domingo, 25 de abril de 2010

Estudo da Dextron aponta crescimento das empresas da Construção Civil

A expansão das empresas do setor imobiliário, por meio de fusões e aquisições ou da captação de recursos para investimento, tem se acentuado nos últimos anos, em um contexto no qual se destacam novos segmentos de negócios – em especial aqueles voltados para a população de baixa renda -, e novos modelos de empreendimentos, incluindo os novos conceitos arquitetônicos e as habitações sustentáveis.


Esta é uma das conclusões de um levantamento sobre as empresas do setor imobiliário, realizado pela Dextron Management Consulting, empresa especializada em consultoria e estratégia de negócios. “O estudo teve como objetivo traçar uma radiografia das empresas que atuam no segmento de incorporação e construção civil e, assim, contribuir para a definição de posicionamento estratégico e dos investimentos”, explica Maurício Miceli Kerbauy, consultor da Dextron.

O levantamento mostra que o impacto da crise financeira internacional foi expressivo, mas rapidamente superado. Em 2006, apenas uma empresa do setor, a Cyrela, faturava mais de R$ 1 bilhão. Em 2008, mais quatro empresas entraram nessa lista e, em 2009, ela já contava com Gafisa, PDG Realty, Brookfield, MRV, Agre, Rossi e Even, além da Cyrela. “Resultado desse crescimento, o faturamento total das empresas de capital aberto do setor, que era de R$ 4 bilhões em 2006, deu um salto para R$ 20 bilhões em 2009”, destaca Kerbauy.

Essas companhias, juntamente com Rodobens, Company, Klabin Segall e Brascan, também lideraram alguns dos maiores IPOs do País, captando um total de R$ 15 bilhões entre 2006 e 2009 com a abertura de capital. A esses recursos, adicionaram-se outros R$ 14 bilhões captados com emissões de novas ações e lançamento de debêntures.

Com mais capital para investir, elas ampliaram fortemente seu nível de endividamento, hoje no patamar médio superior a 40% entre as principais empresas do setor, e com tendência a se elevar – algumas já estão próximas de 70% de endividamento, na relação com o patrimônio líquido. “O endividamento total do setor cresceu de R$ 4,7 bilhões, em 2007, para 17 bilhões em 2009”, acrescenta o consultor da Dextron.

Apesar do crescimento observado, o valor de mercado das empresas caiu de R$ 48,1 bilhões, em 2007, para R$ 41,5 bilhões, em 2009. Isso se explica em grande parte pela crise econômica mundial, que resultou na desvalorização das ações em meados de 2008. Entretanto, devido à injeção de capital recebida pelo setor, o valor total das empresas aumentou em quase 10% no mesmo período.

“Empresas com foco em habitações populares, como a MRV e a PDG Realty, tiveram, em contrapartida, um aumento do valor de mercado, já que têm se beneficiado do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. Porém, este é um segmento de grandes volumes e margens mais apertadas, o que exige uma forma de atuação para a qual muitas empresas não estão preparadas. Tanto é que diversas companhias vêm enfrentando dificuldades e algumas já desistiram de atuar nesse nicho”, salienta Kerbauy.

Para impulsionar seus negócios, as empresas do setor da construção civil se utilizaram de várias estratégias. O estudo da Dextron apontou que, entre 2006 e 2009, foram realizadas 78 operações de joint-ventures, fusões e aquisições e contratos de parceria de longo prazo.

Para esse crescimento, também contribuiu a diversificação de negócios. “Apuramos que as empresas adotaram três estratégias para crescer: elevar o market share em novos segmentos de negócios; diversificar o portfólio de produtos, com foco principalmente na alta renda, e expandir sua atuação geograficamente. As maiores companhias realizaram as três coisas”, explica.

A grande oferta de crédito foi outro fator decisivo. Ela cresceu em média 13,8% ao ano entre 2002 e 2009, enquanto os valores financiados se ampliaram em 37%. Em 2008, o volume de crédito no setor somou R$ 40,6 bilhões e, em 2009, situou-se em R$ 49,9 bilhões.

