domingo, 4 de agosto de 2013

Seguro de vida inadequado pode comprometer futuro de conjuges e filhos

image Anthony J. Vignier é um advogado e consultor financeiro que atende a comunidade de língua portuguesa na região norte de Nova Jersey


Advogado explica as vantagens em adquirir o seguro de vida

“Durante meus anos de prática, algumas das piores situações que eu tive que lidar é quando encontro com um cliente cujo cônjuge faleceu e ele(a) era o chefe da família. Muitas vezes, pouco planejamento foi feito e a família não tem dinheiro de reserva para cobrir as contas, prestação da casa própria e custos com educação. Obviamente, isso cria uma responsabilidade financeira enorme para os membros sobreviventes da família e faz com que uma situação ruim, o falecimento de um dos cônjuges, fique ainda pior”, alertou o advogado Anthony J. Vignier, com escritório em Kearny (NJ).

“No entanto, quando um pouco de planejamento foi feito e testamentos e seguros de vida foram adquiridos, a diferença pode ser da noite para o dia. A família está protegida e eles podem lidar com sua dor sem se preocupar em perder a casa ou pagar as contas. Isto é o que o seguro de vida pode fazer por uma família. Que tipo de seguro de vida deve-se adquirir? Existem dois fatores principais: Prazo e dinheiro. Cada um é fundamentalmente diferente, então você precisa pensar sobre o valor da cobertura necessária, a quantidade de dinheiro que você pode gastar e quanto tempo você precisa de cobertura para continuar”, acrescentou.

O termo “seguro” é muitas vezes citado como seguro simples. O termo cláusulas (policies) fornece a cobertura do seguro de vida por um período de tempo especificado. Os segurados podem normalmente comprar um seguro por períodos que variam de 1 a 30 anos. Caso o segurado morra durante a vigência da apólice, o beneficiário recebe o valor anteriormente estipulado. Caso o segurado não morra durante o período, o beneficiário não recebe nada. No final da vigência da apólice, a cobertura simplesmente termina. O segurado poderá até renovar a sua apólice sem um exame físico, mas pagando um prêmio muito maior. Uma vez que o segurado atinge uma determinada idade (geralmente 70 anos ou mais), ele poderá encontrar dificuldades na obtenção de um seguro prazo em longo prazo e, se conseguir, os prêmios serão bem mais altos. Existem diversas variações do termo “vida”. O segurado pode adquirir uma apólice básica de morte ou apólices que diminuem o valor a ser recebido pelo beneficiário, mas aumentam os prêmios anualmente, ou mantém o nível por um determinado período de anos (5,10,15, 20, 25 ou 30). Esta pode ser a forma mais barata de se adquirir um seguro de vida e é uma excelente maneira de proteger sua família, fornecendo uma potencial fonte de renda para os beneficiários ou garantir o pagamento de dívidas como, por exemplo, a prestação da casa própria ou despesas educacionais das crianças.

O “Cash value insurance”, muitas vezes chamado de seguro permanente, é um seguro de vida que é projetado para ser pago com um valor médio ao longo a vida do segurado. Em alguns casos, o segurado pode financiar uma apólice de valor em dinheiro, de uma forma que esses valores possam ser utilizados nos anos seguintes para pagar os prêmios futuros. Enquanto o segurado continuar a pagar os prêmios, o valor em dinheiro do seguro de vida continua ao longo de sua vida, independentemente da idade ou saúde. Conforme ele paga cada prêmio, uma porção de cada pagamento é alocada em uma conta. Durante os primeiros anos da apólice, a contribuição representa uma grande parte de cada pagamento do prêmio. Conforme ele envelhece e o verdadeiro custo do seguro aumenta, a parcela do pagamento do prêmio transferido para a conta diminui. O valor em dinheiro continua a crescer - imposto diferido - contanto que a política esteja em vigor. O segurado pode pegar dinheiro emprestado do valor acumulado, mas a política de empréstimos não pagos reduzirá o valor que o beneficiário receberá, no caso da morte do segurado. Se o segurado cancelar a apólice antes de morrer (ou seja, cancelar a cobertura), ele terá direito a receber o valor já pago, deduzido todos os empréstimos e tarifas de liberação. Hoje em dia, já estão disponíveis vários tipos diferentes de seguro do gênero, incluindo “toda a vida”, “vida variável”, “vida universal” ou “vida universal variável”.

