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Mostrando postagens de Novembro 24, 2013

Completion Bond

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Ainda utilizado timidamente no mercado nacional o Completion Bond é uma ferramenta que pode alavancar os projetos de infraestrutura do país, dando oportunidade a empreendedores de médio porte.
O governo dispõem de linhas de financiamentos subsidiadas que podem ser capitadas pela iniciativa privada e pagos com o próprio fluxo de caixa do empreendimento, essas linhas contam com grande prazo de carência, suficientes para a construção e entrada em operação do projeto, o prazo de pagamento chegam há ultrapassar 10 anos e os juros são muito pequenos.
Para ter acesso a este capital a iniciativa privada deve apresentar um projeto de construção de um bem cuja produção interesse ao governo e consequentemente ao país. Por exemplo, projetos de Usinas hidrelétricas, termelétricas, parques eólicos, linhas de transmissão, obras de saneamento, estaleiros e etc.
Essa operações são chamadas de Project Finance, que é uma forma de engenharia financeira suportada contratualmente por garantias hipotecárias …

Seguro Garantia x Risco de Engenharia, entenda o diferencial

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Seguro Garantia e Risco de Engenharia, duas proteções que apesar de usadas na mesma obra, possuem coberturas totalmente distintas, como explica o especialista em Seguro Garantia, Lucas Villas Boas.


Entenda. Ao contratar o Seguro Garantia, o tomador (que solicita o seguro) garante ao contratante a fiel execução do contrato, ou seja, o beneficiário da apólice não é o tomador e sim seu contratante e o seguro garante os prejuízo gerados pelo mesmo, suficientes para retomada da obra ou serviço, limitando a indenização a importância segurada da apólice. Vale ressaltar que é o segurado é quem define essa importância segurada.
“Ou seja, se a construtora começa a obra e por erro no orçamento ou na execução, se vê sem condições de continuar a obra e por isso resolve abandona-la. O segurado terá direito a uma indenização para que a obra possa ser concluída.”, ressalta Lucas.
Já o Risco de Engenharia está voltado diretamente para o dano físico da obra. O beneficiário é o próprio contrat…

Seguro Garantia: novo cenário e expectativa de maior expansão com Circular 477

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Resultado de estudos e consultas a seguradores, corretores e tomadores, em processo que durou cerca de três anos, a Circular 477, publicada em setembro pela Susep, traz inovações que alinham o Seguro Garantia a práticas de mercado e devem provocar novo ciclo de expansão do ramo.
Essa foi uma das conclusões de especialistas presentes ao III Encontro de Seguro Garantia, que reuniu cerca de 120 pessoas, em Brasília, na terça-feira (12/11). Na solenidade de abertura, os representantes da Susep, Nelson Le Cocq D’Oliveira e Neival Rodrigues, defenderam que o novo marco regulatório vai acabar com divergências operacionais. Já a diretora de Ensino da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro, reforçou a importância da realização de workshops para atualizar seguradores e corretores de seguros.
Entre as principais novidades está o maior porcentual do seguro sobre os valores das obras, fixando o teto de 30%, ao passo que antes ficava entre 5% e 10%. A circular, cujo prazo de adaptação do …

Garantia de permuta exige maior cuidado na análise do risco

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“No ramo garantia, mais precisamente no segmento imobiliário, existe”, conclui o especialista uma modalidade que exige uma atenção maior tanto das seguradoras quanto dos corretores de seguros. Trata-se do seguro de garantia de permuta, cujo risco é maior do que o referente ao garantia de execução, o que leva as seguradoras a serem ainda mais criteriosas na concessão da apólice. “O construtor, quando começa a vender um imóvel na planta, não tem assegurado o valor necessário para construção. Ele pega uma parte em banco e usa o capital próprio, mas, a maior parcela depende mesmo de vendas. Se essa venda não se realizar, ele fica sem capital para conclusão do projeto, o que gera o sinistro”, explica o especialista em Seguro Garantia, Lucas Villas Boas.
Outro problema refere-se às importâncias seguradas, que, em geral, no seguro de garantia imobiliária superam o porte do tomador. Segundo Lucas Villas Boas, essa importância segurada é equivalente ao valor da construção, que é bem mais elevad…