Programas como o Minha Casa, Minha Vida, a oferta crescente de crédito e o aumento de poder aquisitivo das classes de menor renda são fatores que devem continuar impulsionando o setor. Por outro lado, trarão ou ampliarão desafios como a falta de profissionais especializados e as pressões inflacionárias decorrentes do aquecimento deste mercado. Para fazer frente a isso, as empresas terão que investir em programas de formação, retenção e capacitação e realizar contratos de longo prazo com fornecedores de materiais de construção, como forma de assegurar o suprimento.

Outra tendência é a busca por oportunidades fora de São Paulo, por meio de parcerias com empresas locais. Essa expansão contempla não só o interior paulista, mas também outros estados. “Há de se considerar ainda o impacto de leis recém-aprovadas, as novas arquiteturas e o crescimento dos projetos de habitação sustentável”, finaliza o consultor da Dextron.

Sobre a Dextron Management Consulting (www.dextronconsulting.com)

A Dextron Management Consulting é uma consultoria de negócios focada em projetos de Estratégia e Organização, atuando principalmente nas práticas de planejamento estratégico (corporativo e de negócios), governança corporativa, fusões e aquisições, redesenho organizacional, mapeamento de competências, estratégias de marketing e canais. Entre seus clientes, incluem-se empresas destacadas como Faber-Castell, Penalty, Marisa, Light, Grupo Simões, Brasfanta, Behr Brasil, Randon, Usiminas Mecânica.

Fonte: Margarete Storto


Neste vídeo você poderá verificar modalidades de Seguro Garantia.

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Cientistas vão discutir como reduzir mortes por Câncer do Colo de Útero

Um grupo integrado por 11 dos maiores especialistas do mundo em HPV, o vírus que pode levar ao câncer do colo do útero, começa a discutir neste domingo, dia 25, no Hotel Villa Rossa, em São Roque, as armas existentes e as metodologias emergentes para reduzir a contaminação pelo papilomavirus e a mortalidade entre as brasileiras. O evento termina no dia 27.


“No Brasil, há 100 casos de contaminação por 100 mil mulheres, índice dez vezes superior ao da Inglaterra”, diz a pesquisadora Luisa Lina Villa, que é professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo – FCMSCSP e preside o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do HPV, que fica na instituição.

A conseqüência é que comprovadamente morrem seis vezes mais brasileiras do que inglesas devido à doença, e a especialista alerta que embora o leigo pense sempre na mulher, quando há referência ao HPV, o vírus provoca câncer também em homens. “No sexo masculino, principalmente em decorrência de sexo anal, que pode levar à contaminação e ao câncer do ânus, além de verrugas e outros problemas nos órgãos genitais de ambos os sexos”, esclarece a professora.

O “I Workshop do Instituto Nacional do HPV – um desafio para a saúde humana” tem mais de 150 inscritos e 11 conferencistas vindos do exterior, entre eles Massino Tommasino, da França, Anna R. Giuliano, dos Estados Unidos, Michael Pawlita, da Alemanha e Eduardo Franco, do Canadá.

Para a professora Luisa Villa, o desafio a ser enfrentado pelos participantes do evento é decidir as estratégias mais eficazes para prevenir a contaminação pelo HPV. “Os objetivos são identificar as pessoas contaminadas, fazer o acompanhamento que permita a identificação precoce dos tumores – o que aumenta em muito a possibilidade de cura – e tratar os pacientes”, esclarece.

“Os resultados do evento interessam ao Ministério da Saúde”, explica a pesquisadora. “O HPV, não vê sexo, classe social ou econômica. Todos estão sob o risco de adquiri-lo. Em países em desenvolvimento, como o nosso, mulheres mais pobres e com menos acesso a saúde são mais afetadas pelo vírus, da mesma forma que são mais afetadas por diversas outras doenças”, completa.

“A vacina contra o HPV é eficaz”, continua Luisa Villa, mas embora 40 países já a tenham incluído na rede pública, no Brasil ela é acessível apenas à parcela da população que tem seguro-saúde, que é a menos sujeita à infecção.