O tempo de cobertura do seguro normalmente custa menos do que a cobertura de seguro quando o segurado é mais jovem, mas porque o custo de uma apólice em longo prazo é baseado na idade, o custo pode, eventualmente, exceder o valor do dinheiro se o segurado continuar a renovar a sua apólice de longo prazo. Por outro lado, esses fatores são levados em consideração quando os prêmios de seguro são definidos. Como resultado, determinados valores de prêmios de dinheiro geralmente permanecem os mesmos ao longo da vida da apólice.

Em alguns casos, a escolha pode ser clara. Por exemplo, a necessidade de seguro pode ser tão grande que a única maneira é adquirir seguros com apólices de valores baixos. Entretanto, o segurado pode precisar da cobertura apenas durante alguns anos, mais uma vez fazendo o seguro de termo a escolha lógica. Mas se você pode dar ao luxo de pagar prêmios mais elevados, e você precisa de proteção em longo prazo, você pode querer considerar o seguro de valor em dinheiro.

Em alguns casos, o segurado pode desejar os dois tipos de cobertura de seguro de vida. Por exemplo, se você quiser ter um seguro de vida no momento da sua morte, você pode considerar a compra a maior parte de seu seguro de vida com prazo e uma parcela menor de valor em dinheiro. Quando a sua necessidade de seguro de vida diminui, a apólice de longo prazo pode ser interrompida e a apólice de valor em dinheiro mantida. Também é possível comprar uma apólice de longo prazo que seja convertida à um seguro cuja política abranja o resto da vida. .

Qualquer que seja a apólice escolhida, sempre faça perguntas e certifique-se de que você entenda todos os detalhes dela. Também certifique-se de que realmente precise de seguro e que o corretor não está apenas vendendo-lhe seguro.

Anthony J. Vignier é um advogado e consultor financeiro que auxilia clientes com problemas jurídicos e financeiros. Ele fala português e espanhol fluentemente e seu escritório está localizado na 115 Kearny Avenue, em Kearny (NJ). As informações contidas neste artigo são apenas para fins informativos gerais. Nada neste artigo deve ser tomado como aconselhamento jurídico para qualquer caso individual ou situação. Esta informação não se destina a criar uma relação advogado-cliente.

Fonte: Leonardo Ferreira - Brazilian Voice

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Patricia Campos

Segurado inadimplente não configura sinistro no Seguro Garantia


A greve do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) que completa nesta quinta-feira 35 dias prejudica as construtoras que estão sem receber o pagamento referente às obras de pavimentação. Segundo o especialista Lucas Villas Boas, casos de atrasos ou abandono de obra por conta de não pagamento pelo segurado não configura sinistro para o Seguro Garantia, visto que foi a Administração Pública quem descumpriu o cronograma físico-financeiro.

“Neste caso quem está descumprindo com as obrigações é o segurado. Se ele não está pagando devidamente, não pode exigir que o tomador execute sua parte”, diz.

Ele lembra que esse tipo de problema pode acabar custando mais caro do que o esperado, tanto para o tomador quanto para o segurado. “As construtoras que executam obras para o Governo já trabalham com uma margem maior de resultados, pois já preveem  situações desse tipo. A construtora acaba investindo seu capital ou buscando recursos em instituições financeiras o que interfere no seu fluxo de caixa, assim como se for necessária uma desmobilização, o que gera um custo adicional.

De acordo com informações do site Correio do Povo, as empresas deixaram de ser remuneradas há mais de dois meses, pelos serviços executados em rodovias federais, um montante de cerca de R$ 100 milhões por mês. Até o momento, a greve não interferiu no andamento das obras. Segundo o presidente do Sicepot-RS, Nelson Sperb Neto, o ritmo de trabalho está mantido.

Fonte: Segurogarantia.net | Camila Barreto

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Patricia Campos

Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477

Propostas abaixo de 80% do orçamento podem exigir garantia adicional


Em análise ao Projeto de Lei, que desqualifica propostas com valor abaixo de 70% do orçado pela Administração Pública (PL 1221/11), o especialista Lucas Villas Boas, considera a medida coerente, visto que o texto reforça também a exigência de garantia adicional para propostas abaixo de 80% - igual à diferença entre o valor proposto e o orçado pela administração - requerendo assim maiores percentuais de cobertura do Seguro Garantia.

