brasileiras vão sair de 1% em ações para 20% de um ano para o outro — afirma Picanço.

Para ele, no entanto, o mercado ultimamente não tem dado opções muito atrativas, fora dos títulos públicos.

Fonte: O Globo

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Cuidado com os seguros piratas


Orientação ao consumidor é antes de contratar um seguro consultar o site da Susep para não ser enganado

Uma modalidade ilegal de seguro que se espalha cada vez mais pelo mercado, principalmente relacionados a veículos, é o de apólices não regularizadas, chamadas piratas.

Associações, cooperativas e até mesmo clubes sem autorização para comercialização desse produto se aproveitam da proximidade com o consumidor para vender apólices fajutas, por valores abaixo dos que o mercado.

O preço baixo é a principal isca para atrair o consumidor, que, para não ser enganado, antes de contratar um seguro deve consultar o site da Superintendência Nacional de Seguros Privados (Susep).

A página contém os nomes de todas as seguradoras e corretores regularizados e autorizados a vender os serviços.

Ilegalidade

De acordo com a Susep, são mais de 600 associações ou cooperativas em 18 Estados que, além de prejudicar o consumidor comercializando os seguros piratas, cometem uma série de crimes, como lavagem de dinheiro e evasão fiscal. Os seguros irregulares não oferecem garantia nenhuma ao consumidor.

Riscos

Quem adquire esses serviços corre o risco de ser lesado em caso de ocorrência de sinistro.

Uma ação da Susep com a Polícia Federal contra a comercialização de seguros irregulares em 2011 resultou em mais de 190 processos e autuações; até meados deste ano, houve mais de 70 autuações.

Fonte: Diário do Nordeste

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Neste Natal, ajude-nos a tornar sonhos em realidades


Graças à ajuda e contribuição de várias pessoas que acreditaram no trabalho do Conselho Comunitário Pastoral da Comunidade São Rafael – Paróquia N. Sra do Rosário de Pompéia estamos realizando, nas festividades Natalinas de 2012, pelo quarto ano consecutivo, a distribuição de sonhos às crianças, adolescentes e jovens que moram na Comunidade São Rafael.

Afirmamos que é uma distribuição de sonhos, pois vai além dos presentes doados por cada um que apadrinha uma destas crianças, adolescentes ou jovens.

Conseguimos, nestes últimos três anos, com a ajuda dos Padrinhos/Madrinhas entregar a muitas destas crianças, adolescentes e jovens sonhos que jamais pensaram em realizar na simbologia do presente. Sonho de carinho, respeito, dignidade, fraternidade e, com toda a certeza, de muito amor.

Este ano, diferente dos anos anteriores, decidimos que as crianças, adolescentes e jovens não escolheriam seus presentes. O presente será uma surpresa para eles.

Porque decidimos isto?

Para que o(a) Padrinho/Madrinha possa expressar, de fato, todo carinho, respeito, dignidade, fraternidade e amor que tem por quem apadrinhou. Por isto a escolha do presente será do(a) Padrinho/Madrinha.

Diferente dos outros anos também, neste ano entregaremos os presentes no dia 22 de dezembro, sábado, após a Missa na Capela que ocorrerá às 19:00 hs.

Porque alteramos a data?

Para que seja possível a participação conosco na Missa e na entrega dos presentes.

Entretanto, mesmo que o(a) Padrinho/Madrinha decida vir participar conosco, é imprescindível a entrega do presente até o dia 15 de dezembro.

Para tornar o sonho possível, mais uma vez, basta enviar um e-mail para patriciastcampos@hotmail.com ou silviajosantos@yahoo.com.br solicitando a listagem das crianças, Adolescentes e Jovens e nos ajudar a realizar adotando, pelo menos, um deles.

Agradecemos de todo coração por todos que puderem nos ajudar e pedimos que Deus continue derramando graças e bênçãos em sua vida, sua família e seus projetos.

Fraterno abraço.