Nas discussões que começam domingo serão analisados todos os temas ligados ao HPV, inclusive comparados os métodos de detecção, as novas modalidades de prevenção, de identificação dos tumores e de acompanhamento dos casos, pois sabe-se que o organismo de parte das pessoas contaminadas consegue eliminar o vírus através das defesas imunológicas.

Os médicos garantem que 80% dos casos de câncer de colo de útero são curáveis, mas o tratamento é tão mais fácil e barato quanto mais cedo for identificado o problema. E num país com as dimensões e as diferenças econômico-sociais do Brasil, conclui a professora Luisa Villa, o desafio de barrar o HPV e de identificar precocemente os problemas causados por ele é um grave problema de saúde pública, que depende inclusive da conscientização da população.

Fonte: Luchetti

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STJ: aventureiro eventual não gera agravamento de risco para seguro

Seguradoras não podem alegar que comportamentos aventureiros normais, como subir em pedras ou se esgueirar em trilhas difíceis, são fatores de agravamento de risco e, por esse motivo, se negar a pagar o prêmio.


Esse foi o entendimento unânime da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu, contudo, que a recusa em pagar o prêmio, no caso de considerar o fato como causa excludente, não gera dano moral. O relator é o ministro Aldir Passarinho Junior.

No caso, um estagiário da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT) caiu de uma torre metálica de cerca de 20 metros de altura e ficou paraplégico. Após o acidente, a vítima requereu o pagamento do prêmio da seguradora por ser beneficiária de seguro coletivo contratado pela EBCT.

A seguradora recusou o pagamento, alegando que houve agravamento do risco devido ao fato de o segurado ter galgado a torre para apreciar a vista, o que levou à ação no Judiciário.

A Justiça gaúcha deu ganho de causa ao estagiário. Considerou que o contrato de seguro é de risco, razão por que, quando a seguradora pactuou a cobertura por acidentes pessoais, assumiu a obrigação de indenizar o sinistro. Não sendo comprovada a má-fé do segurado, é devido o pagamento da cobertura securitária, entendeu a Justiça local, reconhecendo, ainda, o dever de indenizar por dano moral. “Cuidando-se de local público, sem qualquer advertência quanto à periculosidade, há de se considerar que o autor foi vítima de fatalidade”, concluiu.

Perdendo nas duas instâncias, a seguradora recorreu ao STJ. Alega que, ao subir na torre para apreciar a vista, o segurado agravou o risco, isentando a seguradora. Também afirmou não ter cometido ato ilegal e, portanto, não haveria dano moral.

Ao analisar o caso, o ministro Aldir Passarinho Junior considerou que o TJRS fundamentou adequadamente sua decisão. Para o ministro, o critério de elevação do risco seria absolutamente subjetivo. “Comportamentos aventureiros normais seriam absolutamente comuns entre crianças e adolescentes e até mesmo entre adultos”, afirmou o relator. “Descortinando-se uma bonita paisagem, quem não fez algo parecido ou não se aproximou de um penhasco ou não escalou uma rocha para chegar a uma cachoeira?”, questionou.

“Não houve má-fé do segurado e nem o ato constituía procedimento do dia a dia, um padrão, a justificar que comunicasse o agravamento do risco à seguradora”, afirmou. Por outro lado, deu razão à seguradora quanto ao dano moral, não identificando má-fé na recusa ao pagamento do seguro por parte da empresa, para quem é lícito contestar judicialmente o cumprimento do contrato. “A hipótese de negar o pagamento por entender haver uma cláusula que excluísse o seguro não representa comportamento que mereça reparação por dano moral”, concluiu.

Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça

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A verdadeira Presença

Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente o ódio.

Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.

Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.

Que as pedras do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.

Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.

Que os teus momentos de amor contenham a energia de tua alma eterna.

Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.

Que em teus momentos de solidão e cansaço esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.

Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível tocando o coração que é centro da nossa alma.

Que o teu coração sinta a PRESENÇA secreta do inexplicável!

Que você sinta o quanto Deus te ama.

Por isso nunca esqueça a presença de Deus que está em nós, que o teu viver seja pleno de paz e luz com Jesus.

Desejo-lhe uma abençoada semana!

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Do estagiário ao executivo: confira os principais erros de comportamento

Um profissional pode ir do sucesso ao fracasso em questão de segundos. Basta apresentar um comportamento inadequado no ambiente corporativo.