“Propostas com valores muito baixos implicam no aumento de risco de execução de uma obra ou serviço, logo ao aumentar o percentual de cobertura do seguro para estas propostas me parece uma medida correta e protegerá o segurado. Essa seria também uma forma de inibir a entrada de ‘aventureiros’ em processos licitatórios, visto que aqueles que entrarem com valores baixos terão que pagar bem mais caro pelo seguro, o que diminui ainda mais a margem de lucro deste concorrente”, afirma Villas Boas.

Para ele, os departamentos de subscrição e crédito das seguradoras, deverão se adaptar as mudanças. “Percentuais elevados de garantia embora signifiquem maior volume em prêmios, representarão maiores riscos. Além disso, tomadores de pequeno porte que entrarem com preços baixos terão dificuldade de acesso às garantias, uma vez que as seguradoras estarão mais criteriosas nestes casos”, reforça o especialista. “Se estivermos falando de uma garantia com cobertura de 20%, por exemplo, significa que a proposta foi 20% menor ao orçado pelo setor público”, exemplifica.

Ainda segundo Villas Boas, o projeto de autoria do deputado Junji Abe cuida para que caso o tomador com propostas abaixo do orçado abandone a obra antes de concluí-la, a Administração Pública tenha como reserva uma verba maior para solucionar o prejuízo, substituindo por outra construtora, por exemplo”.

O PL 1221/11 foi aprovado até o momento pela Comissão de Trabalho e aguarda análise ainda das comissões de Finanças e Tributação; de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Segurogarantia.net | Camila Barreto

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Patricia Campos

Seguro garante tranquilidade para escolas e estudantes

Apesar do ambiente seguro que a maior parte das escolas particulares oferece, acidentes sempre são passíveis de acon­tecer. Além disso, ainda existe o risco de perda de renda do responsável financeiro pelo estudante ou algum erro ou omissão do estabelecimento de ensino. Para todas estas possibilidades, existe o seguro con­tratado pelas instituições de ensino para garantir a tranquilidade dos pais durante os ciclos pedagógicos.

 
As escolas estão mudando sua ma­neira de enxergar os alunos. Hoje elas se preocupam com a sua saúde e o seu bem-estar. Elas têm consciência de que são parceiras dos pais na criação dos filhos e, por isso, sua responsabilidade está ampliada. Elas estão muito preo­cupadas com a segurança das crianças e a maioria delas conta com sistema de circuito interno de TV, seguranças na porta para receber os alunos e produtos de seguro.
 
Há algumas linhas de produtos que são mais comumente contratadas por estes estabelecimentos. O seguro de vida para os funcionários é de contratação obrigatória e está garantido na conven­ção coletiva dos trabalhadores deste tipo de serviço.
 
Na modalidade de acidentes pes­soais, o seguro pode garantir qualquer acidente que os alunos venham a sofrer dentro ou fora do local.
 
De acordo com Paulo Sonagere, diretor comercial da KlimaCorretora de Seguros,a proteção vai além do ambiente escolar e cobre qualquer tipo de evento, em qualquer local. “Normalmente é feita uma con­tratação e cobertura de R$ 10 mil a R$ 15 mil por evento, o que é suficiente para prestar os primeiros socorros em local determinado pelos pais do alu­no”, informa.
 
Segundo Sonagere, as escolas de altíssimo nível não contratam este se­guro porque preferem bancar o risco. Já as escolas em nível médio contratam como forma de mostrar aos seus clientes (pais) sua preocupação com os alunos e a garantia de que o estudante será atendido em qualquer emergência. “É um seguro para qualquer acidente, den­tro ou fora da escola, e cobre despesas médicas, hospitalares e odontológicas”, explica. “Levamos ao hospital que o pai escolher. Se a seguradora tiver convênio com o hospital, a escola não precisará desembolsar nenhum valor, sendo ne­cessário apenas comunicar ao 0800 da seguradora”, complementa.[1]
 
Neste produto há uma série de coberturas acessórias, como o serviço de assistência para a criança que não pode frequentar as aulas, transporte, professor particular etc.
 
Este é um produto muito bem aceito pelas escolas. A Klima tem 1,3 mil es­colas seguradas em vida e 260 com AP Escolar, pois ela atende aos associados do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo. Neste universo há escolas pequenas e médias, da educação infantil até universidades.
 