Conselho Comunitário Pastoral da Comunidade São Rafael
Paróquia N. Sra do Rosário de Pompéia

Mundo da Criança

Toquinho





É sempre colorido, muitas vezes de papel
Com arcos, flechas, índios e soldados
Cheinho de presentes feitos por papai noel
O mundo da criança e iluminado
Baleias gigantescas, violentos tubarões
Mistérios de um espaço submerso
Espaçonaves passam por dez mil constelações
O mundo da criança é um universo
O mundo da criança é um universo
Pipas, peões, bolas, balões, skates e patins
Vovó, vovô, mamãe, papai, família
É fácil imaginar uma aventura
Dentro de uma selva escura
Com perigos e armadilhas
Viagens para encontrar minas de ouro
Piratas e um tesouro enterrado numa ilha
Imagens, games, bate-papos no computador
O tempo é cada vez mais apressado
E mesmo com todo esse imenso interativo amor
O mundo da criança é abençoado
O mundo da criança é abençoado


Fonte:
Video: You Tube
Letra: letras.mus.br


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

XV CONEC

Aconteceu, de 11 a 14 de outubro, o XV CONEC, Congresso de Corretores de Seguros de São Paulo, que vem se destacando como o maior Congresso Brasileiro no mercado de Seguros.

Consciente da importância de participar deste evento, pela 4ª edição consecutiva, faço parte da Delegação de Minas que participa em busca de conhecimento e relacionamento profissional.




Para se ter uma ideia da grandiosidade deste evento, por dia são disponibilizadas 12 palestras entre motivacionais e técnicas.



Também temos a oportunidade de ouvirmos debates entre Seguradoras e Corretores dos problemas atuais de riscos sem aceitação no mercado em busca de caminhos e soluções para atender aos riscos não cobertos.



O encerramento, na minha opinião, ocorreu com chave de ouro. 

Houve a apresentação da peça teatral do livro "O Monge e o Executivo". Uma das melhores apresentações que já assisti. Aconselho a todos que puderem assistir esta peça, principalmente quem é ou almeja ser um Líder de sucesso.

Ao invés de uma mesa formada para o blá blá blá de sempre, para finalizar ouvimos a história de vida do maior Maestro brasileiro: João Carlos Martins. Ele, na sua simplicidade, é a comprovação de que a fé em Deus aliada a persistência e autoconfiança pode superar qualquer obstáculo. Junto com o quinteto de cordas ele tocou seu piano divinamente.



Att.

Patricia Campos

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Seguro DPVAT poderá ser solicitado pelos Correios


Desde quarta-feira, dia 17 de outubro, as vítimas de acidentes de trânsito de Minas Gerais poderão solicitar, gratuitamente, o Seguro DPVAT nas agências dos Correios no Estado.


O DPVAT é um Seguro que pode ser acionado por vítimas de acidentes de trânsito resultantes em invalidez permanente, morte e para reembolso de despesas médicas e hospitalares.


Toda pessoa que sofrer um acidente em território nacional, seja pedestre, motorista ou passageiro, tem direito ao Seguro, basta procurar uma Seguradora conveniada ou, a partir de agora, uma agência própria dos Correios em um dos Estados em que a parceria está vigente.


Nesta quarta-feira, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pará e Goiás também recebem o projeto, que já está implantado nos Correios do Ceará, Maranhão, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Piauí.


Com a ampliação da rede de atendimento, o Estado de Minas Gerais ganhará 931 novos pontos oficiais para entrada do Seguro DPVAT.


Para dar entrada no pedido de indenização nos Correios é simples:


- Informe-se sobre a documentação necessária para dar entrada no Seguro pelo telefone 0800 022 12 04 ou pelo site DPVAT Seguro do Transito. Lembrando que o prazo para pedir a indenização é de até 3 anos, a contar da data do acidente.


- Dirija-se a uma agência própria dos Correios em um dos Estados participantes levando a documentação necessária (nos demais Estados, consulte a rede de atendimento pelo site).


- Guarde o comprovante de envio fornecido pelos Correios.


- O pagamento da indenização será feito por meio de crédito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários em até 30 dias a contar da data da entrega da documentação solicitada. Os valores indenizados são de R$13.500,00 no caso de morte; até R$13.500,00 para invalidez permanente, variando conforme o grau de invalidez; e até R$2.700,00 para reembolso de despesas médicas e hospitalares, de acordo com as despesas comprovadas.

Fonte: O Debate

Att.



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Custo de apólice só poderá ser cobrado no seguro Dpvat


Agora é oficial. A edição desta segunda-feira (08) do Diário Oficial da União publica a Resolução 264/12, aprovada pela Susep ad referendum do CNSP, que proíbe a cobrança do custo de emissão de apólice, fatura e endosso apartado do prêmio em contratos de seguros, a partir do dia 1º de janeiro de 2013.