Um profissional pode ir do sucesso ao fracasso em questão de segundos. Basta apresentar um comportamento inadequado no ambiente corporativo. E, quem pensa que isso acontece mais com os jovens, sem experiência de mercado, está enganado: do estagiário ao diretor de uma empresa, às vezes, falta bom senso!

Porém, de acordo com o diretor-geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, Renato Grinberg, os erros são diferentes de acordo com a faixa etária. Entre os mais jovens, podem ser destacados o pouco respeito à hierarquia, a pouca flexibilidade quanto aos pedidos do chefe, as brincadeiras em momentos indevidos e o uso abusivo da internet ou sites de relacionamento.

"É preciso prestar atenção nas suas possíveis falhas, ouvir os feedbacks e buscar melhoria", orientou Grinberg.

Entre os mais experientes

Em relação aos com mais tempo de estrada, ele cita como principais erros de comportamento aqueles ligados à vida pessoal, como realizar planilhas de gastos pessoais no horário de trabalho, utilizar o telefone da empresa para conversar com amigos, namorado ou com a família e falta de comprometimento.

De acordo com o diretor-geral, em posição de liderança, essas pessoas devem ter atenção redobrada ao comportamento. "Líderes que proíbem determinadas atitudes de seus funcionários durante o expediente e transgridem essas regras com a proteção de serem chefes podem causar atritos internos e falta de comprometimento dos demais com a organização"

Um problema de comportamento identificado entre os mais experientes é o uso abusivo de recursos da empresa para benefício próprio, como celular, táxi e cartões empresariais.[2]

Os dez principais erros

Confira abaixo quais são os dez principais erros dos profissionais, independentemente do cargo, no ambiente de trabalho:

* Chegar atrasado
* Mentir
* Não respeitar hierarquia
* Pouca flexibilidade
* Uso abusivo da internet e redes de relacionamento
* Conversas paralelas durante o expediente
* Usar o telefone da empresa para conversas pessoais
* Brincar fora de hora
* Não saber trabalhar em equipe
* Não respeitar os colegas de trabalho

Fonte: Flávia Furlan Nunes, InfoMoney

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Tempo e dinheiro: quando vale a pena investir em educação executiva?

Em 80% dos casos, os executivos tomam decisões em situações novas e precisam estar conectados com informações


Ao passo que empresas e profissionais se deparam com novas demandas do mercado a serem solucionadas, o conceito de educação executiva entra em pauta.

Em 80% dos casos, os executivos tomam decisões em situações totalmente novas e precisam estar sempre conectados com as novas informações de suas respectivas áreas.

Dar subsídio ao executivo para que ele responda com eficácia a uma eventual demanda, além de treiná-lo para que boas ideias corporativas figurem no contexto de decisões, faz parte de uma aplicação de recursos financeiros e tempo que a empresa deverá despender. Mas até que ponto investir em educação executiva pode ser vantajoso?

Uma mão lava a outra

Para o professor da Escola de Marketing Industrial (EMI), Paulo Grise, esse questionamento é sustentado por três pilares distintos. De acordo com ele, para se ter qualidade e eficácia no projeto educativo, a empresa, o individuo e a escola devem estar comprometidos com o aprendizado, a disseminação e a implementação dos novos conhecimentos.

Em relação à companhia, explica o professor, é dever construir ao longo dos anos um processo consistente de gestão de conhecimento e definir competências que serão utilizadas no futuro. Tudo isso se soma ao ambiente saudável no âmbito profissional criado pela empresa.

No que diz respeito ao funcionário, ele deve ter iniciativa própria na busca do aprendizado e objetivos pessoais e profissionais, além de compromisso com o plano de desenvolvimento da empresa para transformar conhecimento em competência. Ambos os jogadores envolvidos devem ter uma relação de comprometimento.

Base relevante

Após analisarem quais metas deverão ser atingidas durante o processo educacional, a empresa e o funcionário devem atestar, no seguinte momento, quais as melhores escolhas para o nivelamento profissional do executivo.