Para saber se a escola possui este tipo de seguro os pais devem conversar com a direção.
 
Renata Ferraz, diretora comercial da MetLife, explica que o prêmio médio do produto de AP Escolar é de R$1,50 a R$ 3 por aluno. “Percebemos que hoje as escolas têm uma preocupação social maior”. Essa carteira teve crescimento de 25% dentro da seguradora em 2012 e as perspectivas continuam positivas para 2013. A maior procura é de escolas de ensino fundamental.
 
Contra inadimplência
 
O seguro educacional pode ser um excelente investimento para as institui­ções de ensino garantirem o sossego dos responsáveis financeiros pelos alunos em caso de perda de renda temporária. Ele cobre eventos como morte ou perda de emprego, com garantia de pagamento de três a cinco mensalidades para a escola. De acordo com dados da Fenaprevi, no acumulado no mês de abril de 2013, este produto sofreu retração em relação ao mesmo período de 2012. Foram arreca­dados R$ 1,8 milhão em 2103, frente a R$ 2,1 milhões no mesmo período do ano anterior, com retração de 10,86%.
 
Este produto é contratado pela escola e não pode ter seu custo repassado para o aluno, em sua modalidade compulsória. O custo por aluno não chega a R$ 5, pois a escola contrata para todos os seus alunos. Em sua modalidade facultativa, quando é transferido o custo para o responsável financeiro, ele sobe para cerca de R$15 aR$ 20, pois fica a critério de cada aluno a contratação.
 
Ocorretor de seguros reiteraque as escolas devem enxergar este produto como um investimento. Ele afirma que boa parte delas poderia utilizar o seguro como forma de diferenciação entre os concorrentes: “se o pai fica na dúvida entre duas escolas com perfil pedagógi­co semelhante, certamente irá optar por aquela que se preocupa com o estudante”.
 
Sergio Wagner Barbosa, diretor de negócios da área de Riscos de Pessoas da Mapfre, conta que esta modalidade evoluiu muito como proteção enquanto o aluno estiverem idade escolar. Otem­po de contratação varia de acordo com o período educacional oferecido pela instituição, a partir de seis meses. “A sinistralidade é baixa, não chegando a 2% de frequência”, avalia.
 

Ele explica que no ensino fundamen­tal a frequência é um pouco maior, mas os valores envolvidos são baixos. “No ensino fundamental há grande preocupação com a integridade física do aluno. Nos períodos mais avançados, a preocupação maior é com a possibilidade de perda de renda do responsável”.

Fonte: Kelly Lubiato - R e v i s t a A p ó l i c e

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Patricia Campos

Planos de saúde ficam mais caros para mais de 8 milhões de clientes

O reajuste autorizado é maior que a inflação e atinge um quinto dos usuários de planos de saúde do Brasil.






Os planos de saúde vão ficar mais caros para quase 8,5 milhões de brasileiros. E o reajuste autorizado é maior que a inflação.

O aumento atinge um quinto dos usuários de planos de saúde do Brasil. As operadoras já podem reajustar os planos individuais e familiares em até 9,04%. O índice definido pela Agencia Nacional de Saúde Suplementar é o maior em 8 anos, e bem maior que a inflação dos últimos 12 meses, que foi de 6,4%.

A ANS não explica como é feita a conta para chegar nesse número, apenas o que levou em consideração.

Para definir o índice de reajuste dos planos individuais, a ANS usa o índice de reajuste dos planos coletivos, definidos em negociações entre empresas e operadoras, e também a nova lista de procedimentos cobertos pelos planos.

Especialistas criticam o uso dos planos coletivos como referência para o reajuste. “A gente entende que esse percentual é muito elevado. Porque não teve clareza por parte da ANS. Assumir que está tendo por parâmetro o que os planos coletivos fazem é um absurdo”, comenta a advogada Estela Tolezani.

As operadoras usam, principalmente, a lista de procedimentos para justificar o aumento. Entre os 60 novos procedimentos que os planos devem cobrir estão cirurgias com uso de vídeo, como a de redução de estômago, e medicamentos para doenças crônicas, como artrite.

“Na área médica, a inflação é diferente da inflação comum. Ela tem que acrescentar o custo de novos procedimentos, das novas tecnologias que entraram em vigor”, afirma Arlindo de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo.