Essa vedação não se aplica ao disposto na Resolução 192/2010 do CNSP, segundo a qual, no caso do seguro Dpvat, “adicionalmente ao prêmio tarifário do seguro, será cobrado o valor de R$ 4,15 a título de custo da emissão e da cobrança da apólice ou do bilhete”.

Segundo a Susep, essa medida, que ainda será referendada pelo CNSP, beneficiará diretamente os consumidores, pois deve gerar diminuição dos preços cobrados pelas seguradoras, estando em harmonia com a política econômica implantada pelo Governo Federal.

Ainda de acordo com a autarquia, análise feita por um grupo de trabalho apontou não haver justificativa para a manutenção da taxa fora do prêmio. O total do valor arrecadado, dentro da rubrica custo de apólice, foi de R$ 1,7 bilhões em 2011. Até março deste ano, a taxa gerou R$ 485,3 milhões.

Fonte: CQCS

Att.

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O Bem


O Bem permanece para sempre. 

O Mal não se conta. Desaparece. 

O Bem é eterno. 

Abre as oportunidades da vida.

Traz a alegria e a felicidade. 

Dê valor ao Bem. 

Não deixe passar as oportunidades de fazê-lo. 

Ele dará créditos em seu favor. 

Todo Bem feito a outrem volta a você, Multiplicado. 

O Interesse anula o Bem. 

Faça-o desinteressadamente. 

No momento certo.

Com humildade.

O Bem se mede pela intensidade de AMOR.

Com que é praticado.




Abraço fraterno.

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ANS suspende a comercialização de 301 planos de 38 operadoras de saúde


Desde 05/10/2012, 38 operadoras de planos de saúde ficarão proibidas de comercializar 301 planos pelos próximos três meses. Entre estes, 221 planos de 29 operadoras permanecem com a comercialização suspensa desde julho/2012. Oitenta novos planos e nove operadoras vêm somar-se a eles. A suspensão dos 301 planos se deu com base na avaliação feita no período entre 19/06/12 a 18/09/12.

Estas operadoras encaixaram-se nos critérios estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para a suspensão dos produtos, já que foram reincidentes no não cumprimento da Resolução Normativa nº 259, que determina prazos máximos de atendimento para consultas, exames e cirurgias.

Neste último trimestre, entre 19/06/2012 e 18/09/2012, foram feitas 10.144 reclamações pelos beneficiários de planos de saúde referentes ao não cumprimento dos prazos máximos estabelecidos. Das 1.006 operadoras médico-hospitalares existentes, 241 receberam pelo menos uma queixa. Destas, 38 se encaixam na maior faixa (nota 4) nos últimos dois períodos de avaliação, ou seja, com indicador de reclamações 75% acima da mediana*, considerando o porte e o tipo de atenção prestada.

Planos suspensos voltam a ser comercializados

Das 37 operadoras que tiveram planos com comercialização suspensa em julho/2012, oito já podem voltar a comercializar os seus produtos, já que conseguiram readequar o   acesso dos beneficiários à rede contratada. Dos planos suspensos em julho, 45 voltaram a ser comercializados.

Os beneficiários que possuem planos com comercialização suspensa não terão seu atendimento prejudicado. Ao contrário, para que o plano possa voltar a ser comercializado, é necessário que a operadora passe a observar os prazos máximos para atendimento previstos pela ANS.

O consumidor que pretende contratar um plano de saúde poderá verificar se o registro deste produto corresponde a um plano com comercialização suspensa pela ANS. Esta informação pode ser acessada no portal da Agência em: www.ans.gov.br, Planos de Saúde e Operadoras, Contratação e troca de plano.

Multas e medidas administrativas por descumprimento à norma

As operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos definidos pela ANS estão sujeitas a multas de R$ 80.000,00 ou de R$ 100.000,00 para situações de urgência e emergência. Em casos de descumprimento reiterado, as operadoras podem sofrer medidas administrativas, como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.

O consumidor deve estar atento. Após tentar agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados pelo plano e não conseguir dentro do prazo máximo previsto, o beneficiário deve entrar em contato com a operadora do plano para obter uma alternativa para o atendimento solicitado. Neste contato, o consumidor não deve esquecer de anotar o número de protocolo, que servirá como comprovante da solicitação feita.

Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo, fazer a denúncia à ANS por meio de um dos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Relacionamento no sítio eletrônico da Agência (www.ans.gov.br) ou ainda, presencialmente, em um dos 12 Núcleos da ANS nas principais capitais brasileiras.