Tão logo evidencia-se o terceiro pilar citado por Grise, a instituição de ensino que, por sua vez, deve adotar uma metodologia atualizada e inovadora, antenada com a realidade cotidiana das empresas, e conhecer de maneira aprofundada os diferentes mercados de atuação e suas perspectivas futuras.

Se houver discrepância entre algum desses fatores, o resultado final para a empresa será dinheiro investido de maneira errônea, além da perda de tempo pelo executivo.

Geradora de conhecimento

“A companhia tem de saber se quer só aprimorar processos ou se visa grandes transformações na cultura, nos processos ou na gestão, de acordo com a área contemplada nos programas e cursos”, enfatiza Grise.

Um outro ponto do qual gera discórdia nas empresas é: quando é melhor investir em centros próprios ou procurar instituições externas?

Na avaliação do professor, investir na ampliação do conhecimento sempre vale a pena, desde que a empresa estabeleça objetivos claros e ofereça condições para que o aprendizado seja implementado de maneira correta.

Fonte: Juliano Moreira Oliveira, InfoMoney
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Seguro será 7% do PIB em dez anos

Estimativa para o mercado do setor foi apresentada durante o evento viver seguro, em Rio Verde, com base em dados como lançamento de novos produtos

Uma série de fatores aponta para um crescimento vigoroso no setor de seguros. Entre eles estão a quebra do monopólio dos seguros residenciais, criação de novos produtos, como o novo modelo de seguro rural e o microseguro, além do lançamento de obras estruturantes em todo o País.

A estimativa é que, em dez anos, o volume de comercialização dos produtos dobre e venha corresponder a 7% do Produto Interno Bruto (PIB).

Evento

Esses dados foram apresentados segunda-feira, em Rio Verde, Sudoeste do Estado, durante realização do evento Viver Seguro, promovido pelo Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de Goiás (Sincor-GO).

O encontro reuniu cerca de 500 pessoas, tanto do setor quanto populares. O objetivo era esclarecer dúvidas, apontar tendências e mostrar a necessidade econômica e social do produto, além de desmistificar a complexidade dos seguros.

Crescimento

Segundo o presidente da Federação Nacional de Corretores de Seguro (Fenacor), Armando Vergílio, o Brasil naturalmente iria atingir esse índice, já que países equivalentes economicamente trabalham com a margem de 7%. Mas isso poderia durar 20 a 25 anos e caminhamos para este crescimento em dez anos , assegurou o presidente da Fenacor.

Armando Vergílio explica que um dos motivos para esse dinamismo, por exemplo, é a construção de obras do PAC, o projeto da Petrobras para extração de óleo da camada de pré-sal e a realização da Copa do Mundo de 2014, já que todas essas obras são necessariamente asseguradas. Mas não podemos isolar, para crescermos precisamos fomentar toda uma cadeia , afirma.

Tendência Essa é a tendência do mercado mundial. A ausência de seguro inviabiliza atrair capitais externos , explica o consultor motivacional e um dos palestrantes, Luiz Marins. Conforme ele, para que uma empresa exporte seus produtos os parceiros também precisam adequar-se a essa norma.

Sendo assim, diversos segmentos de diferentes proporcões caminham para a aquisição do seguro. Outra mola propulsora é o crescimento das classes A, B e C. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em cinco anos, somente 5% da população será classificada como pobre , afirma.

Projeto

O projeto Viver Seguro será realizado também em outras quatro cidades, até junho: Luziânia, Anápolis, Itumbiara e Goiânia.

Além do Sincor-GO e da Fenacor, o Viver Seguro também conta com o apoio do Sindicato das Seguradoras do Estado de Goiás (Sindseg), da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) e da Associação Comercial e Industrial de Rio Verde (Acirv).

Fonte: Karina Ribeiro - O Popular

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Lições em família

Para o mercado, inserir a educação financeira na grade curricular brasileira é uma forma de inclusão social.

Maria Beatriz tem apenas 4 anos. Ela acaba de fazer aniversário. Ganhou dezenas de presentes. Mas ficou faltando a Barbie Vida de Sereia. Como toda criança, pediu com jeitinho, com choro e com aquela insistência típica dos pequenos. Kelly Lubiato e Paulo Viana encerraram o assunto com uma séria conversa. "Dinheiro não nasce em árvore. Vem do trabalho e precisa ser bem usado", diz a mãe, que se prepara para receber a segunda filha, Heloisa, nos próximos dias.