O reajuste é retroativo a maio.  Como o aumento só foi autorizado no fim de julho, quem, por exemplo, tem plano que fez  aniversário em maio, vai pagar a diferença desses três meses de maneira parcelada, até outubro.

Denise Giardina já compromete quase metade do salário com o plano. Um aumento desse tamanho assusta a secretária. “O salário não sobe isso. Você não tem só plano de saúde para pagar. Você tem toda a sua vida, você tem impostos, tem luz, tem água, tem telefone, tem que comer, tem que vestir”, diz.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar informou que as empresas privadas conseguem descontos nas negociações com as operadoras de planos de saúde. E que, por isso, usa os aumentos dos planos coletivos como referência para os planos individuais.

Ainda segundo a agência, no caso de planos individuais e familiares antigos, que não tenham o índice de reajuste estabelecido no contrato, o reajuste máximo será de 9%.

Fonte: site Jornal Nacional

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Patricia Campos

Não sou forte!

Forte é o Deus que habita em mim,

 

Ele me faz forte para vencer os obstáculos que encontro pelo caminho,

Ele me faz forte para saber esperar o momento certo para cada coisa,

Ele me faz forte para ir além do que eu possa imaginar.


Minha força vem do Senhor, que fez o Céu e a Terra.

Abraço fraterno.

Patricia Campos

Período para uso dos serviços contratados e prazos máximos de atendimento

Carência: período para começar a usar o plano

Para saber a partir de quando você poderá utilizar seu plano após a contratação, é importante verificar os prazos de carência. Carência é o tempo que você terá que esperar para ser atendido pelo plano de saúde em um determinado procedimento. Esse tipo de informação está presente no seu contrato.
Pela legislação de planos de saúde, para planos individuais ou familiares novos ou adaptados, contratados a partir de 02 de janeiro de 1999 ou adaptados à lei, a empresa que vende o plano de saúde pode exigir:
 
 
SituaçãoTempo a ser aguardado após a contratação do plano de saúde*
Casos de urgência, acidentes pessoais ou complicações no processo gestacional, e emergência, risco imediato à vida ou  lesões irreparáveis.24 horas 
Partos a termo, excluídos os partos prematuros300 dias
Doenças e lesões preexistentes (quando contratou o plano de saúde, a pessoa já sabia possuir)**24 meses
Demais situações180 dias
 
 
Atenção:
* Esses são limites de tempo máximos. Isso quer dizer que a operadora de planos de saúde pode exigir um tempo de carência menor que o previsto na legislação.

** Para as doenças e lesões preexistentes, o consumidor tem cobertura parcial temporária até cumprir dois anos de carência. Durante esse período, ele não tem direito à cobertura para procedimentos de alta complexidade, leitos de alta tecnologia - CTI e UTI - e cirurgias decorrentes dessas doenças. Entretanto, se o paciente decidir ser atendido nesses casos, mesmo sem ter aguardado ainda o tempo estabelecido, ele poderá escolher pagar um valor adicional para ter acesso a esses atendimentos – isso se chama agravo.

Prazos máximos para atendimento

Confira os prazos máximos para atendimento dos beneficiários dos planos de saúde conforme cada tipo de plano - ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológico.
 
 
ServiçosPrazo máximo de atendimento
(em dias úteis)
Consulta básica - pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia07 (sete)
Consulta nas demais especialidades14 (catorze)
Consulta/ sessão com fonoaudiólogo10 (dez)
Consulta/ sessão com nutricionista10 (dez)
Consulta/ sessão com psicólogo10 (dez)
Consulta/ sessão com terapeuta ocupacional10 (dez)
Consulta/ sessão com fisioterapeuta10 (dez)
Consulta e procedimentos realizados em consultório/ clínica com cirurgião-dentista07 (sete)
Serviços de diagnóstico por laboratório de análises clínicas em regime ambulatorial03 (três)
Demais serviços de diagnóstico e terapia em regime ambulatorial10 (dez)
Procedimentos de alta complexidade (PAC)21 (vinte e um)
Atendimento em regimento hospital-dia10 (dez)
Atendimento em regime de internação eletiva21 (vinte e um)
Urgência e emergênciaImediato
Consulta de retornoA critério do profissional responsável pelo atendimento
 
 


O que você deve fazer se não conseguir agendar atendimento?