O acompanhamento junto às operadoras de planos de saúde é permanente e contínuo e a divulgação dos dados apurados é feita pela ANS a cada três meses.

Perguntas e respostas

1) Como a ANS poderá garantir que os produtos suspensos não serão comercializados?
A Agência Nacional de Saúde Suplementar, além de tomar conhecimento destas comercializações através das denúncias da sociedade, fará o acompanhamento através dos seus sistemas de informações. Caso se constate a comercialização de plano suspenso, além da multa de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), a ANS poderá tomar as demais medidas administrativas previstas na regulamentação como a instauração de direção técnica ou o afastamento dos dirigentes da operadora.

2) A operadora que tiver planos suspensos para comercialização poderá registrar novos produtos na ANS?
Sim. A operadora poderá registrar novos produtos na ANS e estes serão devidamente acompanhados no que se refere à garantia do cumprimento dos prazos de atendimento.

3) O que acontecerá com a operadora se além destes planos outros vierem a ser suspensos para comercialização pelo mesmo motivo?
Todos os planos da operadora estão sendo acompanhados periódica e continuamente em relação à garantia de atendimento aos prazos máximos estabelecidos pela ANS. Espera-se que a necessidade de cumprimento destes prazos estimule a construção de redes credenciadas adequadas à operação dos planos privados de assistência à saúde. Caso as operadoras não apresentem melhora no seu resultado,  além da suspensão de outros produtos poderá sofrer a medida administrativa de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.

4) O plano suspenso poderá voltar a ser comercializado pela operadora?
Sim. No período de avaliação subsequente, caso a operadora apresente melhora no seu resultado quando comparado ao resultado do período anterior, passando da Faixa 4 para, pelo menos, a Faixa 3, o produto poderá voltar a ser comercializado.

5) Quais foram os critérios para suspensão para comercialização dos produtos?
Foi levado em consideração o número de reclamações relacionadas à garantia de atendimento e a média dos beneficiários da operadora no período de avaliação. As operadoras que obtiveram resultado acima do ponto de corte estabelecido a partir dos dados do setor receberam, em cada avaliação trimestral, uma pontuação de 0 a 4. Aquelas que apresentaram a soma de 6 a 8 pontos em dois períodos de avaliação subsequentes, sendo a pontuação do segundo período igual ou maior que a pontuação do período anterior, poderão ser impedidas de comercializar os produtos reclamados.
Por este monitoramento estar em fase inicial de acompanhamento, a ANS, até o momento, suspendeu apenas planos de operadoras que somaram 8 pontos (duas notas 4 sucessivas). Os critérios atualmente adotados poderão sofrer aprimoramento, o que será comunicado às operadoras e à sociedade.

6) O que acontecerá com as operadoras que permanecem com a comercialização de planos suspensos? Que punições elas poderão sofrer?
A manutenção da prática do não atendimento aos prazos máximos previstos pela RN 259 poderá acarretar, além da manutenção da suspensão, a decretação do regime especial de direção técnica e até o afastamento dos seus dirigentes.

7) Na primeira suspensão, não havia nenhuma grande operadora nacional.  Existe alguma desta vez?
Para que haja a suspensão de comercialização de um plano, é considerado somente o número de reclamações relacionadas à garantia de atendimento e não o número total de reclamações. Até este período de avaliação nenhuma operadora nacional de grande porte se enquadrou nos critérios de suspensão.

8) Por que o número de reclamações aumenta?
Por fatores diversos, principalmente devido ao maior conhecimento dos direitos dos consumidores proporcionado pela disseminação das informações pelos órgãos de defesa do consumidor e pelos meios de comunicação. O que deve continuar a ser estimulado.
 
Período Total de reclamações Operadoras médico-hospitalares com reclamações Operadoras odonto com reclamações Operadoras com planos suspensos Planos suspensos
19/12/2011
18/03/2012
2.981 191 14 ----- -----
19/03/2012
18/06/2012
4.682 162 02 37 268
19/06/2012
18/09/2012
10.144 233 08 38 301
 
 
* Mediana é um valor central da distribuição. É uma medida que divide um conjunto de valores em duas partes, de forma que metade dos valores está acima desta medida e outra metade está abaixo. É utilizada quando há valores muito extremos, ela indica melhor o centro da distribuição.


Fonte: ANS


Att.

Patricia Campos

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