A pequena Mabi, como é chamada, tem duas opções: esperar até o dia da criança, data mais próxima para presentes, ou juntar as moedinhas em seu cofrinho. Ansiosa como qualquer outra pessoa que tem um objeto de desejo em mente, Mabi corre para pegar todas as moedas que vê pela frente. E encontra outra regra. "Só pode juntar as moedas de casa, sem pedir para avós, tios ou amigos", ensina o pai.

Logo ela percebeu que seu sonho de consumo vai demorar um pouco para se realizar. "Mamãe disse que tenho de fazer oito montinhos de dez reais", diz, curiosa com a lógica matemática. Mal sabe ela que já tem um bom patrimônio num plano de previdência privada desde que nasceu, onde os juros compostos já começam a fazer uma grande diferença. "Na hora certa ela saberá que essa poupança tem um objetivo diferente do dia a dia. É de longo prazo e não pode mexer. Servirá para pagar a faculdade ou um curso no exterior. Se não precisar, melhor. Fica para a aposentadoria", planeja Kelly.

É exatamente isso que governos e entidades de todo o mundo querem ensinar para a população. Para desenhar esse destino para o Brasil, que caminha para ser a quinta maior economia do mundo nos próximos anos, o governo priorizou a educação financeira. Um dos primeiros passos para tornar realidade o que vinha sendo falado há tempos, desde 2007, foi a criação, por meio de um decreto, do Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro (Coremec). Fazem parte desse comitê de fiscalização financeira o Ministério da Educação, o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Secretaria de Previdência Complementar (SPC) e a recém-criada Previc.

André Saito, pesquisador e professor do Laboratório de Finanças (Labfin) da Fundação Instituto de Administração (FIA), diz que o processo de educação financeira no Brasil tem melhorado ano a ano. Porém, ainda está muito atrás do existente em países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o tema educação financeira é obrigatório e faz parte da grade escolar. No Reino Unido é facultativo e entra como tema transversal, ou seja, em matérias tradicionais como matemática, a partir da educação infantil.

Apesar do atraso, os programas brasileiros procuram pular etapas, como, por exemplo, ouvir a opinião da sociedade. O que não foi feito pelos Estados Unidos quando implementou a educação financeira já em 2006.

No ápice do tsunami financeiro desencadeado a partir do fim de 2008, o então secretário do Tesouro americano chegou a declarar que o país demorou para investir em educação financeira. Segundo Henry Paulson, se isso tivesse sido feito antes, a oferta de produtos inadequados por parte dos bancos não teria encontrado tanta demanda na sociedade americana.

Apesar do baixo desempenho do Brasil no que se refere ao assunto, o país se destaca na América Latina por estar trabalhando para incluir o tema nas escolas, diz Saito. A ideia inicial do projeto de lei 3401/2004, já aprovado e encaminhado para discussão no Senado, era inserir a educação financeira no currículo escolar da quinta à oitava série do ensino fundamental e do ensino médio. Mas o debate por enquanto aguarda definições.

Mas o grande desafio é formar o educador, que precisa entender melhor como organizar suas finanças pessoais e usar os produtos financeiros como aliados no crescimento . "Além disso, as escolas já têm desafios demais no dia a dia", diz José Alexandre Vasco superintendente de proteção e orientação a investidores da CVM.

Segundo Vasco, o treinamento de professores universitários está a todo vapor. São formados grupos de 50 a 70 pessoas, que ficam por uma semana imersos em palestras promovidas pelos integrantes do Comitê Consultivo de Educação, formado pela CVM e um conjunto de instituições atuantes no mercado de capitais. "Sem conhecimento, o investidor pode tomar decisões erradas, o que é ruim para todos", diz Vasco. Segundo ele, os pequenos investidores mais atuantes e portanto aliados no desenvolvimento do mercado de capitais, principalmente no que diz respeito a denunciar fatos que geram perdas aos acionistas.