1
Para ser atendido dentro dos prazos você deverá ter cumprido os períodos de carência previstos em seu contrato.
2
Esses prazos valem para atendimento por um dos profissionais ou estabelecimentos de saúde da rede conveniada ao plano, na especialidade necessária, e não para atendimento por um profissional ou estabelecimento específico de preferência do consumidor.
3
Para cumprir o prazo necessário, caso não haja profissional ou estabelecimento da rede conveniada disponível no período, a operadora do plano de saúde deve indicar um profissional ou estabelecimento mesmo fora da rede conveniada do plano.
4
Após entrar em contato com médicos e estabelecimentos de saúde credenciados e não conseguir marcar o procedimento dentro do prazo máximo previsto em lei, você deverá entrar em contato com operadora do seu plano de saúde para obter uma alternativa para o atendimento solicitado. Você deverá solicitar o número de protocolo deste contato feito com a operadora como comprovante da solicitação. Se a operadora do plano de saúde não oferecer solução para o caso, você deverá, tendo em mãos o número do protocolo do contato com a operadora, fazer a denúncia à ANS por meio de um dos nossos canais de relacionamento.

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Situações de Atendimento

As diferentes situações que poderão ocorrer quando o beneficiário precisar de atendimento encontram-se descritas a seguir:

Situações de Garantia de Acesso à Cobertura Assistencial - A operadora do plano de saúde deve garantir o acesso do beneficiário aos serviços e procedimentos definidos como cobertura mínima obrigatória no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, no município onde o beneficiário os demandar, desde que esse local seja integrante da área de abrangência geográfica.

Situações onde a Operadora deve Garantir o Transporte - De acordo com o que determina a RN nº 259, de 2011, a operadora do plano de saúde deverá garantir o transporte de seus beneficiários a prestadores de serviços habilitados para o atendimento demandado, assim como seu retorno ao município da demanda pelo atendimento.

Saiba Mais

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Acesse a legislação relacionada

Encontre as respostas para as perguntas mais frequentes

Fonte: site ANS


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Patricia Campos

Compra de seguros por telefone deve ser evitada, alerta associação

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) alerta para a dificuldade em comprovar a irregularidade
[ i ] Sites e telefone são as principais maneiras que empresas têm para tentar vender seguros a clientes 

Foto: Nathalie Brasil
Sites e telefone são as principais maneiras que empresas têm para tentar vender seguros a clientes


Manaus - Pela insistência de algumas empresas, e até mesmo pela prática de venda casada, muitos consumidores adquirem seguros do qual não precisam, não querem ou que não atendem às suas necessidades. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) alerta para a dificuldade em comprovar a irregularidade, mas destaca que a melhor forma de se proteger é jamais adquirir o serviço por telefone ou mediante pressão.

Há cerca de um mês, a dona de casa Márcia Soares vem recebendo ligações, mensagens de texto e correspondência de uma operadora de telefonia que insiste pela contratação de um seguro de vida com cobertura para o caso de morte ou invalidez.

“A primeira mensagem dizia que eu havia sido contemplada com o seguro e que devia ligar em determinado número para saber mais. Telefonei e disse que não tinha interesse no produto. Mas eles continuaram ligando, diversas vezes ao dia. Até que recebi uma carta, onde me parabenizavam por eu ter contratado o serviço e me informavam que seriam descontados R$ 10 por mês na minha conta”, disse.

A dona de casa voltou a ligar para o atendimento da operadora, para pedir o cancelamento da cobrança e a retirada de seu nome do cadastro de telemarketing da empresa, mas conta que, no dia seguinte, as ligações continuaram.

Para a presidente da Proteste, Maria Inês Dolci, o consumidor não deve, “em hipótese alguma”, adquirir seguros por telefone. A recomendação vale também para outros produtos e serviços. “Nunca, jamais, contrate nada pelo telefone. Porque você não terá o poder nem o entendimento de que precisa. Tudo tem que estar no papel. Caso contrário, fica muito difícil de comprovar que você contratou algo que não queria”.

Insistência

No caso do contato excessivo e persistente realizado pelas empresas via telefone, o Programa Estadual de Proteção e Orientação ao Consumidor do Amazonas (Procon-AM) lançará, no próximo dia 19, o serviço de bloqueio de telemarketing, em que o cliente que se sentir incomodado poderá solicitar a exclusão de seus dados dos bancos de informações das empresas.