Benefícios são estratégicos para aumentar a produtividade e a retenção de talentos

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O estudo busca revelar tendências nacionais e internacionais sobre o plano de benefícios que auxiliem as companhias a atingir metas estratégicas de negócios e de retenção de talentos e ainda traçar as principais aspirações de funcionários para com seus empregadores. Grandes empresas no Brasil e em toda a América Latina já começaram a sentir a pressão dos custos inerentes a essa oferta no seu resultado financeiro.
Desenvolvido a partir da análise de mercado de três países – Brasil, Chile e México – o estudo revela que grande parte das empresas, tanto multinacionais atuantes na América Latina, as chamadas “multilatinas”, como as que operam em apenas um país, utilizam os benefícios como uma alavanca para alcançar metas de negócios, como aumentar a produtividade, a satisfação profissional do trabalhador e os índices de retenção.
De acordo com a pesquisa, cerca de 80% das empresas multilatinas oferecem benefícios a seus funcionários, enquanto pouco mais da metade, 52%, das naci…

Muito obrigado Senhor...

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Pelo sol que ilumina. 
Pela graça divina.
Pela canção que eu canto.
Pelo caminho que eu ando.
Pela paz que existe em mim.
Enfim, Muito obrigado por tudo Senhor!!

Abraço fraterno.
Patricia Campos
Tel: (31) 3463-2838 / 9675-5477 E-mail: seguros@patriciacamposcorretora.com.br
Site: www.patriciacamposcorretora.com.br Blog: www.patriciacamposcorretora.blogspot.com

É de três anos o prazo prescricional para pedir indenização pela não renovação de seguro de Vida

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A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que é de três anos o prazo prescricional aplicável à pretensão indenizatória do segurado contra o segurador, em razão da não renovação de contrato, após sucessivas renovações automáticas. Com esse entendimento, a Turma proveu recurso de um grupo de segurados contra uma seguradora.

Seguindo o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, o colegiado afastou a ocorrência da prescrição de um ano e determinou o retorno dos autos ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), para que prossiga no julgamento do mérito do recurso interposto pelos segurados.
Segundo Nancy Andrighi, “tendo em vista a interpretação de caráter restritivo que deve ser feita acerca das normas que tratam de prescrição, dentre as quais está a do artigo 206, parágrafo 1°, inciso II, do Código Civil de 2002 (CC/02), não é possível ampliar sua abrangência, de modo a abarcar outras pretensões, ainda que relacionadas, indiretamente, ao contrato de seguro”.
A decisã…

Por que só a União tem competência para legislar sobre licitações

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Segundo o advogado Ariosto Mila Peixoto, da Ariosto Mila Peixoto Advogados Associados (São Paulo/SP), alguns estados e municípios têm legislado sobre normas gerais de licitação, configurando invasão de competência privativa da União.

“Aquilo que for vedado, explícita ou implicitamente, pela Constituição, não será objeto de normatização por parte dos estados”, reforça Ariosto. O especialista aponta, entretanto, que “inexistindo lei federal sobre normas gerais, os estados exercerão competência legislativa plena para atender suas peculiaridades”.
Mas Ariosto defende que, sob os falsos auspícios da complementação ou suplementação, as normas gerais de licitação contidas na Lei Federal nº 8.666/93 e até na Lei Federal nº 10.520/02, podem passar por alterações radicais e abusos. “A competência suplementar significa o poder de formular normas que desdobrem o conteúdo de princípios ou normas gerais ou que supram a ausência ou omissão, de modo que não se pode alterar a norma já exist…