Com o objetivo de deixar os cidadãos mais conscientes dos riscos que correm ao entrar na ciranda financeira e desta forma poderem fazer opções mais adequadas, as instituições financeiras se uniram para apoiar um amplo programa de educação financeira. O tema entrou na ordem do dia principalmente depois da estabilidade econômica. "Em menos de uma década a participação do crédito no PIB era de 20%, e hoje é 45% e com viés de alta", afirma Oswaldo de Assis, diretor executivo da Febraban, que acaba de lançar o portal http://www.meubolsoemdia/. "Sem falar na diversidade de produtos financeiros e no boom do crédito imobiliário previsto para estes anos."

O acesso aos serviços bancários, principalmente ao crédito, tem se mostrado uma forte ferramenta de inclusão social. "O fato de a pessoa ter condições de acessar o banco, e de o crédito estar chegando a muito mais gente, torna necessário um investimento maciço em educação financeira", afirma o diretor da Febraban. Nilton Pelegrino, diretor de crédito do Bradesco, é mais enfático. "Costumo dizer que o crédito para a sociedade é como o sangue. Irriga e renova por onde passa. Mas um litro a mais pode levar à morte."

Na visão da Febraban, que busca levar conceitos gerais de finanças pessoais para a sociedade, a orientação financeira é fundamental nesta nova realidade brasileira. "Temos 23 milhões de pessoas entrando na classe média nos últimos cinco anos. E eles têm muita ansiedade de trazer o futuro para o presente, o que pode causar desequilíbrio no orçamento". Além do projeto da Febraban, cada banco tem suas próprias iniciativas, bem como investimentos pesados em treinar profissionais que multipliquem o conhecimento financeiro nesta nova realidade brasileira, de taxas de juros mais baixas.

O programa de educação financeira das entidades pode ser dividido em ações para a nova classe média, que começa agora a ter acesso aos produtos financeiros e necessita de esclarecimentos para fazer a melhor opção; para os jovens, numa tentativa de ensiná-lo a poupar um pouco do que ganha; para os aposentados, muitas vezes tentados a fazer sacrifícios para ajudar a família; e para aqueles que já têm um "pé de meia" e que precisam saber investir para garantir rendimentos robustos num cenário de taxas de juros reduzidas e mercado de capitais mais atrativo.

"Uma diferença de R$ 20 pode comprometer um percentual significativo do salário mínimo", diz Antonio Cássio Seguro, gerente executivo da diretoria de varejo do Banco do Brasil, que lançará um portal de educação financeira em junho. "Ter o nome sujo afeta a saúde, o casamento, o emprego", afirma Eduardo Jurcevic, diretor de investimentos do Santander, que já realizou 2.120 palestras sobre o tema com 101.230 participantes desde 2003, em sua grande maioria empresas e escolas.

Segundo Roseli Garcia, superintendente do atendimento ao consumidor da Associação Comercial de São Paulo, a educação financeira é uma prioridade da entidade desde 1995. "Os comerciantes querem o consumidor com finanças saudáveis para continuarem sempre clientes", diz a executiva, que faz mais de 100 palestras por ano.

O primeiro trabalho da associação foi ajudar o consumidor a limpar o nome na praça para poder voltar a comprar a prazo. Agora, o principal trabalho de Roseli é ajudar a população a usar o crédito de forma inteligente. "Meu objetivo é mostrar a eles que não precisa entender de matemática ou de planilha Excel. Basta marcar na caderneta os gastos", diz Roseli, da ACSP, por onde passam 2 mil pessoas por dia, na maioria dos casos pedindo ajuda para gerir o orçamento familiar. Além dos milhares de internautas atendidos pelo portal http://www.apoioaoconsumidor.com.br/.

Uma das novidades é o treinamento de militares. Para isso, o Banco Central criou um programa básico e simples sobre como organizar o orçamento pessoal e fazer a gestão das despesas e receitas da família. Os primeiros a serem qualificados para multiplicar o conhecimento são os militares da Aeronáutica. O programa, num segundo momento, será levado para a tropa do Exército e da Marinha. Também está em andamento um treinamento aos beneficiários do programa social Bolsa Família.