“O consumidor deverá comparecer ao Procon e assinar um documento autorizando o bloqueio para que ele não receba mais as chamadas indesejadas”, explica a diretora-presidente da entidade, Silvana Correa. Serviços como este já estão disponíveis em Estados como São Paulo e Paraná.

Venda casada

O cliente busca uma agência bancária para pedir um empréstimo e é informado que, para acelerar a liberação, deve contratar um seguro de vida. Em outro caso, um consumidor adquire uma geladeira e não percebe que, no preço informado pelo vendedor, está inclusa uma garantia estendida. Ou ainda, ao comprar uma passagem aérea pela internet, não observa que, no primeiro valor apresentado, consta um seguro de viagem. Em todos os casos, o consumidor está sendo vítima da venda casada, prática considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor.

Segundo a diretora-presidente do Procon-AM, em caso de dúvida, o cliente deve buscar orientação na entidade para verificar se há prática abusiva.

Fonte: Rosana Villar .

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Patricia Campos

Lavagem de dinheiro no mercado de seguros tem mais de 500 casos por dia

A Susep comunicou ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), de janeiro a maio deste ano, 75.192 casos de suspeita de lavagem de dinheiro no mercado supervisionado. Isso representa uma impressionante média de 500 registros diários ou ainda 20,8 a cada hora.

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O mercado de seguros, previdência complementar e capitalização figura entre os segmentos com o maior número de comunicações, superado apenas pelas operações em espécie, no mercado financeiro (343 mil registros até maio); e pelo setor de loterias e sorteios (164,3 mil).
Segundo a estatística do Coaf, no ano passado, a Susep fez 467.512 comunicações, o que representou 1.280 registros por dia, incluindo finais de semana e feriados.

Lavagem de dinheiro constitui um conjunto de operações comerciais ou financeiras que tem por objetivo ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal, de acordo com a Lei 12.683/12.

Essas infrações podem estar relacionados ao narcotráfico, terrorismo, contrabando e tráfico de armas e munições ou material destinado à sua produção, extorsão mediante sequestro e crimes praticados por organizações criminosas, contra a administração pública e o sistema financeiro nacional.

Em termos gerais, lavar recursos é fazer com que produtos de crime pareçam ter sido adquiridos legalmente.

Fonte: CQCS

Att.

Patricia Campos

Consumidores ficarão mais críticos em relação ao mercado segurador

O consumidor de seguros deverá passar por uma mudança profunda em sua maneira de lidar com o setor. Em análise de especialistas da área 63% indicam a esperança de que os clientes passarão, em cinco anos, a procurar serviços diferenciados, prestar mais atenção em detalhes das apólices e serem mais críticos em relação ao atendimento oferecido. Por isso, as empresas precisarão oferecer produtos muitos bem desenhados, que satisfaçam plenamente os anseios da população.

Já para 50% dos corretores que se manifestaram sobre o mercado, o seguro de pessoas daqui cinco anos será principalmente baseado em novos produtos. Segundo os seguradores os planos individuais é que terão maior atuação no mercado. O microsseguro também é outra aposta das companhias. Já para os advogados do setor, é o plano VGBL que apresenta grande potencial de crescimento.

Os dados são de uma pesquisa desenvolvida pela ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência – que divulgou hoje, 30/07, a primeira Pesquisa Acadêmica sobre o mercado de seguros. A entidade, que possui membros de diversas áreas, desenvolveu um panorama sobre as expectativas do mercado, ouvindo opiniões de seguradores (25%), corretores (22%), advogados (14%) e consultores ou prestadores de serviços (39%). Em um total de 81 acadêmicos participantes, dos 197 membros.

Na carteira de Automóvel, a questão era descobrir se ela continuará sendo o principal ramo de atividade no país. Para 45% dos seguradores ocorrerão transformações profundas no segmento. Fernando Simões, membro da Academia, ressaltou que essa é uma tendência natural das companhias. “O segurador não quer mais que automóvel continue sendo o carro-chefe”. Segundo ele as companhias anseiam por novos caminhos. Mas para a maioria dos demais colaboradores, em especial corretores, a crença é que a carteira continue tendo a mesma importância que tem hoje, mais de 50% das respostas indicaram essa opinião.