Na área de seguro, o Sindicato dos Corretores (Sincor-SP) e o Sindicato das Seguradoras do Estado de São Paulo (Sindseg-SP) lançaram o programa Cultura do Seguro em 1992. Um dos principais programas para divulgar o seguro nas escolas é o "Educar para Proteger". Em 2009 foram apresentadas 3.242 palestras, que reuniram 94.287 alunos. Em 2010, doze palestras foram proferidas para 382 alunos. "O objetivo é sensibilizar jovens sobre a importância do planejamento pessoal e familiar, desde cedo, para a proteção da vida e do patrimônio", explica Leôncio de Arruda, presidente do Sincor-SP.

Fonte: Redação Planeta Seguro

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Mulheres conduzindo para quebrar barreiras

Contrariando a lenda de que não são boas motoristas, as mulheres têm hoje mais benefícios que os homens na hora de fechar contrato de um seguro de automóvel. Isso porque, pelas estatísticas, mostram-se mais cuidadosas e obedientes às leis do trânsito. Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em 2008, elas representaram cerca de 29% do total de condutores habilitados, mas apenas 12% do total de motoristas envolvidos em acidentes de trânsito no País.

Marcia Regina Laffratta Cardoso, por exemplo, poderia ser daquelas pessoas insuportáveis de tão exibidas. Pois não é qualquer um que carrega a patente de piloto de avião e de helicóptero - ainda mais tratando-se de uma moça de 26 anos. Porém, é uma garota tímida, de voz mansa e total controle das palavras. Entrou para a Academia da Força Aérea (AFA) em 2002, e formou-se quatro anos depois. Seu primeiro voo foi tenso. Estava ansiosa. Afinal, estudei muito para chegar lá. É muita pressão , conta. Lá em cima, diz que não dá para pensar em nada. Tem de ficar atenta. É muita concentração.!

Quando chegou à AFA, já havia outras mulheres. Mas, numa turma de 30 homens, eram apenas 3. Escolheu servir no Esquadrão Pelicano, cuja principal incumbência é executar as missões especializadas de Busca e Salvamento. Tem de se manter em permanente estado de alerta para decolagem em poucos minutos, atendendo a situações de emergência na terra ou no mar. E também tem as chamadas operações especiais, em que os helicópteros são armados com metralhadoras e lançadores de foguetes. Para se ter uma ideia, o lema do esquadrão é: para que outros possam viver!

Marcia casou-se no fim do ano passado com um também piloto, mas de outro esquadrão. É difícil nos encontrarmos. Passamos muito tempo nas missões. Mas de vez em quando conseguimos , brinca.

Maior trem do mundo

A maranhense Marcely Rose Sousa Lima, de 26 anos, perdeu as contas de quantas vezes viajou de trem durante a infância. Tinha tanta curiosidade de saber a função de cada um daqueles botões que piscam no painel que acabou se matriculando num curso técnico de mecânica. Seu sonho era fazer parte do quadro de funcionários da Companhia Vale do Rio Doce. O que não imaginava é que um dia viria a ser a maquinista do maior trem de carga do mundo!

Marcely arrasta um trem que transporta cerca de 35 mil toneladas de minério de ferro. São 4 locomotivas, 330 vagões carregados e nada menos do que 3,3 quilômetros de extensão. Quero fazer isso por muito tempo , diz, empolgada. O detalhe é que, quando entrou na Vale, não tinha carteira de motorista. Hoje, acha muito mais difícil dirigir um carro do que o trem. Carro tem volante, cinco marchas e ainda tem de fazer curva. O trem só tem duas marchas, nada mais!

O começo da carreira foi difícil. Tinha 18 anos e era a única mulher em um grupo de 120 empregados. Não conseguia instrutor, pois eles só queriam ensinar homens - talvez porque, antes dela, algumas mulheres haviam desistido por não se adaptar. O processo é longo, árduo, tem de estudar muito, passar por situações que exigem muito do físico. Enfrentei até um descarrilhamento , lembra. A moça não escapou das cantadas. Tanto que se casou com um maquinista.

Fonte: Redação Planeta Seguro

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Patricia Campos

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