A pesquisa indica ainda qual deverá ser o foco das empresas. Pessoas e informática são o destaque dos prováveis investimentos, porém a categoria de advogados acredita na capilaridade, que visa o aumento da rede, viabilizando o contato mais próximo entre companhias e clientes, mas essa opção não aparece como grande intenção das seguradoras.

A última questão trata sobre o que falta no mercado em relação a trabalhos e debates do setor. Seguradores (45%) e corretores (39%) acreditam que a discussão de novos produtos que podem ser trazidos para o Brasil é a informação mais importante que deve ser trazida à tona. A maior parcela dos advogados (55%) acredita na discussão dos aspectos legais para melhor entendimento do mercado, enquanto consultores (53%) enfatizam a análise das tendências como assunto mais relevante a ser discutido. Nessa questão fica clara a tendência natural de interesses distribuídos por categoria. Cada profissional busca avaliar e compreender melhor sua área de atuação.

A pesquisa veio para abrir os caminhos dos profissionais nos próximos anos. Sabendo a relação que existe entre todos eles, é necessário avaliar os anseios de cada grupo para desenvolver um campo em que todos consigam atuar de forma mais satisfatória e que isso se reflita também no atendimento ao consumidor. Francisco Márcio Pires destaca a importância de realizar esse tipo de análise: “o mercado utiliza essas pesquisas para realizar o seu planejamento”, aponta.

Fonte: Amanda Cruz/Revista Apólice

Att.

Patricia Campos

Os carros brasileiros são seguros?

“A vida dos consumidores da América Latina não é menos valiosa que a de europeus e norte-americanos”, protesta o presidente do Global Ncap, Max Mosley. Ele administra o instituto que avalia a segurança de automóveis por meio de testes de impacto. Sua frase indignada é consequência do desempenho de Chevrolet Agile e Renault Clio, modelos argentinos que não receberam nenhuma estrela (de cinco possíveis) em avaliações realizadas na semana passada. A ressalva de Mosley é que as mesmas montadoras constroem produtos inversamente seguros para diferentes públicos.

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Segurança que não implica em maior custo ao consumidor, aponta o responsável pelos testes do Latin Ncap (divisão do Global Ncap para a América Latina e Caribe), Alejandro Furas, em entrevista exclusiva ao Diário. “A margem de lucro das montadoras no Brasil é muito maior do que em outros países, mas a segurança do carro não é a mesma. Veja o Nissan March. Obteve quatro estrelas na Europa, enquanto aqui recebeu apenas duas (em relação à segurança de passageiros adultos)”, exemplifica Furas, que também é diretor técnico do Global Ncap, instituto ligado a FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

Apesar de respeitar os resultados obtidos pelo laboratório de origem independente de governos, o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Luiz Moan, afirma que a metodologia dos testes do Ncap não segue padrões de nenhuma legislação no mundo. “No Brasil, as fabricantes podem optar por seguir critérios aplicados na Europa ou Estados Unidos. E não há classificação por estrelas, isto é, ou o carro passa no teste e é fabricado ou é reprovado e nem vai para as ruas”, explica. “Se o carro brasileiro não fosse seguro, não deixaria meu filho dirigir um Agile”, completa.

O representante das montadoras nacionais garante ainda que a Anfavea é a favor da implementação de um laboratório por parte do governo federal, que além de isento, desoneraria os custos das fabricantes com testes de impacto, uma vez que elas devem enviar seus veículos para avaliações no exterior – só Ford, General Motors e Volkswagen têm laboratórios no País.

Embora apoie a iniciativa, o diretor do Latin Ncap defende ainda melhorias na legislação brasileira. “A obrigatoriedade do air bag e (freios) ABS na fabricação dos carros é apenas um começo. É preciso discutir sobre implantação obrigatória de EPS (controle de estabilidade), assim como execução de testes de impacto frontal”, frisa Furas.

Fato é que ambas as instituições não querem ver aumentar os 14.349 óbitos no trânsito, registrados no primeiro trimestre. Vale lembrar que os dados da Seguradora Líder DPVAT representam só a quantidade de indenizações por morte ressarcidas.
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Fonte: Lukas Kenji | Diário do Grande ABC

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Patricia Campos

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